Há um passo de avanço tecnológico a cada dia, e uma maratona de retrocesso social e humanitário a cada amanhecer.
Estamos nos robotizando, mais tecnológicos e cada vez menos empáticos, mas nunca seremos alimentados por baterias. Ainda que o orgulho não admita, o nosso cordão umbilical invisível nos prende à Terra-Mãe, à Pacha Mama.
O afastamento da Natureza nos leva ao fim como esperança, experimento e espécie.