QUEM É O AUTOR DESSE BLOG?

ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

quinta-feira, 5 de março de 2026

OS QUE DEFENDEM A DIVISÃO

O Brasil dividido só favorece alguns. Quem são?

Em primeiro lugar, os países que não querem que o Brasil avance. Em segundo, os políticos e asseclas oportunistas, que pouco se preocupam com o país. Em terceiro, os que continuam a ganhar fortunas imorais e até ilegais às custas de uma massa de servidores e trabalhadores mal pagos e de empresários honestos. Em quarto, o crime organizado, que se infiltra aonde o Estado enfraquecido não entra.

Precisa dizer mais o que para a população parar de defender políticos que só pensam em si mesmos e exigir, sempre, ações em prol de um Brasil melhor para todos?

Se alguém ainda quiser defender políticos oportunistas e a divisão no Brasil é porque se enquadra no seleto rol dos que ganham com um Brasil dividido. Boa coisa e boa gente, com certeza não é!

quarta-feira, 4 de março de 2026

O ERRO DE TRUMP E A ESTUPIDEZ ARROGANTE DE NETANYAHU DEMONSTRADAS PELA REAÇÃO IRANIANA. COM O FIM DA GUERRA, EUA SAIAM VENCEDORES OU NÃO, ADVIRÁ O CAOS NOS ESTADOS UNIDOS, COM A TRANSFORMAÇÃO DA GEOPOLÍTICA MUNDIAL


Já havia alertado em uma das postagens que esta seria a última guerra dos Estados Unidos como os conhecemos. Isso não significa que os Estados Unidos necessariamente perderão essa guerra, mas que os efeitos dela serão trágicos para Trump e o país, provocando uma ira da população contra os governantes, e os motivos são vários.

Trump governa com mão de ferro, impedindo manifestações pró-palestina, afastando universitários que sejam contra o seu governo ou contra o governo de Israel, prendendo imigrantes ilegais e muitas vezes separando filhos pequenos de seus pais imigrantes. Pouco preocupado com a população, manda sua milícia denominada ICE reagir com dureza e até matar a sangue frio cidadãos estadunidenses. Vários americanos foram vítimas. Ao mesmo tempo, denigre a Suprema Corte, afronta oposicionistas, intervém diretamente em órgãos de Estado, como FBI e CIA, colocando agentes ideológicos e não profissionais em seus comandos, perseguindo todo aquele que trabalha de forma isenta. Ele pensa ser Júlio César de Roma ou Hitler da Alemanha, e se diz promotor da liberdade.

O seu governo é o que se pode chamar de modelo fascista, de supremacia branca e rendido a qualquer projeto sionista ou que beneficie o seleto grupo de amigos e financiadores de campanha.

Trump não é refém de Netanyahu, mas um sócio do projeto sionista. Mas o que isso significa? Isso aponta para que Trump, usurpando do papel de líder dos Estados Unidos, age para, nesse cargo, privilegiar todos os seus financiadores de campanha, sejam as enormes petroleiras (como ocorreu na Venezuela e pretende fazê-lo na Groenlândia e no Irã), sejam as chamadas Big Techs (com reprimenda severa a todo país que pretenda regulamentar o papel das Big Techs), sejam os sionistas radicais (como se vê em qualquer ação de Israel e a pronta reação de apoio dos Estados Unidos). Trump usa o governo para beneficio pessoal e de grupo, e esse grupo tem nome e todos, como eu e você, sabemos.

Os estadunidenses não aguentam mais financiar guerras, pouco menos as longas. É muito dinheiro envolvido e muita corrupção sob essa montanha de dinheiro, beneficiando agentes governamentais corruptos e empresas de material bélico. Além do mais, isso causa a morte de militares, pais de família.

Essa guerra do Irã não é só impopular pela baixa adesão da população, onde apenas 27% apoiam a guerra. Mas o é porque foi feita sem o aval necessário do Congresso, violando a Constituição dos Estados Unidos, e o é principalmente porque não busca defender os interesses próprios dos Estados Unidos, que jamais haviam sido ameaçados direta ou indiretamente pelo Irã, que em 30 anos de pesquisa atômica para fins civis jamais tentou produzir artefato nuclear para fins bélicos. Como todos imaginam e sabem, os Estados Unidos entraram na guerra por pressão do forte lobby sionista e pelo pedido reiterado de Netanyahu, que viajava mensalmente para se encontrar com o Trump, a fim de convencê-lo a atacar o Irã.

Netanuyahu quer a supremacia geopolítica na região. Irã é o alvo principal. Depois vêm Turquia e Arábia Saudita, nessa ordem.

Netanyahu e Trump, sem conhecer a cultura persa e o pensamento dos governantes e do povo iraniano, imaginaram que, decapitando as lideranças políticas e militares do Irã, conseguiriram implementar a mudança de regime. Ledo engano. Grande sinal de burrice. Péssimos estrategistas, que sequer se dão ao trabalho básico de estudar o seu inimigo.

Com a morte de cerca de 50 líderes políticos e militares, e o assassinato a sangue frio de mais de 170 meninas entre 6 e 12 anos, e suas professoras, que estavam em uma escola no sul do Irã (isso sem se falar na outra que se situava ao norte de Irã), a reação da Guarda Revolucionária Iraniana foi imediata, bombardeou Israel e todas as bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, destruindo pistas aéreas, bases navais, edifícios e radares caríssimos. Com isso, os iranianos obrigaram os Estados Unidos a usarem pistas mais distantes ou dos porta-aviões, que também se afastaram ainda mais, com medo de serem afundados.

Base do Reino Unido em Chipre, usada pelos Estados Unidos, também foi parcialmente atingida.

Muito embora a propaganda ocidental e sionista na grande mídia camufle a verdade, os céus do Irã não estão livres. A prova é de que 3 aviões militares dos Estados Unidos, no Kwait, foram atingidos por uma bateria anti-aérea S-300 do Irã, como alardeia a Guarda Revolucionária Iraniana e um influente analista de geopolítica estadunidense e ex-agente da CIA.

Os iranianos quase deram um xeque-mate em poucos minutos de jogo, assustando Netanyahu e Trump.

Para quem analisa geopolítica, a ação do Irã foi surreal, surpreendente e perfeita. Uma única pequena Nação pobre e sancionada conseguiu assustar duramente os Estados Unidos, Israel e todos os governos fantoches que os apoiam (Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kwait, Arábia Saudita) ao mesmo tempo Só falta, agora, colocar Trump de joelhos, como se fosse para pedir perdão pelo o que fez com as meninas do Irã, nessa guerra, e também do mundo, na tenebrosa ilha da pedofilia de Epstein.
  
Para os religiosos, dá para ter uma noção de quem representaria hipoteticamente o bem e o mal segundo o tradicional ensinamento zoroastrista-judaico-cristão-islâmico, não é mesmo?

Não se sabe a quantidade de mísseis e de drones que o Irã possui, nem por quanto tempo suportará lançar mais de uma centena de mísseis por dia, mas se sabe que as baterias de defesa de Israel não suportarão mais de 10 dias de guerra. Se o Irã tiver mísseis e drones suficientes, poderá causar não só a rendição total israelense, mas uma derrota estratégica para os Estados Unidos, que verão o mais importante aliado sem condições de proteger o seu território, além de perder todas as suas bases no Oriente Médio.

O ético Irã não suportou a crueldade com um líder religioso de idade avançada e com mais de uma centena de pequeninas meninas inocentes, nem tampóuco a artimanha dos Estados Unidos de, mais uma vez, simular negociar para enganar o inimigo, enquanto estava preparando atacar. Porém, como se percebe, o Irã imaginou que os Estados Unidos, mais uma vez, poderiam ser desleais, e se preparou para o contra-ataque rápido e feroz, mesmo sem o comando militar vivo.

Ao fim da guerra, acabe ela como ocorrer, Trump terá que enfrentar não só as barras da Justiça, mas uma oposição crescente e raivosa no Congresso e nas ruas. Não foi só a população em geral que foi manipulada. Fiéis eleitores de Trump que não queriam mais guerras também se sentiram traídos pelas suas ações totalmente diferentes de suas promessas. Trump arranja mais inimigos do que é capaz de lidar, e isso pode significar o fim dos Estados Unidos como conhecemos. Sim, entendo ser provável a ocorrência de uma guerra civil, e se isso se efetivar terá como consequência uma guerra de secessão, de separação, com a divisão dos Estados Unidos em diversos Estados pequenos, podendo haver até mesmo intervenção da França, Reino Unido, México e Rússia em busca de territórios que já lhes pertenceram.

Trump errou feio e pagará um preço muito alto. Os Estados Unidos não decaem lentamente como se imaginava, mas desmoronam política, social e militarmente.

Numa guerra não se é possível prever quem sairá vencedor nem as consequências efetivas dela. Sei que só tenho uma certeza, a de que o mundo sairá geopoliticamente radicalmente diferente de quando entrou nessa guerra.

AINDA HÁ QUEM RESPEITE A ÉTICA NAS GUERRAS, MAS ATÉ QUANDO?

Temos visto pouca ética por parte dos países mais fortes militarmente. Na maior parte das vezes, praticam crimes bárbaros, como fizeram os nazistas na segunda guerra mundial, os Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki e em tantos outros lugares em quase todos os continentes habitados, e Israel ao longo do conflito com os palestinos. 

Usam serviços de inteligência não para por fim às guerras, mas para causar maiores danos e dores ao inimigo, através de assassinatos de autoridades militares e até civis, pouco se importando se há crianças e mulheres próximas. 

Escolas com meninas são alvejadas, matando todas elas, 171, além das professoras.

