QUEM É O AUTOR DESSE BLOG?

ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

NEOLIBERALISMO, A RAIZ DO ANIQUILAMENTO DA DEMOCRACIA E DOS ESTADOS-NAÇÃO

Enquanto a massa de manobra se divide entre direita e esquerda, o império se beneficia com candidatos que propõem a venda de empresas brasileiras, a desconsideração com as indústrias nacionais, a falta de investimento nas universidades públicas e a consequente baixa em novidades para o setor industrial, o baixo investimento em tecnologia, a falta de estratégia de longo prazo para a indústria de defesa e a falta de cuidado com os nossos minerais, a nossa agricultura, as nossas terras raras, a nossa água hidromineral e potável e os nossos minerais radioativos. 

O Brasil é um país riquíssimo, mas que precisa saber cuidar de tudo o que têm e que  pode levá-lo a galgar uma posição de destaque internacional. 

Políticas neoliberais anacrônicas, vendidas como se fossem a solução, geram dividas sociais a longo prazo, o enfraquecimento do poder decisório do Poder Público, o enriquecimento do mercado e a entrega de setores vitais do Brasil às grandes potências econômicas. É a ruína não admitida e camuflada por governos entreguistas.

A questão não é nem deveria ser se somos de esquerda ou de direita conforme o nosso ódio. A questão deve ser, sempre, o que realmente protege o Brasil e lhe traz condições de progresso que beneficie seu povo a médio e longo prazo.

Se assim pensarmos, nos preocuparmos efetivamente com o país e, assim, reavivar-se-á o nacionalismo e o nacional desenvolvimentismo.

O neoliberalismo é a entrega das riquezas ao mercado. É a substituição marginal da democracia pelos interesses defendidos pelos poderosos lobbies internos e externos. É o fim do Estado-Nação. É também o fim da classe média.

No neoliberalismo só restarão os dezenas de hiper ricos e os bilhões de miseráveis. 

É a forma mais cruel de concentração de riquezas e de poder. É uma nova forma de feudalismo misturado com escravidão generalizada e aristocracia (onde uma pequena elite de servidores mantém privilégios).

Estamos vendo os resultados do neoliberalismo provocados principalmente pelos dois governos anteriores. 

Ou defendemos os interesses do Brasil, ou em breve não haverá mais Nação, mas apenas uma vasta terra devastada pela exploração inconsequente do império, com pessoas sem escolaridade e o mínimo de dignidade, onde apenas um ou outro, sempre oportunista, terá condições de amealhar poucos recursos, em detrimento da massa. Esses poucos, conhecidos como oportunistas, são os traidores da pátria, os entreguistas, os sem caráter e lealdade. São lacaios do império e nunca foram brasileiros de verdade. Ser brasileiro estará apenas na lembrança dos livros de história. Os que hoje são brasileiros se tornarão apátridas, sem Estado, sem proteção alguma e sem leis que os protejam. As leis vigentes serão as do império, onde essas pessoas são consideradas meros objetos.

Mesmo assim, talvez chamem a isso de democracia e o império de país libertador. E muitos escravizados aplaudam o sistema desumano. 

É uma aparente desconexão, uma irracionalidade a que a massa, destituída de educação humanista e de severo senso crítico, está sempre submetida. 

Ademais, as pessoas em situação fragilizada têm uma capacidade de se colocar em outras vestes e imaginar papéis que jamais poderão encarnar, como evidenciado pelo pai ao criar falsas realidades ao filho no filme "A Vida é  Bela!", tudo para tentar apagar as dores reais, que assim se eternizam, se avolumam e consomem o que há de racionalidade e humanidade.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

IRÃ, UMA GUERRA DIFÍCIL E DEFINIDORA.

O cerco dos Estados Unidos ao Irã nos traz uma certeza, a de que os EUA estão gastando muito dinheiro para ser apenas um blefe ou pressão sobre o governo iraniano. Dois porta-aviões, 14 navios de apoio, mais de cinquenta mil militares enviados, militares remanejados das bases no Oriente Médio, principalmente da Síria para o Iraque. Mais de uma centena de caças. Militares especializados em guerras em montanhas. 

