QUEM É O AUTOR DESSE BLOG?

ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

ANTICOMUNISMO, A ARMA QUE REVERBERA ENTRE OS DEFENSORES DO IMPÉRIO.

Sujeitos pouco afeitos à história e à realidade continuam a gritar impropérios sobre o comunismo, aquele mesmo que ruiu em 1991 com a extinção da União Soviética e o imediato ressurgimento da Rússia e de  outras repúblicas. 

Com exceção à Coreia do Norte, o que existe de comunismo, hoje, são apenas partidos políticos. A China tem sua direção política conduzida pelo partido comunista, mas a sua economia é capitalista. 

Mas a guerra contra o comunismo não é uma guerra contra os moinhos de vento de Dom Quixote, é uma guerra contra os anti-imperialistas, como o são grandes partes dos governos de países do mundo todo.

Os que clamam contra o comunismo que não existe mais hoje em dia como sistema econômico, são os que defendem o imperialismo, a exploração dos povos e das riquezas. São os lacaios, os vira-latas cães de guarda do império.

Veja na última comemoração de sete de setembro. Onde se clama anti-comunismo se reverencia a bandeira dos Estados Unidos e sempre se prega contra valores típicos de nossa nacionalidade.

É uma pena que pessoas comuns não percebam como estão sendo manipuladas por oportunistas a serviço dos Estados Unidos.

Contra eles há o nacionalismo e o anti-imperialismo, que caminham umbilicalmente juntos e que significam a libertação dos povos e de suas Nações. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

A ÚLTIMA GUERRA DOS ESTADOS UNIDOS

A última guerra dos Estados Unidos será a segunda guerra civil. Com população dividida, hoje um dos maiores países do mundo se dividirá em pequenos Estados-Nação. Seus bilionários migrarão para outros países ou Estados ricos do que sobreviver ao caos da destruição. 

Isso não é profecia, mas um relato de uma análise diante da realidade de hoje do maior império de todos os tempos 

Mas a última guerra externa, se houver, possivelmente será contra o Irã. Bases militares, aeronaves, navios de guerra e até um ou mais porta-aviões dos Estados Unidos podem vir a ser atingidos. Com isso, com o orgulho ferido, a tendência do governo ianque será invadir o país persa, e aí começará o caos para os estadunidenses. Uma guerra sem fim que atingirá os sionistas, provocará perdas e gastos incalculáveis e a ruína econômica, política, geopolítica, social e militar dos Estados Unidos.

Os iranianos sofrerão, terão sua infraestrutura destruída, mas serão ajudados em campo por alguns países vizinhos e por parte das populações de países islâmicos. Os chineses continuarão a ajudar silenciosamente, com tecnologia, comunicações e inteligência. 

Se isso ocorrer, será a última guerra daquele país que já teria sido o maior império do mundo. A guerra civil será consequência natural da desestruturação do governo despotico. 

Um país da América do Sul, pacífico, poderá vir a liderar as Américas em outro sentido, da união e da paz, a depender dos movimentos diplomáticos e geopolíticos deste. 

Repito que se trata apenas de uma análise geopolítica do presente, face às condições políticas, sociais, econômicas e militares. Se trata de uma possibilidade. Se vai ocorrer, ou não, não depende do analista, mas de outros fatores, inclusive subsequentes.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

DO CAOS À EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE

Bastou para o mundo virtual dominar, as livrarias físicas desapareceram e os ditadores e os imbecis dominaram esse mundo surreal.

Parece que acordamos em um mundo distópico, onde os bons, as crianças e as mulheres são as principais vítimas. 

A verdadeira Fé passou a ser criticada e o ódio passou a ser referência de comportamento.

Critica-se o padre que distribui alimentos a quem dele precisa e adora-se os que pregam a discriminação, a superioridade e a ganância.

Como reflexo disso, fortalece-se o neoliberalismo na América Latina. 

