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segunda-feira, 2 de março de 2026

GUERRA EUA, ISRAEL E EUROPEUS CONTRA O IRÃ

Trump não esperava por uma reação tão forte do Irã. Ao mesmo tempo, não imaginava que essa guerra seria tão impopular, com apenas cerca de 25% do eleitorado estadunidense a aprovando.

Trump tem que se preservar. Uma saída possível é esperar uma semana de guerra e retirar-se do conflito, dizendo que a troca de liderança iraniana para uma pró-ocidente será questão de tempo, deixando o abacaxi, essa guerra, inteiramente para Netanyahu. 

Foi Netanyahu que convenceu Trump a entrar e muito possivelmente tenha ocultado de propósito, ao lado de generais estadunidenses incompetentes, o que o ataque a uma escola infantil e à liderança religiosa do país ocasionaria.

Trump ainda pode sair do atoleiro o quanto antes, mas gravemente ferido, com a perda das bases estadunidenses no Oriente Médio. Netanyahu, não. Talvez tenha ele mesmo propiciado que Israel vire escombros inabitáveis, numa grande extensão da pequenina Gaza.

Não se sabe quantos drones e mísseis o Irã ainda possui e qual a sua capacidade de produção diária. Daí não sabemos quantos dias de poder de fogo o Irã ainda tem. E ainda lhe resta a missão de lutar contra grupos terroristas curdos, azeres e baluchis, o que já está fazendo em suas fronteiras ao oeste e ao leste do país. O certo, porém, é que Israel não conseguirá lutar sozinho por mais de uma ou duas semanas. 

Se engana quem pensa que países europeus estão entrando na guerra para lutar abertamente contra o Irã. Poderão fazê-lo, mas a sua missão vital é proteger a arrogante Israel de Netanyahu.

Os países do Golfo, monarquias teocráticas, possivelmente pararão para pensar se entram em guerra contra o Irã, pois poderão provocar manifestações e rebeliões internas de sua população xiita e parte da sunita. Os Emirados Árabes Unidos, possivelmente, serão uma exceção e devido às suas fortes alianças com EUA e Israel deverão se alinhar aos países do grupo ocidental. 

Devemos observar as reações da Rússia e da China caso o Irã demonstre perder a capacidade ofensiva.

O Irã é parceiro econômico e militar estratégico russo e o terceiro pilar estratégico chinês na Ásia. É um muro de contenção, de proteção geográfica, ao sul da Rússia tanto para a própria Rússia, no Cáucaso, como para a China. E representa para esses países um importante aliado para que o terrorismo financiado pelo ocidente não se infiltre com facilidade pelas fronteiras da Ásia Central.

Outro ator internacional que poderá manifestar certo grau de apoio será a pequena Coreia do Norte, que vê o Irã como grande e vital agente anti-imperialista.

Sem o Irã, China e Rússia se enfraquecerão e se colocarão como peças fragilizadas no xadrez geopolítico.

O Brasil, ao lado de Espanha e Turquia, poderá se colocar como importante agente para buscar uma solução pacifica a esse conflito absolutamente desnecessário e possivelmente devastador para a economia mundial. 

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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