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ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

AGRONEGÓCIO E NOSSA DEFESA MARÍTIMA

O sério risco de o Brasil sofrer um bloqueio naval é cada vez mais evidente.

Os Estados Unidos não agem mais como o fizeram no Iraque e Afeganistão, com invasão territorial. Optam por ações pontuais, como fizeram no Irã, e por bloqueios aeronavais, como fazem na Venezuela. 

Além de o Brasil estar nas Américas, considerada como zona de influência prioritária pelo governo Trump, o país é o maior da América Latina e concorre com os Estados Unidos em alguns setores comerciais, como no agronegócio. 

Além disso, no ano que vem haverá eleições no Brasil. A extrema direita já foi descartada pelo próprio governo Trump, sabedor de que, além de pensar somente em si e pouco no país, sendo pouco confiável, dificilmente ela teria chances. A opção seria a direita neoliberal, apoiada pelo centrão. Se essa tiver chances claras de vencer e estiver à frente, dificilmente os EUA adorariam medidas drásticas. Porém, a depender de situações específicas em relação à exploração de nossas terras raras e à preferência eleitoral por Lula, os EUA podem, sim, adotar bloqueio naval e até aéreo contra o Brasil, prejudicando principalmente o agronegócio, incapaz de exportar soja, milho e carne pelos mares. O setor de minérios e petrolífero também seria fortemente atingido. A razão do bloqueio não seria apenas política, mas econômica.  A China compra cada vez menos milho e soja dos Estados Unidos e mais do Brasil e da Argentina. 

O bloqueio ajudaria o agronegócio dos EUA, forçando a China a voltar a comprar tais produtos dos Estados Unidos.  E seria uma forma de chantagear o Brasil política e economicamente a ceder aos interesses dos Estados Unidos em prejuízo do seu próprio. 

Já passou da hora de pensarmos em defesa barata e efetiva em nosso território. Precisamos ver a realidade e as possibilidades de defesa. O momento é do agronegócio investir massivamente em tecnologia de defesa nacional. Somente assim o agronegócio poderá assegurar os seus próprios interesses comerciais e financeiros. 

O Brasil está ao lado da Venezuela, tem área de exploração petrolífera bem ao lado do nosso vizinho e tem interesses comerciais concorrentes com os EUA, sendo forte competidor no agronegócio.  

É bom pensarmos e agirmos rápido para a nossa defesa. Os Estados Unidos não pensam duas vezes antes de se apropriar de riquezas alheias e de afundar concorrentes, como o fizeram inteligentemente com a Europa através da guerra da Ucrânia.

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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