O certo seria não haver guerras, dores ou caos, mas a humanidade ainda escolhe esse caminho para insuflar seu ego, desumanizando o outro. 

Hoje, países éticos, nesse aspecto, são o Brasil, Cuba e tantos outros. Mas em conflitos o Irã se sobressai na ética. Não os inicia, comunica o que fará e usa apenas a força necessária e se recusa a ter armas atômicas, para evitar causar dores ainda maiores às humanidade. 

Mas sob risco de um ataque devastador, até onde irá a ética daquele que, mesmo nas guerras, ousou respeitar a humanidade, como fez o imperador Ciro milênios atrás? 

Este texto foi escrito antes do início da guerra e foi editado para acrescer o necessário parágrafo do ataque israelense e estadunidense a duas escolas de meninas de 6 a 12 anos, matando 171 alunas em apenas uma escola. Esse é o ocidente que Estados Unidos e Israel dizem representar.

terça-feira, 3 de março de 2026

QUEM PARA O MAL CAUSADO PELOS EUA? SUA POPULAÇÃO?

Se alguém tinha dívidas de que os Estados Unidos representavam o mal, basta olhar a realidade ao seu redor.

Você podia ter uma imagem de um país democrático, libertador e promissor, mas isso nos anos 60, 70 e 80, devido à grande campanha promovida pelas músicas, cinema e deturpação de notícias promovidas pelas agências de notícias.

Hoje, com a globalização e a internet, basta ler, se atualizar e ver ao redor, que não dá mais para esconder a perversidade do maior império que já existiu na face da terra. 

O pior é que os Estados Unidos praticam contra a sua própria população o que fazem no mundo afora.

Um país que jogou bombas atômicas em cidades ultra povoadas. Um país que não hesitou em utilizar agente laranja contra população civil de países atacados. Um país que montou campos de tortura e de execuções em outros países. Um país que fuzilou civis e crianças. Um país que pratica escuta ilegais de presidentes e empresas, inclusive de países aliados. Um país que promove golpes e revoluções coloridas no mundo inteiro. Um país que aplica sanções e boicotes a países empobrecidos, causando a fome na população civil. Um país que bombardeia e mata lideranças em todo o globo. Um país que usa ameaça, e não diplomacia, para conseguir vantagens indevidas. Estes são os Estados Unidos, mas não só.

Os Estados Unidos utilizaram as drogas como arma contra países inimigos, não agem eficazmente contra as organizações de drogas dentro dos próprios Estados Unidos, já que algumas delas teriam ligações com grupos de exilados que possuem força política interna. Não se preocupam com a saúde da população, carecendo esta de atendimento gratuito. Aumento considerável de dependentes de drogas. Aumento de pessoas em situação de rua. Empobrecimento da classe média. Desindustrialização. Enquanto isso, surgem bilionários e trilionários, o que não existia antes dos anos 90, e que engrandecem astronomicamente sua riqueza a cada segundo, minuto e dia. 

Contra ele, somente a ONU poderia ter alguma força. Porém, a ONU está desacreditada e os EUA têm poder de veto. 

Talvez a população dos Estados Unidos conseguisse frear o mal que o país promove interna e externamente, mas teria que se deparar com congressistas vendidos a poderosos lobbies, e milícias armadas formadas pelo governo federal. Seria uma guerra civil, cuidadosamente provocada por Trump para, com isso, enterrar o que resta de democracia e aumentar seus poderes já imperiais.

Quem conseguiria parar o país que alimenta a fome, as guerras, a miséria, os golpes, a intimidação e as drogas?

segunda-feira, 2 de março de 2026

GUERRA EUA, ISRAEL E EUROPEUS CONTRA O IRÃ

Trump não esperava por uma reação tão forte do Irã. Ao mesmo tempo, não imaginava que essa guerra seria tão impopular, com apenas cerca de 25% do eleitorado estadunidense a aprovando.

Trump tem que se preservar. Uma saída possível é esperar uma semana de guerra e retirar-se do conflito, dizendo que a troca de liderança iraniana para uma pró-ocidente será questão de tempo, deixando o abacaxi, essa guerra, inteiramente para Netanyahu. 

Foi Netanyahu que convenceu Trump a entrar e muito possivelmente tenha ocultado de propósito, ao lado de generais estadunidenses incompetentes, o que o ataque a uma escola infantil e à liderança religiosa do país ocasionaria.

Trump ainda pode sair do atoleiro o quanto antes, mas gravemente ferido, com a perda das bases estadunidenses no Oriente Médio. Netanyahu, não. Talvez tenha ele mesmo propiciado que Israel vire escombros inabitáveis, numa grande extensão da pequenina Gaza.

Não se sabe quantos drones e mísseis o Irã ainda possui e qual a sua capacidade de produção diária. Daí não sabemos quantos dias de poder de fogo o Irã ainda tem. E ainda lhe resta a missão de lutar contra grupos terroristas curdos, azeres e baluchis, o que já está fazendo em suas fronteiras ao oeste e ao leste do país. O certo, porém, é que Israel não conseguirá lutar sozinho por mais de uma ou duas semanas. 

Se engana quem pensa que países europeus estão entrando na guerra para lutar abertamente contra o Irã. Poderão fazê-lo, mas a sua missão vital é proteger a arrogante Israel de Netanyahu.

Os países do Golfo, monarquias teocráticas, possivelmente pararão para pensar se entram em guerra contra o Irã, pois poderão provocar manifestações e rebeliões internas de sua população xiita e parte da sunita. Os Emirados Árabes Unidos, possivelmente, serão uma exceção e devido às suas fortes alianças com EUA e Israel deverão se alinhar aos países do grupo ocidental. 

Devemos observar as reações da Rússia e da China caso o Irã demonstre perder a capacidade ofensiva.

O Irã é parceiro econômico e militar estratégico russo e o terceiro pilar estratégico chinês na Ásia. É um muro de contenção, de proteção geográfica, ao sul da Rússia tanto para a própria Rússia, no Cáucaso, como para a China. E representa para esses países um importante aliado para que o terrorismo financiado pelo ocidente não se infiltre com facilidade pelas fronteiras da Ásia Central.

Outro ator internacional que poderá manifestar certo grau de apoio será a pequena Coreia do Norte, que vê o Irã como grande e vital agente anti-imperialista.

Sem o Irã, China e Rússia se enfraquecerão e se colocarão como peças fragilizadas no xadrez geopolítico.

O Brasil, ao lado de Espanha e Turquia, poderá se colocar como importante agente para buscar uma solução pacifica a esse conflito absolutamente desnecessário e possivelmente devastador para a economia mundial. 

TRUMP E O FIM DE UMA ERA

Há quem pense que Trump é um grande líder e um ótimo estrategista. Ledo engano, pois é péssimo!

O que ameniza as decisões desastrosas é que o serviço de inteligência dos EUA e aliados é  muito bom, isso sem dizer no profissionalismo das Forças Armadas dos EUA. 

Ele mandou atacar o Irã e também o sul do Iraque e só iniciou os bombardeios após Israel, seu grande aliado, ter iniciado a guerra e destruído os palácios dos líderes iranianos e também duas escolas infantis, matando por sadismo e crueldade mais de cem crianças. 

Trump se meteu em uma guerra que não é sua, colocando a vida de soldados estadunidenses e impostos pagos pelos contribuintes dos Estados Unidos a serviço dos interesses de Israel. Como resposta, viu suas bases no Oriente Médio serem atacadas, com a promessa iraniana de que serão inteiramente destruídas. Além disso, um navio militar dos EUA foi atingido, além de 1 porta-aviões, e, segundo os iranianos, 200 militares estadunidenses teriam sido mortos. Os estadunidenses se silenciam quanto às suas embarcações e dizem que sofreram 3 baixas.

Quando os navios aportarem e os caixões chegarem aos EUA, Trump perderá parte significativa do pequeno apoio que ainda lhe resta. Iniciou uma guerra sem o aval do Congresso e sem defender os interesses próprios dos EUA. 

Pior. Geopoliticamente está enfraquecendo os EUA, Com menos aliados e mais guerras e ainda correndo o risco de ficar sem bases no Oriente Médio, ele corrói a força militar e estratégica dos EUA. Se depender apenas da população árabe e muçulmana, as bases não serão reconstruídas, embora os governantes da maior parte, senão a totalidade, das monarquias árabes, seja submissa ao poder imperial.

O legado de Trump será o de caos interno e mundial. E é o caos que precede ao movimento de renascimento. É difícil poder pontuar, mas ele parece  marcar o fim de uma triste Era. Se assim for, que passe rápido e que chegue logo essa nova Era.

domingo, 1 de março de 2026

MÍDIAS SOCIAIS, O MUNDO PARALELO. MUNDO DIGITAL EXCLUDENTE

De início foram os muros uma tentativa de criação de um mundo restrito. Depois vieram os condomínios fechados, posteriormente os shopping centers e, hoje, as mídias sociais.

Embora pareçam ser democráticas e abertas a todos, as mídias sociais são excludentes. Excluem os que não se adaptam à dita modernidade e seus acessos digitais e aqueles que não tem acesso à internet e seu mundo eugenista por absoluta falta de condição econômica.

A mídia social funciona como um processo de seleção dos melhores, dos aptos a fazerem parte do mundo virtual. 

Sendo uma bolha, as mídias sociais criam mundos perfeitos. Rostos bonitos. Sorrisos. Mundo de consumo. Locais turísticos deslumbrantes. O mundo das mídias sociais se resume a isso.

Pessoas em situação de rua, dependentes de drogas, vítimas de violação de direitos civis e de direitos humanos não são co-partícipes da bolha, mas objeto de julgamentos por autodenominados influenciadores digitais e pretensos comentaristas.