Mas isso não é tudo. Os Estados Unidos, Israel e Grã-Bretanha estão com agentes e informantes em solo persa e nos países vizinhos para promoverem atos de sabotagem, planejarem invasão e assessorando, treinando e armando terroristas do ISIS posicionados no Iraque e rebeldes do Curdistão, Azerbaijão e Baluchistão iranianos. Os primeiros ficam na divisa com o Iraque, ao oeste; os segundos ficam no nordeste iraniano; e os últimos no sudeste, na fronteira com o Paquistão. Ao mesmo tempo, a ação de inteligência se dá no meio estudantil e na oposição, insuflando manifestações.

O tempo parado não é para pensar em estratégias de ataque, mas para preparar ações de sabotagem, manifestações e guerra civil para sobrecarregar as forças de segurança iranianas, ao mesmo tempo em que quartéis e bases militares, prédios governamentais, refinarias e unidades de desenvolvimento de urânio seriam alvos prioritários. 

OS ataques por terroristas, separatistas e pelas forças dos EUA se dariam majoritariamente pelo norte, oeste, sudeste e sul do Irã.

Ao que parece, Israel também atacaria o Irã com mísseis e ataques aéreos. 

O Irã só sobreviverá se for ágil e conseguir se defender dos diversos ataques esparsos e causar muitas baixas de equipamentos e militares dos Estados Unidos logo no início, e para tanto não poderá poupar suas armas. Somente fortes baixas  de aviões e navios nos primeiros dias poderá levar os Estados Unidos a recuarem e suspenderem os ataques. 

Ao que parece, os Estados planejaram para que a guerra não dure anos, mas no máximo três ou quatro meses, e com relativas baixas para os EUA Muitas perdas iniciais podem levar o Pentágono a pedir a suspensão dos ataques, permanecendo o conflito entre os terroristas, separatistas e opositores e talvez um ou outro batalhão especial dos EUA contra as forças iranianas 

Essa guerra tem tudo para ser devastadora e definidora do futuro do Irã, de Israel e também dos Estados Unidos. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

IRÃ E GUERRA DE SECESSÃO. ESTRATÉGIA OU CONSEQUÊNCIA?

Pela importância estratégica do Irã, seja como exportador de petróleo, seja como importante aliado militar e produtor de armamentos de alta tecnologia, seja pela localização estratégica para as Novas Rotas da Seda ou seja, ainda, pela localização geográfica, servindo como muro de contensão, o país persa pode ser considerado um dos 3 principais pilares estratégicos da China, ao lado da Rússia e Paquistão. 

A China pouco fala se está auxiliando o Irã em inteligência, comunicações, sistemas de detecção de ameaças ou armamentos, mas há muitas notícias a respeito trazidas por analistas geopolíticos de respeito.

A Rússia também pouco fala de ajuda ao seu parceiro militar, mas faz questão de dar a entender que sim, com o envio de navio militar que já está em águas persas. 

Os Estados Unidos estão com receio do que pode advirá do início do ataque e já estão há muito tempo articulando diversas ações de inteligência no país persa.

O que é  sabido é que a CIA, o MI6 e o Mossad estariam treinando e armando separatistas curdos, azeris, e baluches, e ainda fornecendo armas e roteiros de ações a terroristas do ISIS, hoje posicionados no Iraque. 

Os EUA kjá tem drones com capacidade de levar internet a insurgentes iranianos e forças militares dos Estados Unidos.

E, segundo a BBC, desde o final de semana passado tem havido novas manifestações de estudantes contra o governo persa. 

Ao mesmo tempo em que posicionaram seus navios distante da maior parte dos mísseis iranianos, fortaleceram suas bases militares no Oriente Médio com mais aviões, mais soldados e muito mais suprimentos.

Também já estão posicionadas na área forças especializadas em guerras de montanha e as de escuta, esta última no Líbano.

