Se alguém tinha dívidas de que os Estados Unidos representavam o mal, basta olhar a realidade ao seu redor.
Você podia ter uma imagem de um país democrático, libertador e promissor, mas isso nos anos 60, 70 e 80, devido à grande campanha promovida pelas músicas, cinema e deturpação de notícias promovidas pelas agências de notícias.
Hoje, com a globalização e a internet, basta ler, se atualizar e ver ao redor, que não dá mais para esconder a perversidade do maior império que já existiu na face da terra.
O pior é que os Estados Unidos praticam contra a sua própria população o que fazem no mundo afora.
Um país que jogou bombas atômicas em cidades ultra povoadas. Um país que não hesitou em utilizar agente laranja contra população civil de países atacados. Um país que montou campos de tortura e de execuções em outros países. Um país que fuzilou civis e crianças. Um país que pratica escuta ilegais de presidentes e empresas, inclusive de países aliados. Um país que promove golpes e revoluções coloridas no mundo inteiro. Um país que aplica sanções e boicotes a países empobrecidos, causando a fome na população civil. Um país que bombardeia e mata lideranças em todo o globo. Um país que usa ameaça, e não diplomacia, para conseguir vantagens indevidas. Estes são os Estados Unidos, mas não só.
Os Estados Unidos utilizaram as drogas como arma contra países inimigos, não agem eficazmente contra as organizações de drogas dentro dos próprios Estados Unidos, já que algumas delas teriam ligações com grupos de exilados que possuem força política interna. Não se preocupam com a saúde da população, carecendo esta de atendimento gratuito. Aumento considerável de dependentes de drogas. Aumento de pessoas em situação de rua. Empobrecimento da classe média. Desindustrialização. Enquanto isso, surgem bilionários e trilionários, o que não existia antes dos anos 90, e que engrandecem astronomicamente sua riqueza a cada segundo, minuto e dia.
Contra ele, somente a ONU poderia ter alguma força. Porém, a ONU está desacreditada e os EUA têm poder de veto.
Talvez a população dos Estados Unidos conseguisse frear o mal que o país promove interna e externamente, mas teria que se deparar com congressistas vendidos a poderosos lobbies, e milícias armadas formadas pelo governo federal. Seria uma guerra civil, cuidadosamente provocada por Trump para, com isso, enterrar o que resta de democracia e aumentar seus poderes já imperiais.
Quem conseguiria parar o país que alimenta a fome, as guerras, a miséria, os golpes, a intimidação e as drogas?