A mídia social facilita a aplicação nua e crua da eugenia. A ela só tem acesso quem passa pela seleção por cor, comportamento social, condições econômicas etc.

O mundo das mídias sociais é perfeito e tem uma ética própria.

Jesus, que convivia com os pobres e os excluídos no mundo real, passa a não ser aceito ou a ser reconfigurado, midiatizado, para que passe a ser um participe do mundo eugenista das mídias sociais. Jesus, assim, para boa parte dos pseudo cristãos, passa a defender armas e sucesso financeiro, ao invés do amor, compaixão e fraternidade. 

A realidade fática passa a ser deturpada. No mundo das mídias sociais não se tem mais respeito pela verdade e pelos excluídos. 

Para a nova geração, viver com sucesso é aparentar ter sucesso nas mídias sociais. Sorrir, se expor e mostrar pratos bem montados não é apenas ingenuidade ou carência de atenção, é, sim, muitas vezes, a tentativa de mostrar uma boa vida e um sucesso muito distante da vida real. 

A eugenia não está apenas nas mídias sociais, mas os seus efeitos estão se incorporando na mente das pessoas. 

A realidade trazida e defendida nas mídias sociais, antagônica ao mundo real, é moldada por preconceitos, ignorância e má-fé. É retrato da eugenia surgida nos Estados Unidos e adotada pelos nazistas. 

Mas não é só esse o mal trazido pela internet e pelas mídias sociais. Há, além do ódio, da superficialidade e da segregação, o aniquilamento da cidadania.

Os Estados-Nação, com raras exceções, acolheram as grandes mídias sociais dos Estados Unidos e se submeteram não apenas ao seu poderio econômico, político e geopolítico, mas à segregação econômica e social. Pior, foram adotando atendimentos on-line, procedimentos a serem adotados no campo da internet, de forma a excluir, também por isso, pessoas sem condições intelectuais, motoras ou econômicas.

A cidadania, que não era integral, como deveria ser, passa a ser cada vez menos acolhida pelo Estado. Os excluídos da cidadania aumentam vertiginosamente nos mundo virtual. Idosos, pessoas em situação de rua, pessoas sem condições financeiras, passam a ser excluídos de serviços públicos por não terem condições de acesso ao mundo virtual.

A eugenia das mídias sociais é agravada pelo falta de acesso a todos à cidadania no mundo digital implantado pelos Municipios, Estados e União.

O mundo belo, visto e idealizado por muitos, esconde a podridão da desumanização, da não percepção, da segregação e da impossibilidade de acesso à cidadania. 

Da forma que está, será o fim dos Estados como conhecemos e a criação de uma massa acrítica que sublima a segregação e o ódio.

Apenas com mídias sociais locais e controladas pela sociedade, e não por mega grupos empresariais, e com amplo e ilimitado a acesso a todos ao mundo virtual, é que se propiciará acesso à cidadania. 

O Estado, portanto, tem papel fundamental na regulamentação, seja para evitar a prática impune de condutas criminosas, seja para garantir que algoritmos não criem terror social, seja ainda, na ampliação da informatização dos serviços, para garantir pleno e amplo acesso a todos, com efetivo fortalecimento da cidadania. 

Um mundo melhor é possível, mas não da forma como vem sendo conduzido pelo império, suas Big Techs e governos neoliberais.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

OS EUA ATACARÃO O IRÃ?

Frotas estadunidenses voltadas ao Irã. Centenas de caças, 50 mil soldados de prontidão, 100 aviões de reabastecimento, equipes especializadas em terrenos montanhosos, equipes com equipamentos de escuta altamente potente, enormes drones que permitem comunicações e levam internet. Tudo isso a um preço exorbitante, mas o que faz Trump esperar?

Trump está sob pressão de Netanyahu e do lobby sionista, mas sabe do risco que corre se atacar o Irã. Milhares de soldados estadunidenses mortos, navios afundados e perdas de equipamentos e aeronaves estão no cálculo do risco envolvido. A impopularidade, como consequência, aumentará.

Então Trump está com medo? Não. Trump está esperando que as ações de inteligência surtam efeitos. Elas terão a capacidade de minimizar os riscos envolvidos nessa guerra.

E serão essas ações que darão início à guerra. Trump espera que as forças iranianas sejam obrigadas a dividir a atenção. Aí, possivelmente, haverá o ataque massivo, talvez impiedoso, vindo dos mares, ar, e do sul, norte e oeste do território iraniano. 

O leste iraniano, porém, também estará em risco, com a guerra entre o Afeganistão e o Paquistão. Os baluchis podem se aproveitar disso e promover atentados e ataques às forças iranianas.

Israel não inicia a guerraporque teve uma péssima experiência na guerra dos 12 dias, com mísseis iranianos atingindo locais estratégicos. Israel possivelmente participe do ataque quando o Irã já estiver fragilizado e não puder repetir o que fez há 8 meses.

Mas quais ações de inteligência são essas a que me referi?

Infiltração de terroristas e separatistas treinados e armados em território iraniano, dentre eles curdos, azeris, baluchis e membros do ISIS, por quase todos os lados da enorme fronteira iraniana. Agitação "popular" iniciada por agentes da CIA, MI6 e Mossad. Ataques internos a forças de segurança e autoridades iranianas, incluindo veículos, prédios públicos e quartéis militares. Ataques à infraestrutura, como represas, centrais elétricas, estradas e refinarias.

Depois que o caos for criado, aí possivelmente terá início a guerra convencional. Os EUA e Israel não querem correr riscos de iniciar o confronto abertamente e sofrer grandes baixas e perdas. 

O Irã deve estar em alerta máximo e qualquer movimentação estranha das forças inimigas deve levar a um fortíssimo ataque preventivo, o que não é esperado nem por Israel nem pelos EUA.

Essa guerra, se tiver inicio, deve mudar a geopolítica regional e talvez até mesmo a mundial. Muitas mortes e muita destruição por todos os lados é algo inevitável.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

IMPRENSA, SERVIDORES E EX-AGENTES POLÍTICOS A SERVIÇO DA CIA

Não se pode normalizar o acesso ilegal a dados de qualquer contribuinte, autoridade ou não. 

Também não se pode normalizar difamação calculada em manchetes de notícias.

Tampouco se pode aceitar venda de dados sigilosos do Estado brasileiro.

Mas isso tem ocorrido. Quem o faz são pessoas vendidas ou ao crime organizado que quer manipular e vender essas informações ou a outra espécie de crime organizado, constituído por agências de inteligência de outros países, que quer facilitar o enfraquecimento das instituições brasileiras e até a troca de governo, e assim poder extrair maiores lucros, às custas da diminuição de emprego e empobrecimento dos brasileiros.

Não se pode brincar nesse momento. O que está em jogo, de uma forma ou outra, é o Brasil!

Assim, o rigor da lei deve ser aplicado a todos os que tramaram contra o Brasil, estejam aqui ou no exterior.

Só não se pode ser inocente. Há uma parte da imprensa, de uns poucos servidores e de ex-agentes políticos a serviço de outro país.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

NEOLIBERALISMO, A RAIZ DO ANIQUILAMENTO DA DEMOCRACIA E DOS ESTADOS-NAÇÃO

Enquanto a massa de manobra se divide entre direita e esquerda, o império se beneficia com candidatos que propõem a venda de empresas brasileiras, a desconsideração com as indústrias nacionais, a falta de investimento nas universidades públicas e a consequente baixa em novidades para o setor industrial, o baixo investimento em tecnologia, a falta de estratégia de longo prazo para a indústria de defesa e a falta de cuidado com os nossos minerais, a nossa agricultura, as nossas terras raras, a nossa água hidromineral e potável e os nossos minerais radioativos. 

O Brasil é um país riquíssimo, mas que precisa saber cuidar de tudo o que têm e que  pode levá-lo a galgar uma posição de destaque internacional. 

Políticas neoliberais anacrônicas, vendidas como se fossem a solução, geram dividas sociais a longo prazo, o enfraquecimento do poder decisório do Poder Público, o enriquecimento do mercado e a entrega de setores vitais do Brasil às grandes potências econômicas. É a ruína não admitida e camuflada por governos entreguistas.

A questão não é nem deveria ser se somos de esquerda ou de direita conforme o nosso ódio. A questão deve ser, sempre, o que realmente protege o Brasil e lhe traz condições de progresso que beneficie seu povo a médio e longo prazo.

Se assim pensarmos, nos preocuparmos efetivamente com o país e, assim, reavivar-se-á o nacionalismo e o nacional desenvolvimentismo.

O neoliberalismo é a entrega das riquezas ao mercado. É a substituição marginal da democracia pelos interesses defendidos pelos poderosos lobbies internos e externos. É o fim do Estado-Nação. É também o fim da classe média.

No neoliberalismo só restarão os dezenas de hiper ricos e os bilhões de miseráveis. 

É a forma mais cruel de concentração de riquezas e de poder. É uma nova forma de feudalismo misturado com escravidão generalizada e aristocracia (onde uma pequena elite de servidores mantém privilégios).

Estamos vendo os resultados do neoliberalismo provocados principalmente pelos dois governos anteriores. 

Ou defendemos os interesses do Brasil, ou em breve não haverá mais Nação, mas apenas uma vasta terra devastada pela exploração inconsequente do império, com pessoas sem escolaridade e o mínimo de dignidade, onde apenas um ou outro, sempre oportunista, terá condições de amealhar poucos recursos, em detrimento da massa. Esses poucos, conhecidos como oportunistas, são os traidores da pátria, os entreguistas, os sem caráter e lealdade. São lacaios do império e nunca foram brasileiros de verdade. Ser brasileiro estará apenas na lembrança dos livros de história. Os que hoje são brasileiros se tornarão apátridas, sem Estado, sem proteção alguma e sem leis que os protejam. As leis vigentes serão as do império, onde essas pessoas são consideradas meros objetos.