Os bilionários ganham bilhões ao dia, enquanto aumenta-se o número de miseráveis e diminui-se a classe média mundialmente, com exceção à China e aí sudeste asiático. 

Os espiritualistas creem que há algo de errado no mundo Espiritual, com reflexos no mundo material. 

Os ateus passaram a ter uma crença mais forte na inexistência de um Deus. 

Os que se dizem crentes em Cristo, mas o fazem da boca pra fora, valorizam o ter, o poder e as relações espúrias, tudo o que Jesus condenava.

Nesse mundo distópico, ler permite enxergar possibilidades, passado e futuro, mas quem lê? As pessoas preferem restar presas em um mundo altamente materialista, mais próximo do inferno, do que em um mundo das idéias e dos ideais. 

A inversão de valores não surpreende aqueles que sabem da fase e do destino da humanidade.

É nesse mundo distópico, do materialismo excessivo, e dos infernos pessoais e coletivos, que mostramos aos outros e aos Céus quem de fato somos. É a revelação citada na Bíblia e que antecede a uma grande e larga evolução da humanidade. É uma espécie de caos que antecede uma vida mais verdadeira e mais próxima do Eu verdadeiro de cada um.

sábado, 31 de janeiro de 2026

INDÚSTRIAS BRASILEIRAS E O ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPÉIA

O Brasil acerta em incentivar a reindustrialização, mas erra feio ao assinar o Acordo Mercosul-União Europeia.

O risco de extermínio de nossas indústrias será grande se, e quando, entrar em vigor este acordo. A entrada em vigor depende de aprovação nos parlamentos respectivos e sanções (aprovações) governamentais. Talvez demore de 1 a 2 anos ou mais, ou nunca entre em vigor.

O nosso agronegócio festeja a assinatura, mas o cambaleante setor industrial está em alerta.

O Brasil precisa investir em tecnologia industrial, aumentar a sua escala de produção para diminuir os custos e aumentar a competitividade. O governo pode adotar medidas de incentivo e reorientar o setor. Há saídas, mas, se um governo neoliberal assumir em 2027, podemos dizer adeus às nossas indústrias e aos nossos melhores empregos e salários. 

O Brasil precisa de um minucioso projeto de Nação, traçar metas, objetivos e prever a sua inserção na Constituição da República como cláusula pétrea ou de difícil remodelação por cada novo governo ou legislatura que venha a assumir. 

O Brasil tem potencial e jeito. Só falta vontade política.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

PROJETOS DE TRUMP E O BRASIL

Países que progridem têm projetos de médio e longo prazo. O melhor exemplo é a China que pensa décadas à frente.

O pior exemplo é o Brasil e tantos outros países que não têm projetos e mudam o rumo a cada mudança de governo .

Os Estados Unidos já foram exemplo. Hoje, os projetos estadunidenses são um tanto infantis. Afinal, qual é o projeto de Trump para o mundo? O projeto se resume aos seguintes pilares. Vamos lá:

A) o hemisfério ocidental, em especial o continente americano deve estar sob o controle geopolítico,  geoeconômico e militar dos Estados Unidos, podendo este invadir qualquer país do continente se afrontar a supremacia estadunidense, aliar-se a outra potência ou for inerte ou incapaz de lidar com o narcotráfico;

B) qualquer país do hemisfério ocidental que detiver riquezas consideradas estratégicas para os Estados Unidos (petróleo, gás, minerais relevantes, terras raras e água) poderá ser comprado, invadido ou haver negociação para o uso exclusivo;

C) países do hemisfério ocidental devem comprar mais e mais produtos dos Estados Unidos, sob pena de sanções;

D) os Estados Unidos fortalecerão (e já estão fortalecendo) as suas mais de 800 bases militares internacionais; 

E) Os Estados Unidos visam atrair a Rússia para a sua órbita de influência, afastando-a da China;

F) todos os países considerados vitais para a China (leia-se aí o Brasil, pois segundo esse blogueiro, o Brasil é o pilar ocidental da China) devem ser afastados da órbita de influência chinesa, estejam onde estiverem;

G) a China não será combatida militarmente, mas será contida no comércio e geopoliticamente.

