Salvo para os supremacistas, nazistas, sionistas e eugenistas, não existe raça superior.
Essas ideias ainda vicejam em Israel e em outros países, onde alguns são superiores a outros e têm mais direitos. Nos Estados Unidos, onde surgiu a eugenia, o supremacismo branco ainda é uma força, hoje com laços governamentais.
Nesse mundo tão obtuso, ainda há quem defenda essas ideias, mesmo em meio ao genocídio palestino.
A grande mídia, inclusive a brasileira, é refém dos sionistas radicais, e o genocídio palestino está sendo abafado, para o esquecimento
O certo seria haver um dia para lembrar-se de todos os genocídios havidos, dos povos originários nas Américas, dos armênios, dos ciganos, dos judeus e dos palestinos, dentre tantos outros. Um dia para lembrar do que não se pode repetir.
Outro dia, agora a ser comemorado, deveria ser o da igualdade, algo natural mas muito combatido pela extrema direita e pelo neoliberalismo. A igualdade de gênero, de cor, de raças, de religiões e de condições deveria ser uma realidade há séculos. A igualdade é um princípio básico da humanidade e foi difundido às exaustão a partir da Revolução Francesa.
Que todos possam comemorar serem humanos, sem discriminação e sem genocídios, e que estes crimes possam ser devida e severamente punidos.