Mesmo assim, talvez chamem a isso de democracia e o império de país libertador. E muitos escravizados aplaudam o sistema desumano. 

É uma aparente desconexão, uma irracionalidade a que a massa, destituída de educação humanista e de severo senso crítico, está sempre submetida. 

Ademais, as pessoas em situação fragilizada têm uma capacidade de se colocar em outras vestes e imaginar papéis que jamais poderão encarnar, como evidenciado pelo pai ao criar falsas realidades ao filho no filme "A Vida é  Bela!", tudo para tentar apagar as dores reais, que assim se eternizam, se avolumam e consomem o que há de racionalidade e humanidade.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

IRÃ, UMA GUERRA DIFÍCIL E DEFINIDORA.

O cerco dos Estados Unidos ao Irã nos traz uma certeza, a de que os EUA estão gastando muito dinheiro para ser apenas um blefe ou pressão sobre o governo iraniano. Dois porta-aviões, 14 navios de apoio, mais de cinquenta mil militares enviados, militares remanejados das bases no Oriente Médio, principalmente da Síria para o Iraque. Mais de uma centena de caças. Militares especializados em guerras em montanhas. 

Mas isso não é tudo. Os Estados Unidos, Israel e Grã-Bretanha estão com agentes e informantes em solo persa e nos países vizinhos para promoverem atos de sabotagem, planejarem invasão e assessorando, treinando e armando terroristas do ISIS posicionados no Iraque e rebeldes do Curdistão, Azerbaijão e Baluchistão iranianos. Os primeiros ficam na divisa com o Iraque, ao oeste; os segundos ficam no nordeste iraniano; e os últimos no sudeste, na fronteira com o Paquistão. Ao mesmo tempo, a ação de inteligência se dá no meio estudantil e na oposição, insuflando manifestações.

O tempo parado não é para pensar em estratégias de ataque, mas para preparar ações de sabotagem, manifestações e guerra civil para sobrecarregar as forças de segurança iranianas, ao mesmo tempo em que quartéis e bases militares, prédios governamentais, refinarias e unidades de desenvolvimento de urânio seriam alvos prioritários. 

OS ataques por terroristas, separatistas e pelas forças dos EUA se dariam majoritariamente pelo norte, oeste, sudeste e sul do Irã.

Ao que parece, Israel também atacaria o Irã com mísseis e ataques aéreos. 

O Irã só sobreviverá se for ágil e conseguir se defender dos diversos ataques esparsos e causar muitas baixas de equipamentos e militares dos Estados Unidos logo no início, e para tanto não poderá poupar suas armas. Somente fortes baixas  de aviões e navios nos primeiros dias poderá levar os Estados Unidos a recuarem e suspenderem os ataques. 

Ao que parece, os Estados planejaram para que a guerra não dure anos, mas no máximo três ou quatro meses, e com relativas baixas para os EUA Muitas perdas iniciais podem levar o Pentágono a pedir a suspensão dos ataques, permanecendo o conflito entre os terroristas, separatistas e opositores e talvez um ou outro batalhão especial dos EUA contra as forças iranianas 

Essa guerra tem tudo para ser devastadora e definidora do futuro do Irã, de Israel e também dos Estados Unidos. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

IRÃ E GUERRA DE SECESSÃO. ESTRATÉGIA OU CONSEQUÊNCIA?

Pela importância estratégica do Irã, seja como exportador de petróleo, seja como importante aliado militar e produtor de armamentos de alta tecnologia, seja pela localização estratégica para as Novas Rotas da Seda ou seja, ainda, pela localização geográfica, servindo como muro de contensão, o país persa pode ser considerado um dos 3 principais pilares estratégicos da China, ao lado da Rússia e Paquistão. 

A China pouco fala se está auxiliando o Irã em inteligência, comunicações, sistemas de detecção de ameaças ou armamentos, mas há muitas notícias a respeito trazidas por analistas geopolíticos de respeito.

A Rússia também pouco fala de ajuda ao seu parceiro militar, mas faz questão de dar a entender que sim, com o envio de navio militar que já está em águas persas. 

Os Estados Unidos estão com receio do que pode advirá do início do ataque e já estão há muito tempo articulando diversas ações de inteligência no país persa.

O que é  sabido é que a CIA, o MI6 e o Mossad estariam treinando e armando separatistas curdos, azeris, e baluches, e ainda fornecendo armas e roteiros de ações a terroristas do ISIS, hoje posicionados no Iraque. 

Os EUA kjá tem drones com capacidade de levar internet a insurgentes iranianos e forças militares dos Estados Unidos.

E, segundo a BBC, desde o final de semana passado tem havido novas manifestações de estudantes contra o governo persa. 

Ao mesmo tempo em que posicionaram seus navios distante da maior parte dos mísseis iranianos, fortaleceram suas bases militares no Oriente Médio com mais aviões, mais soldados e muito mais suprimentos.

Também já estão posicionadas na área forças especializadas em guerras de montanha e as de escuta, esta última no Líbano.

Os Estados Unidos querem a guerra e estão ganhando tempo para promover, por terceiros, ações de insurgência, para criar o caos para o governo iraniano, forças militares e a população civil. 

O tempo está a favor dos EUA, mas o Irã mantém a calma própria de quem sabe o que está fazendo. 

A Rússia deve provocar os EUA, deixando-o em dúvida a respeito de sua colaboração efetiva ao Irã, mas a China, discretamente, deve auxiliar com inteligência, armas, sistemas de detecção de ameaças e de comunicações.

A surpresa para o ocidente poderá ser a reação de um ou outro país do Oriente Médio, caso ocorra a guerra contra o Irã. A maior parte submete-se às determinações imperiais.

Se vir a ocorrer o início deste conflito armado, não tenho medo de dizer que poderá ser a última guerra dos EUA como conhecemos. Não quero dizer que os EUA perderão a guerra, mas sim que poderão sofrer pesadas baixas e como consequência a isto e ao caos social e à radical divisão política a que a população estadunidense está submetida,  uma grande insurgência interna que poderá levar ao início de uma guerra civil e à secessão, com subsequente divisão em pequenas Nações. 

Chamo de população, e não povo, por um motivo simples. Embora haja um certo nacionalismo obtuso nos Estados Unidos, ainda existe por lá muito preconceito com a origem das pessoas, principalmente árabes, asiáticos, negros e latinos e uma certa fragilidade na manutenção da cidadania estadunidense por muitos desses já citados. Entendo, então, que a conceituação correta numa situação dessas é população.

Como visto, o império provoca dor. Primeiro em outros povos e logo em seguida, quase na mesma proporção, em sua própria população.

O tempo, o longo tempo, dirá.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

ATAQUES MILITARES E TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO DIVERSIONISTAS. ARMAS DOS EUA PARA APAGAREM A REALIDADE HISTÓRICA?

Os conspiracionistas dizem que grandes segredos da humanidade são guardados pela Igreja Católica e pelos maçons. 

Os conspiracionistas dizem que os grandes lideres mundiais pertencem a uma só seita e seriam, na verdade, alienígenas.

Essas teorias surgem principalmente nos Estados Unidos e ao menos aparentemente há um motivo para isso.

Há quem acredite nessas histórias, nos conspiracionistas e nos próprios Estados Unidos.

Na verdade, grandes segredos são guardados por religiões antigas e pouco conhecidas e por filósofos antigos não traduzidos. Isto está no oeste da Ásia, conhecido no ocidente como Oriente Médio. 

Iraque, Irã e Síria guardam seguidores de diversas religiões desconhecidas do ocidente e o Iraque, em especial, guarda textos filosóficos milenares não traduzidos, muitos deles destruídos pelos bombardeios dos Estados Unidos. São segredos da história da humanidade que os Estados Unidos parecem querer ocultar e até destruir por suas teorias diversionistas e pelos seus ataques de extermínio.

Mas a Verdade buscada pela Filosofia e por todas as Igrejas ancestrais virá à tona. Poderá demorar décadas ou séculos, mas de algum modo virá.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

CARNAVAL E CERVEJA. CONSCIÊNCIA?

A moda dos blocos de carnaval e de beber cerveja enquanto se movimenta ou na ausência de movimentos tem seu lado bom. Instiga as pessoas a ocuparem as ruas e a se hidratar bem, mas não da melhor forma.

As manifestações populares podem servir para conscientização, mas tenho cá minhas dúvidas se os blocos de carnaval alienam ou conscientizam. E se a cerveja hidrata realmente o corpo ou apenas os bolsos das indústrias cervejeiras. 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

DOS TRÊS GOLPES CONTRA O EXECUTIVO

Entrei no curso de direito no mesmo ano da redemocratização, quando Tancredo deveria tomar posse como presidente após 21 anos de longa ditadura civil-militar.

A redemocratização era odiada pela ala mais à direita da ditadura, a mesma que poucos anos atrás esteve ao lado do ex-presidente Bolsonaro. E em consequência disso, contra a redemocratização, acreditou-se que o incêndio do TUCA, Teatro da PUC, em 1985, teria sido obra dessa ala radical.

Me formei em 1989, mesmo ano da queda do muro de Berlim, um ano após a aprovação da nossa Constituição Federal e 2 anos antes da fragmentação da então União Soviética. Eram momentos apenas efervescentes, sem muita profundidade, na política e economia.

Àquela época, o Estado brasileiro era forte, ditava regras, algumas excessivas, como o congelamento geral de preços. Hoje, o poder executivo, em especial o federal, é fraco e vivencia 3 golpes. 