Os Estados Unidos querem a guerra e estão ganhando tempo para promover, por terceiros, ações de insurgência, para criar o caos para o governo iraniano, forças militares e a população civil. 

O tempo está a favor dos EUA, mas o Irã mantém a calma própria de quem sabe o que está fazendo. 

A Rússia deve provocar os EUA, deixando-o em dúvida a respeito de sua colaboração efetiva ao Irã, mas a China, discretamente, deve auxiliar com inteligência, armas, sistemas de detecção de ameaças e de comunicações.

A surpresa para o ocidente poderá ser a reação de um ou outro país do Oriente Médio, caso ocorra a guerra contra o Irã. A maior parte submete-se às determinações imperiais.

Se vir a ocorrer o início deste conflito armado, não tenho medo de dizer que poderá ser a última guerra dos EUA como conhecemos. Não quero dizer que os EUA perderão a guerra, mas sim que poderão sofrer pesadas baixas e como consequência a isto e ao caos social e à radical divisão política a que a população estadunidense está submetida,  uma grande insurgência interna que poderá levar ao início de uma guerra civil e à secessão, com subsequente divisão em pequenas Nações. 

Chamo de população, e não povo, por um motivo simples. Embora haja um certo nacionalismo obtuso nos Estados Unidos, ainda existe por lá muito preconceito com a origem das pessoas, principalmente árabes, asiáticos, negros e latinos e uma certa fragilidade na manutenção da cidadania estadunidense por muitos desses já citados. Entendo, então, que a conceituação correta numa situação dessas é população.

Como visto, o império provoca dor. Primeiro em outros povos e logo em seguida, quase na mesma proporção, em sua própria população.

O tempo, o longo tempo, dirá.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

ATAQUES MILITARES E TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO DIVERSIONISTAS. ARMAS DOS EUA PARA APAGAREM A REALIDADE HISTÓRICA?

Os conspiracionistas dizem que grandes segredos da humanidade são guardados pela Igreja Católica e pelos maçons. 

Os conspiracionistas dizem que os grandes lideres mundiais pertencem a uma só seita e seriam, na verdade, alienígenas.

Essas teorias surgem principalmente nos Estados Unidos e ao menos aparentemente há um motivo para isso.

Há quem acredite nessas histórias, nos conspiracionistas e nos próprios Estados Unidos.

Na verdade, grandes segredos são guardados por religiões antigas e pouco conhecidas e por filósofos antigos não traduzidos. Isto está no oeste da Ásia, conhecido no ocidente como Oriente Médio. 

Iraque, Irã e Síria guardam seguidores de diversas religiões desconhecidas do ocidente e o Iraque, em especial, guarda textos filosóficos milenares não traduzidos, muitos deles destruídos pelos bombardeios dos Estados Unidos. São segredos da história da humanidade que os Estados Unidos parecem querer ocultar e até destruir por suas teorias diversionistas e pelos seus ataques de extermínio.

Mas a Verdade buscada pela Filosofia e por todas as Igrejas ancestrais virá à tona. Poderá demorar décadas ou séculos, mas de algum modo virá.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

CARNAVAL E CERVEJA. CONSCIÊNCIA?

A moda dos blocos de carnaval e de beber cerveja enquanto se movimenta ou na ausência de movimentos tem seu lado bom. Instiga as pessoas a ocuparem as ruas e a se hidratar bem, mas não da melhor forma.

As manifestações populares podem servir para conscientização, mas tenho cá minhas dúvidas se os blocos de carnaval alienam ou conscientizam. E se a cerveja hidrata realmente o corpo ou apenas os bolsos das indústrias cervejeiras. 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

DOS TRÊS GOLPES CONTRA O EXECUTIVO

Entrei no curso de direito no mesmo ano da redemocratização, quando Tancredo deveria tomar posse como presidente após 21 anos de longa ditadura civil-militar.

A redemocratização era odiada pela ala mais à direita da ditadura, a mesma que poucos anos atrás esteve ao lado do ex-presidente Bolsonaro. E em consequência disso, contra a redemocratização, acreditou-se que o incêndio do TUCA, Teatro da PUC, em 1985, teria sido obra dessa ala radical.