Como se vê, dos pilares acima o Brasil se enquadra em 4 deles, sendo alvo direto da Secretaria de Estado, do Ministério da Guerra e da CIA, todos estes órgãos do governo dos Estados Unidos.

2026 não será um ano fácil!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

CHINA E O PROTAGONISMO QUE TRUMP LHE ATRIBUI

Cada vez mais a Europa tem sido direcionada ao colo chinês. 

A Europa foi um continente importante por conta do colonialismo e imperialismo até o início deste século. A sua decadência deve-se não somente à guerra da Ucrânia e o consequente corte de suas fontes de energia barata e aumento de despesas militares,  mas também e principalmente ao neoliberalismo empobrecedor da classe média.

Foi uma importante aliada dos Estados Unidos até o início deste século.

Hoje, os Estados Unidos, descartam abertamente a aliança estratégica do século passado, a OTAN e têm diminuído a relevância dos europeus.

Lembrem-se da reunião dos líderes europeus com Trump após a adoção do aumento das tarifas. Eles sentaram-se comportadamente e não se manifestaram, enquanto Trump vociferava sobre as altas tarifas impostas. 

Desprezando a importância dos aliados europeus, Trump diz que comprará ou tomará a força o território dinamarquês da Groenlândia.  

Nesse contexto, os europeus sentem-se desprestigiado, humilhados e abandonados. 

Os Estados Unidos querem um comércio desleal e seus territórios. O que poderão fazer?

Enquanto isso, a China continua a prestigiar o livre comércio mundial e o multilateralismo. 

Nessa conjuntura, os Europeus se aliarão à China? A lógica seria essa, mas falta à China movimentar-se para atrair os europeus para a sua órbita de influência. O silêncio chinês pode acarretar uma perda única e histórica para a China, que poderia se aproveitar desse momento e ampliar o rol de aliados comerciais e geopolíticos. A Europa não é qualquer bloco. Ainda detém relativa importância estratégica e militar e a sua cooptação para o bloco pró China significaria um trágico isolamento econômico e geopolítico  dos Estados Unidos. É a oportunidade de ouro da China, mas ela estará preparada a assumir esse papel de protagonismo e hegemonia?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

LUGARES ÚNICOS NO BRASIL E NO MUNDO

Não conheço o mundo inteiro e estou muito longe disso. Em compensação, conheço muito bem o Brasil.
Sou apaixonado pelo sertão baiano, por Fernando de Noronha e pelas montanhas do sul de Minas Gerais.
No exterior, não me esqueço das belezas da Argentina, Espanha, de Istambul (Turquia) e do Líbano, lugares únicos e que encantaram os meus olhos e pacificaram a minha alma. 
O lugar mais exótico que conheci é o Tahiti, não exatamente pela beleza ímpar das praias, mas onde homens e mulheres não têm  pelos e usam um tipo único de vestimenta, que lembra saia, além de comerem da forma mais natural possível, com as mãos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

OS RAIOS DA ILUMINAÇÃO DIVINA

O Brasil está dividido e a extrema direita não permite que o país se reconcilie.

Ela insiste em criar factóides e a cada novo dia cria rapidamente situações fantasiosas e mal calculadas para o embate. Afinal, ela sabe que se não estiver na mídia, irá se enfraquecer até desaparecer, por absoluta falta de verdade em suas falas e pela inaptidão para melhorar a vida das pessoas.

A caminhada do deputado federal Nikolas Ferreira demonstra bem como a extrema direita articula seus movimentos.

Uma caminhada não é peregrinação. Essa é séria e envolve a Alma e a Fé. A sua prática não envolve exposição e visualizações. Envolve discrição força e perseverança.

