Não se pode normalizar o acesso ilegal a dados de qualquer contribuinte, autoridade ou não.
Também não se pode normalizar difamação calculada em manchetes de notícias.
Tampouco se pode aceitar venda de dados sigilosos do Estado brasileiro.
Mas isso tem ocorrido. Quem o faz são pessoas vendidas ou ao crime organizado que quer manipular e vender essas informações ou a outra espécie de crime organizado, constituído por agências de inteligência de outros países, que quer facilitar o enfraquecimento das instituições brasileiras e até a troca de governo, e assim poder extrair maiores lucros, às custas da diminuição de emprego e empobrecimento dos brasileiros.
Não se pode brincar nesse momento. O que está em jogo, de uma forma ou outra, é o Brasil!
Assim, o rigor da lei deve ser aplicado a todos os que tramaram contra o Brasil, estejam aqui ou no exterior.
Só não se pode ser inocente. Há uma parte da imprensa, de uns poucos servidores e de ex-agentes políticos a serviço de outro país.