Me formei em 1989, mesmo ano da queda do muro de Berlim, um ano após a aprovação da nossa Constituição Federal e 2 anos antes da fragmentação da então União Soviética. Eram momentos apenas efervescentes, sem muita profundidade, na política e economia.

Àquela época, o Estado brasileiro era forte, ditava regras, algumas excessivas, como o congelamento geral de preços. Hoje, o poder executivo, em especial o federal, é fraco e vivencia 3 golpes. 

Um do Congresso, que detém,  como manobra eleitoreira,  grande parte do orçamento próprio do executivo, limitando inconstitucionalmente um dos Poderes da República.

Outro golpe é no judiciário, que muitas vezes adentra no juízo do mérito da conveniência para a administração, cabendo-lhe, no entanto, apenas e tão somente a verificação por meio da percepção do respeito a princípios Constitucionais-Administrativos.

O último, ainda mais cruel, é o autogolpe aplicado pelos próprios chefes do Executivo ao adotarem políticas ultrapassadas neoliberais, que cedem à iniciativa privada, em especial ao sistema financeiro, grande parte das atividades, dos bens e dos recursos públicos. 

O Estado mínimo já é uma realidade. O pouco que o administrador pode fazer é tentar ditar ou uma política de viés social, com políticas públicas superficiais para tanto, ou neoliberais, diminuindo profundamente cada vez mais o poder do Estado.

No meio de tudo isso está a economia. Sem um planejamento estratégico feito pelo Estado, este fica refém da desorganização produtiva interna, da falta de investimento em tecnologias e passa a importar bens caros e a exportar produtos agrícolas ou manufaturados de baixo valor. O Estado não está mais a serviço do crescimento econômico e da defesa da Nação. Torna-se um zelador da área ocupada pelo Brasil, para permissão da exploração pelas grandes potências imperialistas. Nossa soberania passa a ser ficção.

O direito, forçando interpretações, avaliza o neoliberalismo e modifica "per si" a estrutura da Constituição da República, a antiga constituição cidadã. 

Os militares passam a alegrar-se em comprar itens básicos de defesa do exterior. 

Os políticos conformam-se em ver o Brasil reduzido a uma enorme fazenda arrendada por forças imperiais.

O povo, sem esclarecimento, se perde em meio ao entreguismo, e sem incentivo à cultura nacional, acredita que o carnaval é o que nos identifica como Nação, sendo na verdade, e dói um pouco dizer isso, reflexo da política do pão e circo. 

O que nos identifica como Nação é a consciência de nosso tamanho, de nossas riquezas e das raízes de nosso povo. É a consciência de quem fomos e de quem somos 

Acreditando que somos pequenos, corruptos e incapazes, o povo se deixa seduzir pelos entreguistas oportunistas. E assim caminhamos para o desmantelamento do nosso ainda enorme (em território, riquezas e potencial) Brasil.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

ENCONTROS INUSITADOS

São Paulo é a terra das personalidades. Já encontrei tanta gente famosa nessa cidade. Dentre os políticos que encontrei pelo caminho estão Mário Covas, José Serra, Aldo Rebelo, Celso Amorim, Glauber Braga e Sâmia Bonfim. Dentre outras personalidades, estão o ex-jogador Raí, Marília Gabriela, Paulo Henrique Amorim e o YouTuber Comandante Farinazzo.

Aeroportos, teatros, laboratórios clínicos e trânsito nos levam aos encontros inusitados. 

Posso dizer que tive sorte, pois fui e sou admirador declarado de cada um desses, todos eles intelectuais e Brasileiros com "b" maiúsculo.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

NATUREZA, ALMA E SER HUMANO

Nascemos para ver o sofrimento da humanidade. É uma vida de evolução, de experiências e reflexões.

O materialismo nos afasta da Espiritualidade e muitos passarão em vão essa encarnação, enquanto outros superarão as adversidades e os desvios de atenção e desenvolverão maior criticidade e capacidade de amar. É uma vida de encontros e muitos desencontros.