Ao fim da peregrinação sempre há a reflexão, o silêncio e um sinal Divino de revelação interior. Muitos que participam de atos de Fé relatam ver arco-iris, após uma breve chuva, ao fim dos quais se escondem o tão sonhado pote de ouro da verdadeira sabedoria.

No passeio do parque da extrema direita, não. Foi tudo ao contrário. Envolveu hotéis de luxo, desrespeito às leis de trânsito em rodovias, ostentação, churrasco, transmissões ao vivo, selfies, palavras de ordem, gritarias e ódio. Foi o avesso a uma peregrinação.

Nessa caminhada pomposa, com um único propósito, o de chamar a atenção, o sinal que poderia ser Divino foi uma chuvarada para tentar limpar o que resta de Alma desses infiéis e o raio para iluminar todos aqueles que ainda não conseguem ver. 

Infelizmente, alguns se feriram por falta de organização dessa caminhada que pode ser chamada de caminhada da Irresponsabilidade, ou seja, de irresponsabilidade pela falta de cuidado com o planejamento e as pessoas, e da irresponsabilidade visada para um político que atuou contra a Democracia e o Estado de Direito, ou seja, contra o Brasil. 

A extrema direita nunca foi responsável e em jogo infantil visa a impunidade, a falta de responsabilidade dos seus. 

Mas a Natureza, cansada desse desamor pelo país, respondeu. 

Mas quem participa de caminhada da ostentação ou a ela adere conseguirá ver e compreender os sinais da natureza ou só é capaz de ver aquilo que inserem em seus whatsapps?

Desejo, sinceramente, que muitos participantes despertem e vejam que são utilizados como massa de manobra, não para um bem maior, mas para interesses pessoais e a busca de impunidade para os poderosos, políticos, banqueiros e membros de organizações criminosas.

Outros raios iluminarão a Terra e mais pessoas serão capazes de ver o óbvio que a extrema direita falseia e tenta esconder: o seu mais profundo desamor pelo Brasil.

Esconder-se sob Igrejas que utilizam dinheiro sujo ou sob o manto da bandeira do Brasil envergonhada não corresponde ao que a imagem visa transmitir, mas revela a verdadeira hipocrisia dos egoístas. E utilizar a bandeira de outro país que sequer respeita o cristianismo já não é hipocrisia, mas má-fé no sentido literal, a da manipulação explícita dos inocentes no jogo sujo do Poder.

Deus nunca se vinga ou joga sua ira contra inocentes manipulados. Ele tenta, sim, à exaustão, iluminar. Os raios foram para isso. Outros raios de intensa Luz virão.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

AS BRINCADEIRAS DE TRUMP E OS RISCOS INTERNOS

Trump sequestrou Maduro e ironiza poder praticar atos semelhantes contra Putin, contra o presidente Colômbia contra o presidente e também o líder espiritual do Irã e contra o líder cubano. 

Putin não respeita pessoas, autoridades e países. E não respeita o óbvio, os limites das capacidades de suas ações e o risco interno que aumenta dia a dia de sofrer um atentado, tendo, dentre as possibilidades, o seu sequestro como moeda de troca para um país cada vez mais dividido e à beira de uma guerra civil.

Trump brinca e desrespeita autoridades e pode sofrer o maior vexame ao ser preso, sequestrado, ferido e até morto por estadunidenses, pessoas do seu próprio país. 

Se fosse mais inteligente, aproveitaria para diminuir os ânimos internos e pacificar o país. Sem isso, a potência militar pode fracionar-se e participar dos dois lados da guerra civil fratricida que se aproxima a cada dia e que pode, ela mesma, por fim ao maior  e mais cruel império que a humanidade já presenciou.

domingo, 25 de janeiro de 2026

SÃO PAULO E SUA POPULAÇÃO PRECISAM, SIM, DE CUIDADOS E DE ATENÇÃO!

São Paulo é uma megalópole com quase 500 anos de fundação. Era habitada pelos indigenas da etnia tupiniquim e foi "fundada" como agrupamento colonizador pelos padres Jesuítas.