Um do Congresso, que detém,  como manobra eleitoreira,  grande parte do orçamento próprio do executivo, limitando inconstitucionalmente um dos Poderes da República.

Outro golpe é no judiciário, que muitas vezes adentra no juízo do mérito da conveniência para a administração, cabendo-lhe, no entanto, apenas e tão somente a verificação por meio da percepção do respeito a princípios Constitucionais-Administrativos.

O último, ainda mais cruel, é o autogolpe aplicado pelos próprios chefes do Executivo ao adotarem políticas ultrapassadas neoliberais, que cedem à iniciativa privada, em especial ao sistema financeiro, grande parte das atividades, dos bens e dos recursos públicos. 

O Estado mínimo já é uma realidade. O pouco que o administrador pode fazer é tentar ditar ou uma política de viés social, com políticas públicas superficiais para tanto, ou neoliberais, diminuindo profundamente cada vez mais o poder do Estado.

No meio de tudo isso está a economia. Sem um planejamento estratégico feito pelo Estado, este fica refém da desorganização produtiva interna, da falta de investimento em tecnologias e passa a importar bens caros e a exportar produtos agrícolas ou manufaturados de baixo valor. O Estado não está mais a serviço do crescimento econômico e da defesa da Nação. Torna-se um zelador da área ocupada pelo Brasil, para permissão da exploração pelas grandes potências imperialistas. Nossa soberania passa a ser ficção.

O direito, forçando interpretações, avaliza o neoliberalismo e modifica "per si" a estrutura da Constituição da República, a antiga constituição cidadã. 

Os militares passam a alegrar-se em comprar itens básicos de defesa do exterior. 

Os políticos conformam-se em ver o Brasil reduzido a uma enorme fazenda arrendada por forças imperiais.

O povo, sem esclarecimento, se perde em meio ao entreguismo, e sem incentivo à cultura nacional, acredita que o carnaval é o que nos identifica como Nação, sendo na verdade, e dói um pouco dizer isso, reflexo da política do pão e circo. 

O que nos identifica como Nação é a consciência de nosso tamanho, de nossas riquezas e das raízes de nosso povo. É a consciência de quem fomos e de quem somos 

Acreditando que somos pequenos, corruptos e incapazes, o povo se deixa seduzir pelos entreguistas oportunistas. E assim caminhamos para o desmantelamento do nosso ainda enorme (em território, riquezas e potencial) Brasil.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

ENCONTROS INUSITADOS

São Paulo é a terra das personalidades. Já encontrei tanta gente famosa nessa cidade. Dentre os políticos que encontrei pelo caminho estão Mário Covas, José Serra, Aldo Rebelo, Celso Amorim, Glauber Braga e Sâmia Bonfim. Dentre outras personalidades, estão o ex-jogador Raí, Marília Gabriela, Paulo Henrique Amorim e o YouTuber Comandante Farinazzo.

Aeroportos, teatros, laboratórios clínicos e trânsito nos levam aos encontros inusitados. 

Posso dizer que tive sorte, pois fui e sou admirador declarado de cada um desses, todos eles intelectuais e Brasileiros com "b" maiúsculo.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

NATUREZA, ALMA E SER HUMANO

Nascemos para ver o sofrimento da humanidade. É uma vida de evolução, de experiências e reflexões.

O materialismo nos afasta da Espiritualidade e muitos passarão em vão essa encarnação, enquanto outros superarão as adversidades e os desvios de atenção e desenvolverão maior criticidade e capacidade de amar. É uma vida de encontros e muitos desencontros.

Os maiores encontros são os espirituais, onde percebemos que tudo na Natureza tem uma energia própria a que se pode denominar de Alma. 

E essas Almas podem nos mostrar diferentes formas, conforme estejam relacionadas com determinados tipos de vida. 

Todas as religiões têm um pouco de verdade, inclusive as muito antigas, as xamânicas, a que alguns preconceituosamente chamam de primitivas.

Somos fruto da Natureza e com ela temos afinidades e elementos de dependência. Lá estarão nossas curas e a chave para a compreensão das vidas e do Universo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

ISRAEL JÁ SE ANTECIPA AO FIM DO IMPÉRIO ESTADUNIDENSE

Após a guerra dos doze dias contra o Irã, Netanyahu pede o aniquilamento do regime iraniano a Trump. Os ataques iranianos a pontos nevralgicos de Israel assustou os dirigentes sionistas.

Israel não atacou o Irã porque sabe do poder de retaliação persa.

Trump, o mais submisso dos presidentes estadunidenses às pretensões israelenses, tenta ganhar tempo prometendo negociações aos iranianos, enquanto leva mais poder de fogo às costas iranianas e em países vizinhos e, ao mesmo tempo, espera que a sua inteligência promova ação capaz de  iniciar uma guerra civil avassaladora.

O dinheiro e o lobby sionista indicam parlamentares e pressionam políticos. E não é qualquer um que tem força e coragem para enfrentar o poder sionistas dentro dos Estados Unidos. 

O lobby sionista é tão grande nos Estados Unidos que lá surgiram os sionistas cristãos, árduos defensores de Israel, hoje copiados pelas igrejas neopentecostais brasileiras. 

Os sionistas são tão hábeis que já estão prevendo o fim dos Estados Unidos e da Europa e já está em andamento o planejamento de suas substituições por outros poderosos aliados, Rússia e Índia, aquele com sionistas próximos a Putin e esse último pelos laços em diferentes setores que vão além do econômico, como o militar e de inteligência. E os sionistas farão de tudo para afastar a Rússia da China, que está mais próxima dos palestinos.

Mas Israel será forte e influente o suficiente para continuar a reinar e a agir impunemente?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

TEMPOS DIFÍCEIS E DE DOR PARA A HUMANIDADE

Não há palavras para expressar o pior estágio da humanidade. 

Só, ela não está, mas de nada adianta qualquer ajuda se grande parte da humanidade não enxerga os desmandos, os descaminhos e os perigos.

Grande parte da humanidade está doente, sedenta por dinheiro, poder e o consumo do absolutamente desnecessário, agigantando-se como se Deus fosse. Isso tornou grande parte das pessoas frias, cruéis e radicais quanto a qualquer proposta ou ação de solidariedade.

Quem é solidário ou pacífico passou a ser perseguido ou ridicularizado. 

Os falsamente fortes, restritos ao poderoso ego, vomitam o que há de pior, fazem o que jamais se imaginaria de um ser humano, e ganham apoio e força no seio social. 

É o pior momento da humanidade.

Contra eles há o apoio da ancestralidade, da Espiritualidade e de humanos evoluídos e que se voluntariaram ou que foram iluminados para isso. É uma guerra ética, moral e espiritual que envolve todo o planeta e o Universo conhecido. Alguns têm  noção de que há uma luta, mas não têm suporte moral para separar o joio do trigo. Diante dos maus, há os perdidos que cedem a tentações e com aqueles se unem. É uma guerra diferente do que vimos na Bíblia ou ao longo da história. É a guerra que dividirá e colocará a humanidade no círculo próximo dos reinos celestiais ou dos tronos do gigantesco inferno em definitivo.

A Terra Mãe tenta expurgar. Os Céus tentam iluminar, mas caberá aos próprios humanos a derrota ou a vitória e salvação da humanidade. 

Tempos difíceis e de muita dor.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

IRÃ: QUANDO O MEDO OU O EXCESSO DE ÉTICA PODE IMPLODIR UM PAÍS

Parece que apenas o Irã não percebe que os Estados Unidos jogam com o tempo a seu favor.

Fingem tentar acordo. Fingem estudar propostas para aumentar ainda mais as sanções contra o país persa. Fingem. É o que fazem de melhor. E enganam ou, aparentemente, parecem enganar, os líderes religiosos, políticos e militares do Irã.

Com isso, ganham tempo para rearmar Israel, organizar tropas oficiais, fixar mais navios em áreas estratégicas, preparar ações de comunicação em guerra e sabotar as comunicações iranianas, além de, principalmente, organizar e armar terroristas do ISIS e separatistas curdos, baluches e azeris nas fronteiras e em solo do próprio Irã.

Tentam ganhar tempo para que ocorra, ao mesmo tempo, implosões com guerra civil por quase todo o Irã, bombardeios a pontos estratégicos civis e militares e invasão de diversas pequenas tropas especiais, com o apoio de caças das forças aéreas de Israel e EUA e, talvez, de Reino Unido e França. Isso sem falar em operações diretas de grupos especiais e de inteligência ocidental em solo persa contra políticos, militares, cientistas e civis em geral.

Esse parece ser o plano dos Estados Unidos e do aliado israelense. Contra eles, os iranianos terão poucas chances se não agirem de surpresa, talvez até preventivamente, atacando e afundando navios de guerra, destruindo bases estadunidenses e aniquilando a poderosa força aérea israelense. Tempo para isso eles tiveram e têm. Capacidade operacional e de equipamentos também têm. O medo ou o excesso de ética os detêm?

domingo, 15 de fevereiro de 2026

O FIM DA ESPERANÇA, DO EXPERIMENTO E DA ESPÉCIE

Há um passo de avanço tecnológico a cada dia, e uma maratona de retrocesso social e humanitário a cada amanhecer.

Estamos nos robotizando, mais tecnológicos e cada vez menos empáticos, mas nunca seremos alimentados por baterias. Ainda que o orgulho não admita, o nosso cordão umbilical invisível nos prende à Terra-Mãe, à Pacha Mama.

O afastamento da Natureza nos leva ao fim como esperança, experimento e espécie.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

O CAMINHO, TALVEZ SEM VOLTA, ESCOLHIDO PELA HUMANIDADE

Não sei você, mas ando muito assustado com o rumo da humanidade! E nem me refiro a uma terceira guerra ou a ataques com armas nucleares.