Os maiores encontros são os espirituais, onde percebemos que tudo na Natureza tem uma energia própria a que se pode denominar de Alma. 

E essas Almas podem nos mostrar diferentes formas, conforme estejam relacionadas com determinados tipos de vida. 

Todas as religiões têm um pouco de verdade, inclusive as muito antigas, as xamânicas, a que alguns preconceituosamente chamam de primitivas.

Somos fruto da Natureza e com ela temos afinidades e elementos de dependência. Lá estarão nossas curas e a chave para a compreensão das vidas e do Universo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

ISRAEL JÁ SE ANTECIPA AO FIM DO IMPÉRIO ESTADUNIDENSE

Após a guerra dos doze dias contra o Irã, Netanyahu pede o aniquilamento do regime iraniano a Trump. Os ataques iranianos a pontos nevralgicos de Israel assustou os dirigentes sionistas.

Israel não atacou o Irã porque sabe do poder de retaliação persa.

Trump, o mais submisso dos presidentes estadunidenses às pretensões israelenses, tenta ganhar tempo prometendo negociações aos iranianos, enquanto leva mais poder de fogo às costas iranianas e em países vizinhos e, ao mesmo tempo, espera que a sua inteligência promova ação capaz de  iniciar uma guerra civil avassaladora.

O dinheiro e o lobby sionista indicam parlamentares e pressionam políticos. E não é qualquer um que tem força e coragem para enfrentar o poder sionistas dentro dos Estados Unidos. 

O lobby sionista é tão grande nos Estados Unidos que lá surgiram os sionistas cristãos, árduos defensores de Israel, hoje copiados pelas igrejas neopentecostais brasileiras. 

Os sionistas são tão hábeis que já estão prevendo o fim dos Estados Unidos e da Europa e já está em andamento o planejamento de suas substituições por outros poderosos aliados, Rússia e Índia, aquele com sionistas próximos a Putin e esse último pelos laços em diferentes setores que vão além do econômico, como o militar e de inteligência. E os sionistas farão de tudo para afastar a Rússia da China, que está mais próxima dos palestinos.

Mas Israel será forte e influente o suficiente para continuar a reinar e a agir impunemente?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

TEMPOS DIFÍCEIS E DE DOR PARA A HUMANIDADE

Não há palavras para expressar o pior estágio da humanidade. 

Só, ela não está, mas de nada adianta qualquer ajuda se grande parte da humanidade não enxerga os desmandos, os descaminhos e os perigos.

Grande parte da humanidade está doente, sedenta por dinheiro, poder e o consumo do absolutamente desnecessário, agigantando-se como se Deus fosse. Isso tornou grande parte das pessoas frias, cruéis e radicais quanto a qualquer proposta ou ação de solidariedade.

Quem é solidário ou pacífico passou a ser perseguido ou ridicularizado. 

Os falsamente fortes, restritos ao poderoso ego, vomitam o que há de pior, fazem o que jamais se imaginaria de um ser humano, e ganham apoio e força no seio social. 

É o pior momento da humanidade.

Contra eles há o apoio da ancestralidade, da Espiritualidade e de humanos evoluídos e que se voluntariaram ou que foram iluminados para isso. É uma guerra ética, moral e espiritual que envolve todo o planeta e o Universo conhecido. Alguns têm  noção de que há uma luta, mas não têm suporte moral para separar o joio do trigo. Diante dos maus, há os perdidos que cedem a tentações e com aqueles se unem. É uma guerra diferente do que vimos na Bíblia ou ao longo da história. É a guerra que dividirá e colocará a humanidade no círculo próximo dos reinos celestiais ou dos tronos do gigantesco inferno em definitivo.

A Terra Mãe tenta expurgar. Os Céus tentam iluminar, mas caberá aos próprios humanos a derrota ou a vitória e salvação da humanidade. 

Tempos difíceis e de muita dor.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

IRÃ: QUANDO O MEDO OU O EXCESSO DE ÉTICA PODE IMPLODIR UM PAÍS

Parece que apenas o Irã não percebe que os Estados Unidos jogam com o tempo a seu favor.

