Os Estados Unidos não estão apenas evidencia do serem imperialistas a quem ainda não conseguia enxergar. Eles estão se afastando de parceiros estratégicos,.como os europeus, canadenses, mexicanos, japoneses e sul coreanos e mantêm-se firmes apenas com o nanico Israel.
Trump está propiciando que muitos líderes europeus agora pensem em conversar com a Rússia e em se aproximar da China. Coreia do Sul se aproxima da China graças à política burra de Trump.
Mas, afinal, o que está acontecendo com os Estados Unidos?
Esse país sempre foi uma máquina de guerra. Tem mais de oitocentas bases militares por todo o planeta. Tem mais de uma dezenas de porta-aviões, tem o melhor e mais caro serviço de inteligência do mundo e as mais superfaturadas armas de todo o globo.
Não sou eu quem diz, mas diversos cientistas políticos: os Estados Unidos são governados por uma elite financeira e econômica, dividida entre republicanos e democratas. O país trabalha para esses grupos e não para a população, que sofre a falta de hospitais públicos e a absoluta ausência do Estado.
Com a ascensão da China, os milionários estadunidenses ainda ganham muito dinheiro, mas o país, em si, nem tanto. E, como podemos ver, os EUA estão enfrentando uma decadência social, econômica e moral. Apenas as suas forças armadas e a sua inteligência continuam sendo as melhores do mundo.
E o vaidoso Trump, que gosta de mostrar força, tem abusado do poderio militar para pressionar inimigos e aliados. Se por um lado isso demonstra força, por outro evidencia o desespero pela decadência. E isso agrava o isolamento.
Para Trump, os Estados Unidos têm a capacidade de enfrentar vários países ao mesmo tempo. Sim, tem, mas não todos os paises ao mesmo tempo. Rússia e China, hoje, juntas, se igualam ou superam o poderio estadunidense.
Esse desvario de Trump está preparando o país para uma ditadura e um regime de exceção. E está preparando suas forças armadas para uma guerra kamikaze, com poucos aliados. Israel e países extremistas de direita, como Japão e diversos governos da América Latina, estarão ao lado de Trump.
O Brasil e o México estarão praticamente isolados nessa área de forte pressão e precisarão traçar estratégias e parcerias para poderem sobreviver e evitarem serem esmagados.
A China já deve saber do papel estratégico e fundamental do Brasil (maior país ao hemisfério sul, a principal economia da América Latina e com vasta saída para o Atlântico Sul, além de ser o principal fornecedor de alimentos e minérios) para o mundo multipolar em formação. Só os brasileiros que ainda não perceberam e continuam com discursos que apenas dividem o país, facilitando a vida do imperialismo e dos eternos entreguistas oportunistas.
Por isso, e como já anteciparam os relatórios da ABIN, o Brasil é o alvo preferido e estratégico da extrema direita mundial. Nos preparemos. Os combates serão ininterruptos e as tentativas de golpes e de revolução colorida também.