São Paulo era ponto de comércio, virou polo industrial e é hoje a cidade mais rica do país.

Com diversidade étnica e grande e abrupta diversidade social, São Paulo é conhecida por seus excelentes restaurantes, dos baratos aos caríssimos, sua boa rede hoteleira, suas atividades culturais e seus centros de compra, dos populares, como a 25 de março e Brás, aos movimentadíssimos centros de compra e de lazer da classe média aos sofisticados e elegantíssimos shopping centers de elite.

São Paulo tem arte, cultura e engrandece a Alma, mas tem também injustiça social, violência e criminalidade. Para resolver o problema da cidade e permitir uma vida melhor a quem nela habita é preciso amar São Paulo e seu povo e tudo o que ela proporciona de bom. Não basta ser gerenciador. Tem que ser administrador público, conhecer a máquina pública, a legislação, as necessidades e o povo. 

Cidade nenhuma dá lucro e jamais foi estruturada ou planejada para isso. Cidade dá, sim, frutos, bons e maus, conforme for conduzida. Pode gerar organizações criminosas, corrupção, pessoas sem empatia, mas também pode dar bons chefes de cozinha, bons fotógrafos, bons poetas, bons intelectuais, bons empresários... Para isso, não se engane, precisa ser conduzida com amor, como uma mãe ensina e educa os seus filhos. Mãe não visa ao lucro, visa ao futuro, progresso e felicidade dos seus filhos. O imediatismo mercantil não serve como mote para dirigir uma cidade enorme. Cidade precisa de afeto, atenção e cuidado, muito cuidado. 

sábado, 24 de janeiro de 2026

O APAGAMENTO DA HISTÓRIA

Trump pretende lançar um empreendimento imobiliário fabuloso em Gaza, remodelando todo o local. Para isso, criou um chamado Clube da Paz, com países convidados, mas sob sua liderança pessoal. E aqueles países que quiserem permanecer definitivamente deverão pagar a modesta quantia de 1 bilhão de dólares para tanto.

Obviamente, os primeiros líderes a aceitarem a participação foram os de extrema direita, como os presidentes da Argentina e da Hungria, e do direitista paraguaio.

Esse empreendimento, que lembra a grandiosidade da Torre de Babel, seria maravilhoso se fosse edificado em uma área não disputada e onde não tivesse havido a prática de um horrendo genocídio transmitido ao vivo para bilhões de pessoas.

Imagina-se construir um empreendimento assemelhado em uma das áreas onde houve o extermínio de judeus, ciganos e comunistas durante a segunda guerra mundial? Alguém imagina ser viável a construção de algo assim aonde já foi um campo de concentração? Por óbvio, não. Seria um acinte contra a memória dos assassinados pelo nazismo.

Imagine se onde houve a destruição das Torres Gêmeas, no 11 de setembro, fosse construído um empreendimento luxuoso e não um memorial às vítimas? Qual seria a reação da população de Nova Iorque, nesse caso?

Pois, é. O Brasil enfrentou uma dura disputa ideológica quando o governo militar resolveu construir às pressas um açude na área onde houve a revolta de Canudos, um massacre de civis com requinte de crueldade, utilizando-se a degola. A área, localizada no sertão baiano, é de caatinga e sofre com a seca, mas estudiosos sempre disseram que, por mais que fosse geologicamente adequada a construção na área de um enorme reservatório, era historicamente inaceitável, pois esconderia o sítio histórico de Canudos. No fim, houve a construção de um dos maiores açudes à época, finalizado em 1968 sob muita crítica e também apoio, mas, como ironia, os vestígios de Canudos sempre aparecem quando o açude sistemática e teimosamente baixa em períodos de longa seca, a lembrar a agrura dos sertanejos de então.