Fingem tentar acordo. Fingem estudar propostas para aumentar ainda mais as sanções contra o país persa. Fingem. É o que fazem de melhor. E enganam ou, aparentemente, parecem enganar, os líderes religiosos, políticos e militares do Irã.

Com isso, ganham tempo para rearmar Israel, organizar tropas oficiais, fixar mais navios em áreas estratégicas, preparar ações de comunicação em guerra e sabotar as comunicações iranianas, além de, principalmente, organizar e armar terroristas do ISIS e separatistas curdos, baluches e azeris nas fronteiras e em solo do próprio Irã.

Tentam ganhar tempo para que ocorra, ao mesmo tempo, implosões com guerra civil por quase todo o Irã, bombardeios a pontos estratégicos civis e militares e invasão de diversas pequenas tropas especiais, com o apoio de caças das forças aéreas de Israel e EUA e, talvez, de Reino Unido e França. Isso sem falar em operações diretas de grupos especiais e de inteligência ocidental em solo persa contra políticos, militares, cientistas e civis em geral.

Esse parece ser o plano dos Estados Unidos e do aliado israelense. Contra eles, os iranianos terão poucas chances se não agirem de surpresa, talvez até preventivamente, atacando e afundando navios de guerra, destruindo bases estadunidenses e aniquilando a poderosa força aérea israelense. Tempo para isso eles tiveram e têm. Capacidade operacional e de equipamentos também têm. O medo ou o excesso de ética os detêm?

domingo, 15 de fevereiro de 2026

O FIM DA ESPERANÇA, DO EXPERIMENTO E DA ESPÉCIE

Há um passo de avanço tecnológico a cada dia, e uma maratona de retrocesso social e humanitário a cada amanhecer.

Estamos nos robotizando, mais tecnológicos e cada vez menos empáticos, mas nunca seremos alimentados por baterias. Ainda que o orgulho não admita, o nosso cordão umbilical invisível nos prende à Terra-Mãe, à Pacha Mama.

O afastamento da Natureza nos leva ao fim como esperança, experimento e espécie.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

O CAMINHO, TALVEZ SEM VOLTA, ESCOLHIDO PELA HUMANIDADE

Não sei você, mas ando muito assustado com o rumo da humanidade! E nem me refiro a uma terceira guerra ou a ataques com armas nucleares.

Inteligência artificial que visa substituir o humano, controlar conhecimento e, como diz indiretamente o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, fragilizar nossos raciocínio e memória, como se reprogramasse o nosso cérebro.

Neoliberalismo, o ápice do capitalismo excludente, onde os financeiramente poderosos, indo do crime organizado, banqueiros e industriais aos sócios e donos de big Techs, usam o Estado em prol de seus interesses, pondo fim ao Estado-Nação como conhecíamos. As demais pessoas viram objeto de uso e manipulação, sem direitos básicos, sem direitos trabalhistas, sem previdência, sem saúde pública. 

O faminto receber um prato de comida torna-se uma aberração, um incentivo à miséria. Ao faminto, o destino desprovido de solidariedade, assim como a todo carente em algum sentido.

Uma massa não é mais manipulada por histórias floreadas e pequenas mentiras, mas por ataque direto a seus interesses e, absurdamente, concorda com isso e vibra por um sistema que está sufocando o que ainda resta de humano em nós.

A empatia já não é regra em grande parte dos relacionamentos humanos. Atendimentos robotizados e dependência de tecnologia, onde todos os dados são expostos e controlados, e tudo passa a ser pago, virou a regra, como nas histórias surreais e assustadoras de Kafka. 

Criatividade diminuindo. Criticidade em baixa. Percepção do outro e do mundo quase inexistente.

O que permitia conceber-nos como humanidade está desaparecendo. Estamos nos tornando frios, cruéis, limitados espiritual e mentalmente. Estamos nos tornando grotescos e desumanos ou, numa linguagem bíblica, anticrísticos.