Inteligência artificial que visa substituir o humano, controlar conhecimento e, como diz indiretamente o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, fragilizar nossos raciocínio e memória, como se reprogramasse o nosso cérebro.

Neoliberalismo, o ápice do capitalismo excludente, onde os financeiramente poderosos, indo do crime organizado, banqueiros e industriais aos sócios e donos de big Techs, usam o Estado em prol de seus interesses, pondo fim ao Estado-Nação como conhecíamos. As demais pessoas viram objeto de uso e manipulação, sem direitos básicos, sem direitos trabalhistas, sem previdência, sem saúde pública. 

O faminto receber um prato de comida torna-se uma aberração, um incentivo à miséria. Ao faminto, o destino desprovido de solidariedade, assim como a todo carente em algum sentido.

Uma massa não é mais manipulada por histórias floreadas e pequenas mentiras, mas por ataque direto a seus interesses e, absurdamente, concorda com isso e vibra por um sistema que está sufocando o que ainda resta de humano em nós.

A empatia já não é regra em grande parte dos relacionamentos humanos. Atendimentos robotizados e dependência de tecnologia, onde todos os dados são expostos e controlados, e tudo passa a ser pago, virou a regra, como nas histórias surreais e assustadoras de Kafka. 

Criatividade diminuindo. Criticidade em baixa. Percepção do outro e do mundo quase inexistente.

O que permitia conceber-nos como humanidade está desaparecendo. Estamos nos tornando frios, cruéis, limitados espiritual e mentalmente. Estamos nos tornando grotescos e desumanos ou, numa linguagem bíblica, anticrísticos.

E com tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, a grande maioria de nós é incapaz de perceber a realidade e o caos.

Somos donos do nosso destino e fizemos uma opção. E isso nos revela. Os anticristos não são os outros. Somos nós. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A PACIÊNCIA IRANIANA DIANTE DA PRESSÃO ESTADUNIDENSE

Os Estados Unidos estão com uma frota estacionada em frente ao Irã, a centenas de quilômetros de seu litoral, evacuaram parte de seu pessoal das bases próximas ao Irã, estão movimentando terroristas do ISIS para o Iraque, que faz fronteira com o Irã, estão movimentando grupo especializado em guerras em montanhas, estão levando equipamento de comunicação e de internet para área fronteiriça ao Irã e estão com equipamentos de escuta e inteligência no Líbano. 

Os Estados Unidos estão usando o tempo a seu favor, movimentando tropas e equipamentos e realizando ações de inteligência, inclusive cooptando terroristas e separatistas para que promovam um caos interno no Irã.

Toda essa movimentação evidencia a intenção de atacar o Irã ou, ao menos, convencer o país persa de que poderá ser atacado. 

Agora, até Israel está falando que poderá atacar o Irã.

O Irã poderá permanecer quieto e aguardar um ataque dos Estados Unidos, que promete ser devastador, ou realizar um ataque preventivo, afundando navios estadunidenses, bases militares dos EUA e Israel, sabendo que haverá forte retaliação em seguida ou dias depois. A questão é, após um ataque preventivo, o Irã terá mísseis para continuar uma onda de ataques ou terá pouca capacidade de resistência aos ataques de Israel e EUA? Se fizer ataque preventivo e ficar sem armamentos suficientes, será a derrota e o fim do regime iraniano. 

Um ataque preventivo tem consequências positivas e negativas para o Irã. As positivas é que poderá se antecipar e realizar ataques a bases aéreas, militares, de inteligência e nucleares Israelenses, diminuindo a capacidade dos militares israelenses de contra-atacar. Isso poderia até mesmo vir a acarretar uma eventual invasão de Israel por forças vizinhas, como o Hezbollah ou dos exércitos sírio e saudita. Mas isso é apenas especulação. Não há sinais de que essa invasão venha efetivamente a ocorrer. 

Um ataque preventivo que acarrete a aniquilação de bases estadunidenses e o afundamento de navios seria capaz de provocar pânico no comando militar dos EUA e um alerta para que pressões do tipo não voltem a ocorrer.

Além disso, Trump sofreria protestos internos pela morte de militares e perda de equipamentos bélicos caríssimos numa aventura não necessária. 

O recomendado, no entanto, é que o Irã exija a imediata retirada da frota antes de realizar um possível  ataque preventivo.

As consequências negativas é que Israel e os Estados Unidos muito possivelmente não pediriam cessar fogo, mas  reagiriam à altura, inclusive insuflando terroristas e separatistas iranianos para provocarem o caos interno e a derrubada do governo.

O Irã deve estar preparado. Os Estados Unidos estão se preparando. Mas a ação tresloucada de Trump pode antecipar uma guerra civil interna nos EUA e ser esta a última guerra dos Estados Unidos como conhecemos, antes de se fragmentar em países menores. 

Um ataque ao Irã pode antecipar o fim do império, a depender das baixas que os EUA vierem a sofrer. Se o Irã souber usar isso, poderá vingar-se das inúmeras tentativas de revolução colorida que sofreu (incentivadas e armadas pela inteligência dos EUA e de Israel) e provocar a possível gota d' água para o início da segunda guerra de secessão nos EUA.

Trump pode ser um bom jogador de pôquer, mas não entende nada de história e do complexo xadrez geopolítico. 

Os iranianos têm como herança milenar a sabedoria estratégica da paciência e da boa análise da realidade.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

NEOLIBERALISMO, TRÁFICO DE DROGAS E CERTAS IGREJAS, O QUE TÊM EM COMUM?

Neoliberalismo, narcotráfico e algumas igrejas (sim, com "i" minúsculo), o que têm em comum?

Todos esses buscam um Estado pequeno, mas capaz de garantir suas benesses. Buscam a lei do mais forte. Se afastam das questões sociais e a vida humana não faz parte de suas preocupações. Defendem a alienação e o fim dos estudos e da criticidade. Sem pessoas críticas, manipulam como querem. Lucro fácil e rápido é o que mais lhes interessa. Financiam partidos e candidatos e se infiltram nos três poderes. O Estado mínimo, que pregam e defendem, lhes favorece.

A hipocrisia, o consumo do absolutamente desnecessário e a riqueza e sucesso são, por eles, incentivados. 

Representam o maior risco à humanidade e comandam muitos países. Contra eles há o capitalismo representado pelo desenvolvimentismo, com um Estado presente e com preocupação social, e o socialismo. Há contra eles as verdadeiras religiões. Há contra eles a realidade e a verdade, trazidas pelo conhecimento. Há contra eles o bom senso e o cerne da humanidade.

Mas muitos continuam a apoiar tudo o que há de mal trazido por esses cavaleiros do apocalipse. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

ARREBATAMENTO? O MUNDO NO INSTANTE DA REVELAÇÃO?

Os espíritas dizem que, em determinado momento da evolução da humanidade e do próprio planeta Terra, os Espíritos mais evoluídos permanecerão aqui, onde a Terra também passa para um novo estágio de sua evolução, e os que menos aprenderam serão arrebatados para outros planetas. Já os neopentecostais dizem algo que parece ser exatamente o contrário. Divulgam que com a grande Israel, com o Terceiro Templo e o retorno físico do Messias, os merecedores da bondade divina serão arrebatados e levados aos Céus.

Quem teria razão? Possivelmente um ou nenhum deles. No Mundo da Fé não é possível afirmar nada, mas sim acreditar e tentar sentir e compreender a possível lógica de cada conceito ou ponto de vista.

Em um mundo de tanta exposição, recheado de programas ao estilo "big brother", com câmeras em todos os cantos possíveis, com a internet que sabe de cada detalhe nosso, estaremos nós naquele dito momento da revelação e sob o tão proclamado julgamento divino?

Obviamente, as divindades não necessitam de recursos utilizados pelos humanos para saber sobre nós e de cada uma das Almas. Mas penso que a revelação serve, em um primeiro instante, para sabermos mais sobre nós mesmos, descobrirmos o nosso melhor e também o nosso pior.

Com o escancaramento do apego de muitos pelo dinheiro, equivalente ao antigo deus do bezerro de ouro, o vulgo materialismo da sedução pelo absolutamente desnecessário; com o descaso pelos mais necessitados, inclusive sob a mais inaceitável fome e sofrendo a maior injustiça possível, estejam eles nas ruas mais próximas ou em territórios distantes, incluindo os sagrados para as religiões ocidentais; com a divisão política da sociedade, como se não bastasse a social e de classes, e o ressurgimento do extremismo de direita por todos os cantos do mundo ocidental, propondo ações há muito rechaçadas por todos os países, passamos a conhecer mais sobre nós, sobre a nossa sociedade, sobre as religiões, sobre os políticos, enfim, sobre a própria humanidade. A isso não há outro nome possível que não o de revelação.

A revelação se abre para nós como descoberta, o que pode chocar os mais sensíveis, e penso que o julgamento inicial será nosso, individual, abrindo as nossas portas mentais para o inferno ou o Céu individual e talvez até o coletivo, a depender do que cada um fez, viu e aprendeu.

Outros planos virão. Uma vez, meditando, ouvi dizer em doze planos, graus, esferas ou níveis de julgamento, incluindo o último, o do Todo, o da Divindade Maior ou Deus. O julgamento por mérito ocorreria desde os planos inferiores até o último, começando por nós mesmos, aparentando não obedecer uma ordem de gradação por bondade ou elevação. A sanção, pelo o que entendi, não seria queimar no inferno, mas a antecipação dos karmas (ou carma) e, penso (juízo meu) que talvez outra imposição seria a existência em uma realidade mais próxima daquilo que fizemos, emanamos e que realmente somos.

