Após a guerra dos doze dias contra o Irã, Netanyahu pede o aniquilamento do regime iraniano a Trump. Os ataques iranianos a pontos nevralgicos de Israel assustou os dirigentes sionistas.
Israel não atacou o Irã porque sabe do poder de retaliação persa.
Trump, o mais submisso dos presidentes estadunidenses às pretensões israelenses, tenta ganhar tempo prometendo negociações aos iranianos, enquanto leva mais poder de fogo às costas iranianas e em países vizinhos e, ao mesmo tempo, espera que a sua inteligência promova ação capaz de iniciar uma guerra civil avassaladora.
O dinheiro e o lobby sionista indicam parlamentares e pressionam políticos. E não é qualquer um que tem força e coragem para enfrentar o poder sionistas dentro dos Estados Unidos.
O lobby sionista é tão grande nos Estados Unidos que lá surgiram os sionistas cristãos, árduos defensores de Israel, hoje copiados pelas igrejas neopentecostais brasileiras.
Os sionistas são tão hábeis que já estão prevendo o fim dos Estados Unidos e da Europa e já está em andamento o planejamento de suas substituições por outros poderosos aliados, Rússia e Índia, aquele com sionistas próximos a Putin e esse último pelos laços em diferentes setores que vão além do econômico, como o militar e de inteligência. E os sionistas farão de tudo para afastar a Rússia da China, que está mais próxima dos palestinos.
Mas Israel será forte e influente o suficiente para continuar a reinar e a agir impunemente?