terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
ANTICOMUNISMO, A ARMA QUE REVERBERA ENTRE OS DEFENSORES DO IMPÉRIO.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
A ÚLTIMA GUERRA DOS ESTADOS UNIDOS
domingo, 1 de fevereiro de 2026
DO CAOS À EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE
sábado, 31 de janeiro de 2026
INDÚSTRIAS BRASILEIRAS E O ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPÉIA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
PROJETOS DE TRUMP E O BRASIL
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
CHINA E O PROTAGONISMO QUE TRUMP LHE ATRIBUI
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
LUGARES ÚNICOS NO BRASIL E NO MUNDO
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
OS RAIOS DA ILUMINAÇÃO DIVINA
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
AS BRINCADEIRAS DE TRUMP E OS RISCOS INTERNOS
domingo, 25 de janeiro de 2026
SÃO PAULO E SUA POPULAÇÃO PRECISAM, SIM, DE CUIDADOS E DE ATENÇÃO!
sábado, 24 de janeiro de 2026
O APAGAMENTO DA HISTÓRIA
Trump pretende lançar um empreendimento imobiliário fabuloso em Gaza, remodelando todo o local. Para isso, criou um chamado Clube da Paz, com países convidados, mas sob sua liderança pessoal. E aqueles países que quiserem permanecer definitivamente deverão pagar a modesta quantia de 1 bilhão de dólares para tanto.
Obviamente, os primeiros líderes a aceitarem a participação foram os de extrema direita, como os presidentes da Argentina e da Hungria, e do direitista paraguaio.
Esse empreendimento, que lembra a
grandiosidade da Torre de Babel, seria maravilhoso se fosse edificado em uma área não
disputada e onde não tivesse havido a prática de um horrendo genocídio
transmitido ao vivo para bilhões de pessoas.
Imagina-se construir um
empreendimento assemelhado em uma das áreas onde houve o extermínio de judeus,
ciganos e comunistas durante a segunda guerra mundial? Alguém imagina ser
viável a construção de algo assim aonde já foi um campo de concentração? Por
óbvio, não. Seria um acinte contra a memória dos assassinados pelo nazismo.
Imagine se onde houve a
destruição das Torres Gêmeas, no 11 de setembro, fosse construído um
empreendimento luxuoso e não um memorial às vítimas? Qual seria a reação da
população de Nova Iorque, nesse caso?
Pois, é. O Brasil enfrentou uma
dura disputa ideológica quando o governo militar resolveu construir às pressas
um açude na área onde houve a revolta de Canudos, um massacre de civis com
requinte de crueldade, utilizando-se a degola. A área, localizada no sertão
baiano, é de caatinga e sofre com a seca, mas estudiosos sempre disseram que,
por mais que fosse geologicamente adequada a construção na área de um enorme
reservatório, era historicamente inaceitável, pois esconderia o sítio
histórico de Canudos. No fim, houve a construção de um dos maiores açudes à
época, finalizado em 1968 sob muita crítica e também apoio, mas, como ironia,
os vestígios de Canudos sempre aparecem quando o açude sistemática e
teimosamente baixa em períodos de longa seca, a lembrar a agrura dos sertanejos de então.
Voltando à Palestina, mais
precisamente à Gaza, Trump pretende esconder a história do massacre. E as
pessoas ávidas pelo luxo e ostentação parecem esquecer que aquele local merece
respeito, seja pela longa história de tragédia, seja pelo recente genocídio, seja pelos heróicos sobreviventes que lá continuarão a morar.
Ninguém é contra levar progresso à região. Progresso é educação, saúde e moradia dignas. Construções nababescas visam, ao contrário de honrar os mortos, esconder as misérias humanas praticadas, com o agravamento do inescrupuloso acinte do luxo exagerado.
E se fosse para honrar os sobreviventes, deveria-se, primeiramente, ouvi-los, o que nunca foi feito. Ouvi-los para que?
A construção luxuosa em toda a Gaza, na verdade desconstrução da história, visa levar lucro aos inescrupulosos, impunidade aos genocidas e desconhecimento histórico às futuras gerações.
Triste é ver líderes de países se voluntariarem para a prática de atos que escondem, sob o falso manto da busca da paz, a autorização para o apagamento das marcas históricas de um dos maiores massacres já ocorridos na história da humanidade.
Nunca é demais repisar que locais históricos são preservados para que a humanidade tome consciência e não repita barbaridades.
Remodelar Gaza para o luxo e ostentação, apagando todos os vestígios do massacre, da destruição e do genocídio, é tentar remodelar a história, apagando todas as marcas de sofrimento do povo palestino.
Macron acertou ao não aceitar pisar na armadilha de Trump. Lula fará o mesmo se disser não ao convite para integrar a nada emérita lista de membros do sádico clube de Trump.
A extrema direita não visa reescrever a história, como muitos apregoam, mas apagá-la da lembrança. Será que alguém ainda é capaz de duvidar disso?
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
OS EUA NÃO SERÃO DERROTADOS PELAS ARMAS
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
DOUTRINA DONROE E OUTRAS ZONAS DE INFLUÊNCIA E O IRÃ
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA
CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA
Todo museu nos remete ao passado, à compreensão do presente ou até a uma
hipótese de futuro.
O Museu Marítimo da Rota da Seda, localizado em Yangjiang, província de
Guangdong, sul da China, é grandioso e visa contar uma história que começou há
800 anos pelo mar.
Com mais de 17.500 metros quadrados, inaugurado
em 2004, é focado em arqueologia subaquática.
Lá você verá um salão com janelas transparentes, chamado de Palácio de Cristal, que permite os visitantes verem
de perto a escavação de um navio da Dinastia Song
(de 960 a 1279 Depois de Cristo), conhecido como Nanhai 1.
Mas há inúmeros outros navios antigos, como o Nan'ao 1 da dinastia Ming, que durou de 1368 a 1644 Depois de Cristo.
Os itens em exibição mudam frequentemente à medida que novas relíquias são
descobertas uma a uma. O museu abriga inúmeras peças de porcelana e uma
preciosa estátua de jade de Guanyin, conhecida como a Deusa da
Misericórdia. Um escudo de madeira com garras é outro
item exclusivo do museu.
As porcelanas eram o principal item
de exportação da China pela rota marítima da Seda.
(dica do MUNDO CURIOSO, da parceira VAMOS TV)
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Para refletir:
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.
Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.
O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.
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