Não tenho dúvidas de que já estamos no momento da revelação, e você, o que pensa?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

PERCEPÇÕES, A DIFERENÇA.

As coisas simples da vida são as melhores. Comer uma fruta diretamente na árvore frutífera, dar um beijo carinhoso em quem se ama, tomar água mineral direto da fonte, ver o nascer e o por do sol, observar a natureza... Mas há quem prefira pagar uma fortuna por um água engarrafada, comer uma fruta importada que foi catada há dias, ou semanas, ficar com mais mulheres do que consegue lembrar nomes.

Como dizem, a vida é feita de escolhas, mas também o é de percepções. Há quem está vivo, mas não percebe nada ao seu redor, mas apenas o que dizem dar lucro, ser da moda e ser fino. Ele se põe no centro do mundo e afasta toda a natureza. E há os que observam a natureza e tudo o que existe, como se integrassem a ela e formassem um só corpo, uma unidade.

Os primeiros passarão como se não tivessem vivido. Os últimos carregarão a experiência da vida e conhecerão um pouco do que é a natureza. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

A SUPREMACIA E O GENOCÍDIO, REFLEXOS DO DESRESPEITO AO PRINCÍPIO BÁSICO DA IGUALDADE.

Salvo para os supremacistas, nazistas, sionistas e eugenistas, não existe raça superior.

Essas ideias ainda vicejam em Israel e em outros países, onde alguns são superiores a outros e têm mais direitos. Nos Estados Unidos, onde surgiu a eugenia, o supremacismo branco ainda é uma força, hoje com laços governamentais.

Nesse mundo tão obtuso, ainda há quem defenda essas ideias, mesmo em meio ao genocídio palestino.

A grande mídia, inclusive a brasileira, é refém dos sionistas radicais, e o genocídio palestino está sendo abafado, para o esquecimento 

O certo seria haver um dia para lembrar-se de todos os genocídios havidos, dos povos originários nas Américas, dos armênios, dos ciganos, dos judeus e dos palestinos, dentre tantos outros. Um dia para lembrar do que não se pode repetir.

Outro dia, agora a ser comemorado, deveria ser o da igualdade, algo natural mas muito combatido pela extrema direita e pelo neoliberalismo. A igualdade de gênero, de cor,  de raças, de religiões e de condições deveria ser uma realidade há séculos. A igualdade é um princípio básico da humanidade e foi difundido às exaustão a partir da Revolução Francesa.

Que todos possam comemorar serem humanos, sem discriminação e sem genocídios, e que estes crimes possam ser devida e severamente punidos.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

ELEIÇÕES. NACIONALISTAS

O Brasil precisa dos nacionalistas, mas quem são eles?

Não são os autodenominados "patriotas", que prestam continência à bandeira dos Estados Unidos, carregam uma enorme bandeira ianque no dia da comemoração independência do Brasil e apoiam retaliações do governo dos Estados Unidos contra empresários brasileiros, o Brasil e poderes nacionais.

Nacionalista é aquele que se preocupa com o Brasil acima de tudo, mas de verdade. É aquele que pensa em programas e projetos de médio e longo prazo. É aquele que deseja ver o país industrializado, com empregos, bons salários, desenvolvimento de novas tecnologias, boa saúde e educação primorosa.

Nacionalista é  o que pensa e age pelo Brasil e não por questões menores, partidárias e ideológicas.

Pense nisso nas próximas eleições. O Brasil precisa de gente séria e comprometida.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

UM SOPRO, UM EMPURRÃO. O QUE É INSPIRAÇÃO?

Há quase oito anos eu comecei a escrever um livro diferente de tudo o que já imaginei que seria capaz de produzir ou colaborar na sua produção. Era uma obra sobre os seres angelicais.

Em apenas um mês ele estava pronto. E isso durante o período de trabalho, que também estava intenso. Lia e pesquisava à noite, de madrugada e nos finais de semana. Não tinha sono ou cansaço.

Era uma época de produção intensa, com energia acumulada.

Tinha dúvida se usava o meu nome ou um pseudônimo, mas como não poderia me envergonhar, ainda que sabidamente a obra gerasse críticas e fofocas a meu respeito, ousei usar o meu próprio nome.

O resultado não foi um soco no estômago. Ao contrário, foi um abraço terno que me deixou extremamente radiante e feliz!

Hoje, parece que escrevi o livro há uma eternidade.

Só posso concluir que fiz o meu melhor e fico feliz por isso! A maior parte veio de inspiração! O que ela - inspiração - exatamente é, não sei. É um sopro no ouvido, um empurrão, um correr junto. Algo único que deve ser aproveitado no momento em que aparece.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

O GIGANTE MILITAR É UMA CRIANÇA EM GEOPOLÍTICA

É impossível a qualquer um enfrentar de igual para igual as Forças Armadas dos Estados Unidos, que ainda são a maior potência militar do globo, com pessoal, armas e equipamentos bélicos e de inteligência espalhados por todo o globo, com mais de 800 bases.

O gigante pressiona Cuba, Venezuela e Irã, mas se retrai frente à Rússia e à China. O motivo é que os Estados Unidos, desde o fim da guerra do Vietnã, gostam de fazer guerras pontuais ou devastadoras, com o mínimo de perdas possível. E sabem que, se enfrentarem China e Rússia, terão muitas baixas, pois a briga será entre adultos, militarmente falando. Não que o Irã não seja uma potência militar regional, mas ele está cercado por bases dos Estados Unidos, agentes de inteligência infiltrados e por equipamentos de guerra estadunidenses, sem possuir, no entanto, armas nucleares dissuasórias, fator importante para evitar agressão externa.

Os Estados Unidos são um gigante no aspecto militar, mas uma criança na geopolítica, pois são inconsequentes. Vide o que ocorreu com os países invadidos ou atacados após as guerras que provocaram por todos os cantos do globo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

ARMAS DO BEM EXISTEM! SABE QUAIS SÃO?

O ser humano tem armas potentes que podem aproximá-lo dos outros, mas tem preferido desenvolver armas que separam, matam e entristecem.

Um simples olhar gentil pode fazer a diferença, assim como um sorriso, um carinho ou uma palavra suave. São armas à nossa disposição para o bem, para o acolhimento e união.

Como se vê nem toda a humanidade está perdida. Muitos resistem ao materialismo frio e doentio e distribuem amor por ações e palavras.

Muitas religiões que deveriam religar o ser humano à sua essência e ao Universo, tem servido para discriminar e pregar o ódio, destruindo os significados de religiosidade e de humanidade. Os falsos religiosos e os seus fiéis desprovidos de fé no Amor fazem exatamente o inverso daquilo que deveriam defender e realizar.

Mas o amor, que independe de recursos materiais e de desenvolvimento de técnicas de produção, está disponível para todos em qualquer instante e em qualquer lugar, e assim continuará a sê-lo, ainda que o humano tenha optado reiteradamente pela insensatez das armas que matam, das posses que dividem, do preconceito que segrega e do sistema econômico que escraviza.

DE PEABIRÚ ÀS MISSÕES JESUÍTICAS.

Muitos percorrem milhares de quilômetros para peregrinar em rotas europeias e asiáticas, inclusive eu fui um desses, mas há caminhos no Brasil repletos de Espiritualidade e história que fascinam qualquer Espírito sedento por aprendizado e vivência.

No Brasil, o mais famoso é o Caminho da Fé, que leva até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, mas há também o interessante Passos de Anchieta, que tenta recriar o percurso que o Padre e Santo  (São) José de Anchieta percorria no litoral capixaba, no Espírito Santo. Sim, embora ele tenha fundado a cidade de São Paulo, ele viveu e morreu no Espírito Santo.

Há uma rota deslumbrante que liga o Brasil ao Paraguai e à Argentina, percorrendo as Reduções Jesuíticas construídas pelo povo Guarani, sob proteção dos Padres Jesuítas, desde São Miguel, no Rio Grande do Sul, ao interior dos nossos vizinhos do Mercosul. Não há exploração nem trilhas ou estudo sobre esse percurso, mas é algo plenamente possível de fazer e que encantaria qualquer peregrino. As construções e os detalhes perfeitos de cada Redução encantam os olhos e a Alma de todos.

Embora não houvesse um caminho original conhecido interligando as várias Missões Jesuíticas, hoje há estradas que as conectam, o que facilita a descoberta dessas construções centenárias por turistas estadunidenses, alemães e até (digo até porque tem poucos) sulamericanos. 

Mas o caminho brasileiro mais antigo, de fato, é o de Peabiru, uma série de trilhas e caminhos na Floresta, que ligavam diversos pontos do Brasil à terra do império Inca, no Peru, muito tempo antes da vinda dos colonizadores europeus.

Os caminhos de Fé não necessariamente se ligam a Igrejas, mas à história e ao respeito pelos povos que há centenas de anos ou milênios, construíram caminhos para facilitar a migração de povos ou o comércio, e que muitas vezes viam nesse percurso uma peregrinação Espiritual, como acreditam os Guaranis no caminho de Peabiru.

Em Santa Catarina o governador oficializou o caminho de Peabiru, mas incluiu cidades que não estavam no caminho original, apenas para dar lucros a empresários locais, como afirmam muitos indígenas e pesquisadores. 

Os caminhos que hoje exploramos turística e religiosamente não apenas fomentam o comércio e o trânsito de pessoas, mas o engrandecimento da Fé, que naturalmente busca a Verdade, o que deveria levar os políticos a respeitarem os fatos históricos, sem remodelar caminhos originários.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ORELHA, A MELHOR PARTE DA HUMANIDADE. FALO DO CÃOZINHO ORELHA.

