Trump age como um imperador tresloucado, que diz comandar a Venezuela à distância e que quer de qualquer jeito a enorme Groenlândia. Não bastasse isso, o imperador tresloucado imprimiu sua foto em ingressos para parques, faltando apenas construir uma estátua da liberdade com o seu rosto, notas de dólares com sua foto e dar nome a um porta-aviões. E, quem sabe, mudar o nome de Estados Unidos da América para Estados Unidos de Donald Trump.
Pois é. O que parece piada e exagero diz muito da personalidade do líder dos Estados Unidos. Seu ego e sua vaidade não têm limites.
Não bastasse o ataque à Venezuela e o sequestro de Maduro, Trump ainda determinou a apreensão de navios russos, mesmo escoltados à distância por submarinos nucleares. Por enquanto Putin não respondeu à altura.
Por outro lado, ao exigir 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela, tendo em seu poder o líder venezuelano, Trump age como um criminoso da pior estirpe contra um povo que luta por sua dignidade. Por outro lado, essa exigência visa atingir diretamente a China, que já alertou os EUA que têm contratos internacionais que a protegem.
A China não avisa o que irá fazer e se contém ao máximo. À China interessa manter o comércio mundial em pleno funcionamento. Porém, tudo há limites, e não se sabe se Trump ultrapassou a linha vermelha.
Se o Dragão chinês soltar fogo, será para queimar em definitivo e levar os líderes dos Estados Unidos ao mesmo local de onde surgiram, às chamas do tenebroso e odioso inferno.
Talvez o Dragão representante de sabedoria e força não aja por enquanto e esteja esperando a sempre conveniente pacificação.
Mas Trump promete não parar. Já disse que seu próximo objetivo é obter a Groenlândia por bem ou por mal, território que, além de possuir muita riqueza petrolífera e mineral, inclusive em terras raras, se situa em uma posição estratégica contra a Rússia e a China e a rota alternativa da rota da seda.
A Europa que não condenou o ataque à Venezuela pode ser a próxima vítima, em especial a Dinamarca. E se Trump levar ao pé da letra que a América é para os americanos, França, Holanda e Grã Bretanha precisam tomar muito cuidado com os seus territórios no continente americano.
Analistas dizem que o longínquo Irã, na Ásia ocidental, poderá ser atacado diretamente pelos Estados Unidos e por Israel. Mesmo enfraquecido economicamente e sob protestos contra a carestia (aumento dos alimentos), Irã deverá responder à altura, cansado de ser alvo constante dos sionistas de Israel e dos Estados Unidos
2026 é um Ano que promete um novo início, mas que nos reservará muitas surpresas desagradáveis, muita tristeza, muita dor e muito sofrimento.
O novo início advirá depois. Para isso precisamos nos manter serenos sem perder a Fé na Humanidade e a nossa Espiritualidade.
Nesse novo início a China liderará (e não será necessariamente no final de 2026 ou em 2027) e o Brasil tem um papel relevante nisso, como exemplo, por ser um país amigo, pacífico e acolhedor. A Era de Paz se avizinha.