Voltando à Palestina, mais precisamente à Gaza, Trump pretende esconder a história do massacre. E as pessoas ávidas pelo luxo e ostentação parecem esquecer que aquele local merece respeito, seja pela longa história de tragédia, seja pelo recente genocídio, seja pelos heróicos sobreviventes que lá continuarão a morar.

Ninguém é contra levar progresso à região. Progresso é educação, saúde e moradia dignas. Construções nababescas visam, ao contrário de honrar os mortos, esconder as misérias humanas praticadas, com o agravamento do inescrupuloso acinte do luxo exagerado.

E se fosse para honrar os sobreviventes, deveria-se, primeiramente, ouvi-los, o que nunca foi feito. Ouvi-los para que? 

A construção luxuosa em toda a Gaza, na verdade desconstrução da história, visa levar lucro aos inescrupulosos, impunidade aos genocidas e desconhecimento histórico às futuras gerações.

Triste é ver líderes de países se voluntariarem para a prática de atos que escondem, sob o falso manto da busca da paz, a autorização para o apagamento das marcas históricas de um dos maiores massacres já ocorridos na história da humanidade.

Nunca é demais repisar que locais históricos são preservados para que a humanidade tome consciência e não repita barbaridades. 

Remodelar Gaza para o luxo e ostentação, apagando todos os vestígios do massacre, da destruição e do genocídio, é tentar remodelar a história, apagando todas as marcas de sofrimento do povo palestino.

Macron acertou ao não aceitar pisar na armadilha de Trump. Lula fará o mesmo se disser não ao convite para integrar a nada emérita lista de membros do sádico clube de Trump.

A extrema direita não visa reescrever a história, como muitos apregoam, mas apagá-la da lembrança. Será que alguém ainda é capaz de duvidar disso?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

OS EUA NÃO SERÃO DERROTADOS PELAS ARMAS

Há muito tempo os Estados Unidos não se voltam aos interesses e necessidades de seu povo.

Lá não tem sistema público de saúde e há quem morra por não poder pagar uma ambulância ou um tratamento.

Em crise e sem domicílio, muitos trabalhadores dormem em carros ou até nas ruas.

Os cidadãos são proibidos de se manifestar pró Palestina, mas podem fazê-lo pelo nazismo.

A violência não é mais apenas contra o estrangeiro. O estadunidense nato é vítima constante de abusos e intimidações.

Por conta do distanciamento dos partidos tradicionais (democrata e republicano), crescem em números e votos os políticos independentes.

O atual prefeito de Nova York desbancou um político tradicional do Partido Democrata e enfrentou e ganhou as eleições majoritários, vencendo o candidato republicano e um antigo político democrata que se lançou como independente. O vencedor é um socialista e islâmico preocupado com questões sociais 

Quem manda nos Estados Unidos são grupos de interesse. O lobby sionista, as empresas de tecnologia, as empresas petrolíferas e as indústrias armamentistas.

A cada passo, Trump tenta agradar um desses grupos. Na guerra contra a Venezuela foi o setor petrolífero. Na guerra da Ucrânia foi a indústria de armas. Na queda de braço contra a regulamentação das Big Techs no mundo todo, as indústrias de tecnologia foram beneficiadas.

Os ricos ficam muito mais ricos e quem tem pouco ou quase nada passa a ter cada vez menos. Até os anos 80 os Estados Unidos não tinham bilionários, mas apenas milionários. Foi com o neoliberalismo e a consequente concentração de rendas que começaram a surgir os bilionários.

Um Estados Unidos assim perde a referência e tenta atropelar até aliados externos, tudo para satisfazer a voracidade dos grupos que mandam no país. 

A decadência dos Estados Unidos tende a ocorrer como uma implosão, vinda de dentro, desmoronando de vez, com grave crise social e de saúde e manifesta pés diuturnas.

