AINDA HÁ QUEM RESPEITE A ÉTICA NAS GUERRAS, MAS ATÉ QUANDO?

Temos visto pouca ética por parte dos países mais fortes militarmente. Na maior parte das vezes, praticam crimes bárbaros, como fizeram os nazistas na segunda guerra mundial, os Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki e em tantos outros lugares em quase todos os continentes habitados, e Israel ao longo do conflito com os palestinos. 

Usam serviços de inteligência não para por fim às guerras, mas para causar maiores danos e dores ao inimigo, através de assassinatos de autoridades militares e até civis, pouco se importando se há crianças e mulheres próximas. 

Escolas com meninas são alvejadas, matando todas elas, 171, além das professoras.

O certo seria não haver guerras, dores ou caos, mas a humanidade ainda escolhe esse caminho para insuflar seu ego, desumanizando o outro. 

Hoje, países éticos, nesse aspecto, são o Brasil, Cuba e tantos outros. Mas em conflitos o Irã se sobressai na ética. Não os inicia, comunica o que fará e usa apenas a força necessária e se recusa a ter armas atômicas, para evitar causar dores ainda maiores às humanidade. 

Mas sob risco de um ataque devastador, até onde irá a ética daquele que, mesmo nas guerras, ousou respeitar a humanidade, como fez o imperador Ciro milênios atrás? 

Este texto foi escrito antes do início da guerra e foi editado para acrescer o necessário parágrafo do ataque israelense e estadunidense a duas escolas de meninas de 6 a 12 anos, matando 171 alunas em apenas uma escola. Esse é o ocidente que Estados Unidos e Israel dizem representar.

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