O ser humano tem armas potentes que podem aproximá-lo dos outros, mas tem preferido desenvolver armas que separam, matam e entristecem.
Um simples olhar gentil pode fazer a diferença, assim como um sorriso, um carinho ou uma palavra suave. São armas à nossa disposição para o bem, para o acolhimento e união.
Como se vê nem toda a humanidade está perdida. Muitos resistem ao materialismo frio e doentio e distribuem amor por ações e palavras.
Muitas religiões que deveriam religar o ser humano à sua essência e ao Universo, tem servido para discriminar e pregar o ódio, destruindo os significados de religiosidade e de humanidade. Os falsos religiosos e os seus fiéis desprovidos de fé no Amor fazem exatamente o inverso daquilo que deveriam defender e realizar.
Mas o amor, que independe de recursos materiais e de desenvolvimento de técnicas de produção, está disponível para todos em qualquer instante e em qualquer lugar, e assim continuará a sê-lo, ainda que o humano tenha optado reiteradamente pela insensatez das armas que matam, das posses que dividem, do preconceito que segrega e do sistema econômico que escraviza.