E com tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, a grande maioria de nós é incapaz de perceber a realidade e o caos.

Somos donos do nosso destino e fizemos uma opção. E isso nos revela. Os anticristos não são os outros. Somos nós. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A PACIÊNCIA IRANIANA DIANTE DA PRESSÃO ESTADUNIDENSE

Os Estados Unidos estão com uma frota estacionada em frente ao Irã, a centenas de quilômetros de seu litoral, evacuaram parte de seu pessoal das bases próximas ao Irã, estão movimentando terroristas do ISIS para o Iraque, que faz fronteira com o Irã, estão movimentando grupo especializado em guerras em montanhas, estão levando equipamento de comunicação e de internet para área fronteiriça ao Irã e estão com equipamentos de escuta e inteligência no Líbano. 

Os Estados Unidos estão usando o tempo a seu favor, movimentando tropas e equipamentos e realizando ações de inteligência, inclusive cooptando terroristas e separatistas para que promovam um caos interno no Irã.

Toda essa movimentação evidencia a intenção de atacar o Irã ou, ao menos, convencer o país persa de que poderá ser atacado. 

Agora, até Israel está falando que poderá atacar o Irã.

O Irã poderá permanecer quieto e aguardar um ataque dos Estados Unidos, que promete ser devastador, ou realizar um ataque preventivo, afundando navios estadunidenses, bases militares dos EUA e Israel, sabendo que haverá forte retaliação em seguida ou dias depois. A questão é, após um ataque preventivo, o Irã terá mísseis para continuar uma onda de ataques ou terá pouca capacidade de resistência aos ataques de Israel e EUA? Se fizer ataque preventivo e ficar sem armamentos suficientes, será a derrota e o fim do regime iraniano. 

Um ataque preventivo tem consequências positivas e negativas para o Irã. As positivas é que poderá se antecipar e realizar ataques a bases aéreas, militares, de inteligência e nucleares Israelenses, diminuindo a capacidade dos militares israelenses de contra-atacar. Isso poderia até mesmo vir a acarretar uma eventual invasão de Israel por forças vizinhas, como o Hezbollah ou dos exércitos sírio e saudita. Mas isso é apenas especulação. Não há sinais de que essa invasão venha efetivamente a ocorrer. 

Um ataque preventivo que acarrete a aniquilação de bases estadunidenses e o afundamento de navios seria capaz de provocar pânico no comando militar dos EUA e um alerta para que pressões do tipo não voltem a ocorrer.

Além disso, Trump sofreria protestos internos pela morte de militares e perda de equipamentos bélicos caríssimos numa aventura não necessária. 

O recomendado, no entanto, é que o Irã exija a imediata retirada da frota antes de realizar um possível  ataque preventivo.

As consequências negativas é que Israel e os Estados Unidos muito possivelmente não pediriam cessar fogo, mas  reagiriam à altura, inclusive insuflando terroristas e separatistas iranianos para provocarem o caos interno e a derrubada do governo.

O Irã deve estar preparado. Os Estados Unidos estão se preparando. Mas a ação tresloucada de Trump pode antecipar uma guerra civil interna nos EUA e ser esta a última guerra dos Estados Unidos como conhecemos, antes de se fragmentar em países menores. 

Um ataque ao Irã pode antecipar o fim do império, a depender das baixas que os EUA vierem a sofrer. Se o Irã souber usar isso, poderá vingar-se das inúmeras tentativas de revolução colorida que sofreu (incentivadas e armadas pela inteligência dos EUA e de Israel) e provocar a possível gota d' água para o início da segunda guerra de secessão nos EUA.

Trump pode ser um bom jogador de pôquer, mas não entende nada de história e do complexo xadrez geopolítico. 

Os iranianos têm como herança milenar a sabedoria estratégica da paciência e da boa análise da realidade.

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



Postagens populares

__________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
NOTÍCIAS, OPINIÕES, ARTIGOS E MEROS ESCRITOS, POR CYRO SAADEH
um blog cheio de prosa e com muitos pingos nos "is"

___________________________________________________________________________________