À época bíblica, os amigos dos humanos eram os Anjos. À época dos gregos, os melhores amigos dos homens eram os semideuses. Hoje, os animais domésticos, como cães e gatos, se tornaram os melhores amigos da humanidade.

O recente caso de maus tratos e extermínio do cãozinho Orelha, em Santa Catarina, comoveu o Brasil inteiro. 

Abandonado e adotado pela comunidade, Orelha era um cãozinho dócil e extremamente carinhoso. Morreu torturado, com pauladas e pregos na cabeça e com pedaço de pau enfiado em sua garganta. Foi uma morte cruel, praticada por doentes e psicopatas.

A morte como ocorreu enfureceu a sociedade e a fez revelar, ainda, o seu lado humano. Quem diria que um cãozinho resgataria a humanidade perdida entre os homens?

Muitos passaram a questionar a adoção por comunidades, já que não propicia segurança aos bichos, expostos ao contato com pessoas amorosas e psicopatas.

Outros externaram a preocupação com a idade penal, propondo a redução da maioridade para fins de aplicação da lei penal.

Como sempre, a preocupação humana se externou através da compaixão e da sede de vingança. Mas quem, ainda que saiba que esse não é  de longe o melhor caminho, não sentiu vontade de vingar a morte do cãozinho?

Um cãozinho muito melhor que grande parte dos humanos uniu boa parte da sociedade brasileira, até então doente e dividida entre times cariocas e paulistas e bolsonaristas e lulistas. 

Humanidade não tem cor, não tem cheiro nem forma. Humanidade é muito mais que a raça humana, é buscar viver com amor, compaixão e retidão, como fez um "simples" animalzinho abandonado pelos homens e é incapaz de fazê-lo a maior parte dos homens.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

ANTICOMUNISMO, A ARMA QUE REVERBERA ENTRE OS DEFENSORES DO IMPÉRIO.

Sujeitos pouco afeitos à história e à realidade continuam a gritar impropérios sobre o comunismo, aquele mesmo que ruiu em 1991 com a extinção da União Soviética e o imediato ressurgimento da Rússia e de  outras repúblicas. 

Com exceção à Coreia do Norte, o que existe de comunismo, hoje, são apenas partidos políticos. A China tem sua direção política conduzida pelo partido comunista, mas a sua economia é capitalista. 

Mas a guerra contra o comunismo não é uma guerra contra os moinhos de vento de Dom Quixote, é uma guerra contra os anti-imperialistas, como o são grandes partes dos governos de países do mundo todo.

Os que clamam contra o comunismo que não existe mais hoje em dia como sistema econômico, são os que defendem o imperialismo, a exploração dos povos e das riquezas. São os lacaios, os vira-latas cães de guarda do império.

Veja na última comemoração de sete de setembro. Onde se clama anti-comunismo se reverencia a bandeira dos Estados Unidos e sempre se prega contra valores típicos de nossa nacionalidade.

É uma pena que pessoas comuns não percebam como estão sendo manipuladas por oportunistas a serviço dos Estados Unidos.

Contra eles há o nacionalismo e o anti-imperialismo, que caminham umbilicalmente juntos e que significam a libertação dos povos e de suas Nações. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

A ÚLTIMA GUERRA DOS ESTADOS UNIDOS

A última guerra dos Estados Unidos será a segunda guerra civil. Com população dividida, hoje um dos maiores países do mundo se dividirá em pequenos Estados-Nação. Seus bilionários migrarão para outros países ou Estados ricos do que sobreviver ao caos da destruição. 

Isso não é profecia, mas um relato de uma análise diante da realidade de hoje do maior império de todos os tempos 

Mas a última guerra externa, se houver, possivelmente será contra o Irã. Bases militares, aeronaves, navios de guerra e até um ou mais porta-aviões dos Estados Unidos podem vir a ser atingidos. Com isso, com o orgulho ferido, a tendência do governo ianque será invadir o país persa, e aí começará o caos para os estadunidenses. Uma guerra sem fim que atingirá os sionistas, provocará perdas e gastos incalculáveis e a ruína econômica, política, geopolítica, social e militar dos Estados Unidos.

Os iranianos sofrerão, terão sua infraestrutura destruída, mas serão ajudados em campo por alguns países vizinhos e por parte das populações de países islâmicos. Os chineses continuarão a ajudar silenciosamente, com tecnologia, comunicações e inteligência. 

Se isso ocorrer, será a última guerra daquele país que já teria sido o maior império do mundo. A guerra civil será consequência natural da desestruturação do governo despotico. 

Um país da América do Sul, pacífico, poderá vir a liderar as Américas em outro sentido, da união e da paz, a depender dos movimentos diplomáticos e geopolíticos deste. 

Repito que se trata apenas de uma análise geopolítica do presente, face às condições políticas, sociais, econômicas e militares. Se trata de uma possibilidade. Se vai ocorrer, ou não, não depende do analista, mas de outros fatores, inclusive subsequentes.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

DO CAOS À EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE

Bastou para o mundo virtual dominar, as livrarias físicas desapareceram e os ditadores e os imbecis dominaram esse mundo surreal.

Parece que acordamos em um mundo distópico, onde os bons, as crianças e as mulheres são as principais vítimas. 

A verdadeira Fé passou a ser criticada e o ódio passou a ser referência de comportamento.

Critica-se o padre que distribui alimentos a quem dele precisa e adora-se os que pregam a discriminação, a superioridade e a ganância.

Como reflexo disso, fortalece-se o neoliberalismo na América Latina. 

Os bilionários ganham bilhões ao dia, enquanto aumenta-se o número de miseráveis e diminui-se a classe média mundialmente, com exceção à China e aí sudeste asiático. 

Os espiritualistas creem que há algo de errado no mundo Espiritual, com reflexos no mundo material. 

Os ateus passaram a ter uma crença mais forte na inexistência de um Deus. 

Os que se dizem crentes em Cristo, mas o fazem da boca pra fora, valorizam o ter, o poder e as relações espúrias, tudo o que Jesus condenava.

Nesse mundo distópico, ler permite enxergar possibilidades, passado e futuro, mas quem lê? As pessoas preferem restar presas em um mundo altamente materialista, mais próximo do inferno, do que em um mundo das idéias e dos ideais. 

A inversão de valores não surpreende aqueles que sabem da fase e do destino da humanidade.

É nesse mundo distópico, do materialismo excessivo, e dos infernos pessoais e coletivos, que mostramos aos outros e aos Céus quem de fato somos. É a revelação citada na Bíblia e que antecede a uma grande e larga evolução da humanidade. É uma espécie de caos que antecede uma vida mais verdadeira e mais próxima do Eu verdadeiro de cada um.

sábado, 31 de janeiro de 2026

INDÚSTRIAS BRASILEIRAS E O ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPÉIA

O Brasil acerta em incentivar a reindustrialização, mas erra feio ao assinar o Acordo Mercosul-União Europeia.

O risco de extermínio de nossas indústrias será grande se, e quando, entrar em vigor este acordo. A entrada em vigor depende de aprovação nos parlamentos respectivos e sanções (aprovações) governamentais. Talvez demore de 1 a 2 anos ou mais, ou nunca entre em vigor.

O nosso agronegócio festeja a assinatura, mas o cambaleante setor industrial está em alerta.

O Brasil precisa investir em tecnologia industrial, aumentar a sua escala de produção para diminuir os custos e aumentar a competitividade. O governo pode adotar medidas de incentivo e reorientar o setor. Há saídas, mas, se um governo neoliberal assumir em 2027, podemos dizer adeus às nossas indústrias e aos nossos melhores empregos e salários. 

O Brasil precisa de um minucioso projeto de Nação, traçar metas, objetivos e prever a sua inserção na Constituição da República como cláusula pétrea ou de difícil remodelação por cada novo governo ou legislatura que venha a assumir. 

O Brasil tem potencial e jeito. Só falta vontade política.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

PROJETOS DE TRUMP E O BRASIL

Países que progridem têm projetos de médio e longo prazo. O melhor exemplo é a China que pensa décadas à frente.

O pior exemplo é o Brasil e tantos outros países que não têm projetos e mudam o rumo a cada mudança de governo .

Os Estados Unidos já foram exemplo. Hoje, os projetos estadunidenses são um tanto infantis. Afinal, qual é o projeto de Trump para o mundo? O projeto se resume aos seguintes pilares. Vamos lá:

A) o hemisfério ocidental, em especial o continente americano deve estar sob o controle geopolítico,  geoeconômico e militar dos Estados Unidos, podendo este invadir qualquer país do continente se afrontar a supremacia estadunidense, aliar-se a outra potência ou for inerte ou incapaz de lidar com o narcotráfico;

B) qualquer país do hemisfério ocidental que detiver riquezas consideradas estratégicas para os Estados Unidos (petróleo, gás, minerais relevantes, terras raras e água) poderá ser comprado, invadido ou haver negociação para o uso exclusivo;

C) países do hemisfério ocidental devem comprar mais e mais produtos dos Estados Unidos, sob pena de sanções;

D) os Estados Unidos fortalecerão (e já estão fortalecendo) as suas mais de 800 bases militares internacionais; 

E) Os Estados Unidos visam atrair a Rússia para a sua órbita de influência, afastando-a da China;

F) todos os países considerados vitais para a China (leia-se aí o Brasil, pois segundo esse blogueiro, o Brasil é o pilar ocidental da China) devem ser afastados da órbita de influência chinesa, estejam onde estiverem;

G) a China não será combatida militarmente, mas será contida no comércio e geopoliticamente.

Como se vê, dos pilares acima o Brasil se enquadra em 4 deles, sendo alvo direto da Secretaria de Estado, do Ministério da Guerra e da CIA, todos estes órgãos do governo dos Estados Unidos.

2026 não será um ano fácil!

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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