Os Estados Unidos não serão derrotados pelas armas, mas pelo descuido com a sua população, que tão cansada está da ausência do Estado, que passou a queimar a bandeira de seu pais nas manifestações. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

DOUTRINA DONROE E OUTRAS ZONAS DE INFLUÊNCIA E O IRÃ

Os Estados Unidos, há 200 anos, divulgaram a doutrina Monroe ao mundo, ou seja, que. Europa não poderia mais manter posses ou colônias nas Américas. 

Isso não foi seguido e até hoje potências europeias detém territórios no continente americano, seja a Dinamarca, a Holanda, a França ou a Gra Bretanha. 

Potências como Rússia e China, porém, entenderam o antigo recado e exercem influência mais econômica que geopolítica em alguns países da região de domínio direto dos Estados Unidos.

Trump rebatizou a doutrina Monroe para Donroe e admite a possibilidade de tomadas de território e de bens na região, como pretende fazer na Groenlândia e já fez em parte na Venezuela. 

Contudo, mesmo contando que as Américas são sua zona de influência, os Estados Unidos continuam a influenciar militar e geopolíticamente todos os outros continentes, mesmo nas zonas de influência chinesa e russa, como vimos em Taiwan e na Ucrânia e até no Irã, um dos pilares estratégicos da China, como já foi explicado em artigo publicado neste blog.

Enquanto os Estados Unidos puderem mandar sossegadamente nas Américas e continuar a interferir livremente em outros continentes, como faz há tempos, Rússia e China correrão sérios riscos, seja de perder parceiros estratégicos, seja de serem colocados grupos terroristas e agentes infiltrados em seus territórios ou em suas fronteiras, mina do sua integridade territorial e a paz política e social. 

Colaborar com o Irã contra as ações de Israel e dos Estados Unidos não é apenas conveniente à China e à Rússia, mas essencial à sobrevivência de ambos. A queda do Irã propiciará a proximidade dos territórios de seus países, além de implicar a perda de importante é estratégico parceiro econômico e militar. 

Por mais que a República Islâmica do Irã seja uma potência tecnológica e militar, ela não é capaz de resistir sozinha a ataques massivos e.continuos dos Estados Unidos e de Israel. Ela pode provocar grandes estragos em Israel e em bases militares estadunidenses, mas precisa da ajuda tecnológica, militar e de inteligência dessas potências. Analistas dizem que as inteligências de Omã, Turquia e Paquistão estão auxiliando o Irã no que concerne ao ingresso ilegal de terroristas curdos e azeres em seu território, facilitado por ações da CIA, Mossad e MI6.

Se o Irã vier a ser atacado novamente em breve, teremos grandes surpresas nas reações de grandes países da região,.normalmente neutros ou mais próximos do ocidente. 

A obstinação de Israel em destruir o Irã poderá provocar um sério revés às suas recentes vitórias geopolíticas e estratégicas na Síria, Líbano e África. 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA

CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA

 

Todo museu nos remete ao passado, à compreensão do presente ou até a uma hipótese de futuro.

O Museu Marítimo da Rota da Seda, localizado em Yangjiang, província de Guangdong, sul da China, é grandioso e visa contar uma história que começou há 800 anos pelo mar.

Com mais de 17.500 metros quadrados, inaugurado em 2004, é focado em arqueologia subaquática.

Lá você verá um salão com janelas transparentes, chamado de Palácio de Cristal, que permite os visitantes verem de perto a escavação de um navio da Dinastia Song (de 960 a 1279 Depois de Cristo), conhecido como Nanhai 1.

Mas há inúmeros outros navios antigos, como o Nan'ao 1 da dinastia Ming, que durou de 1368 a 1644 Depois de Cristo.

Os itens em exibição mudam frequentemente à medida que novas relíquias são descobertas uma a uma. O museu abriga inúmeras peças de porcelana e uma preciosa estátua de jade de Guanyin, conhecida como a Deusa da Misericórdia. Um escudo de madeira com garras é outro item exclusivo do museu. 

As porcelanas eram o principal item de exportação da China pela rota marítima da Seda.

(dica do MUNDO CURIOSO, da parceira VAMOS TV)

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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