QUEM É O AUTOR DESSE BLOG?

ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

quinta-feira, 5 de março de 2026

OS QUE DEFENDEM A DIVISÃO

O Brasil dividido só favorece alguns. Quem são?

Em primeiro lugar, os países que não querem que o Brasil avance. Em segundo, os políticos e asseclas oportunistas, que pouco se preocupam com o país. Em terceiro, os que continuam a ganhar fortunas imorais e até ilegais às custas de uma massa de servidores e trabalhadores mal pagos e de empresários honestos. Em quarto, o crime organizado, que se infiltra aonde o Estado enfraquecido não entra.

Precisa dizer mais o que para a população parar de defender políticos que só pensam em si mesmos e exigir, sempre, ações em prol de um Brasil melhor para todos?

Se alguém ainda quiser defender políticos oportunistas e a divisão no Brasil é porque se enquadra no seleto rol dos que ganham com um Brasil dividido. Boa coisa e boa gente, com certeza, não é!

quarta-feira, 4 de março de 2026

O ERRO DE TRUMP E A ESTUPIDEZ ARROGANTE DE NETANYAHU DEMONSTRADAS PELA REAÇÃO IRANIANA. COM O FIM DA GUERRA, EUA SAIAM VENCEDORES OU NÃO, ADVIRÁ O CAOS NOS ESTADOS UNIDOS, COM A TRANSFORMAÇÃO DA GEOPOLÍTICA MUNDIAL


Já havia alertado em uma das postagens que esta seria a última guerra dos Estados Unidos como os conhecemos. Isso não significa que os Estados Unidos necessariamente perderão essa guerra, mas que os efeitos dela serão trágicos para Trump e o país, provocando uma ira da população contra os governantes, e os motivos são vários.

Trump governa com mão de ferro, impedindo manifestações pró-palestina, afastando universitários que sejam contra o seu governo ou contra o governo de Israel, prendendo imigrantes ilegais e muitas vezes separando filhos pequenos de seus pais imigrantes. Pouco preocupado com a população, manda sua milícia denominada ICE reagir com dureza e até matar a sangue frio cidadãos estadunidenses. Vários americanos foram vítimas. Ao mesmo tempo, denigre a Suprema Corte, afronta oposicionistas, intervém diretamente em órgãos de Estado, como FBI e CIA, colocando agentes ideológicos e não profissionais em seus comandos, perseguindo todo aquele que trabalha de forma isenta. Ele pensa ser Júlio César de Roma ou Hitler da Alemanha, e se diz promotor da liberdade.

O seu governo é o que se pode chamar de modelo fascista, de supremacia branca e rendido a qualquer projeto sionista ou que beneficie o seleto grupo de amigos e financiadores de campanha.

Trump não é refém de Netanyahu, mas um sócio do projeto sionista. Mas o que isso significa? Isso aponta para que Trump, usurpando do papel de líder dos Estados Unidos, age para, nesse cargo, privilegiar todos os seus financiadores de campanha, sejam as enormes petroleiras (como ocorreu na Venezuela e pretende fazê-lo na Groenlândia e no Irã), sejam as chamadas Big Techs (com reprimenda severa a todo país que pretenda regulamentar o papel das Big Techs), sejam os sionistas radicais (como se vê em qualquer ação de Israel e a pronta reação de apoio dos Estados Unidos). Trump usa o governo para beneficio pessoal e de grupo, e esse grupo tem nome e todos, como eu e você, sabemos.

Os estadunidenses não aguentam mais financiar guerras, pouco menos as longas. É muito dinheiro envolvido e muita corrupção sob essa montanha de dinheiro, beneficiando agentes governamentais corruptos e empresas de material bélico. Além do mais, isso causa a morte de militares, pais de família.

Essa guerra do Irã não é só impopular pela baixa adesão da população, onde apenas 27% apoiam a guerra. Mas o é porque foi feita sem o aval necessário do Congresso, violando a Constituição dos Estados Unidos, e o é principalmente porque não busca defender os interesses próprios dos Estados Unidos, que jamais haviam sido ameaçados direta ou indiretamente pelo Irã, que em 30 anos de pesquisa atômica para fins civis jamais tentou produzir artefato nuclear para fins bélicos. Como todos imaginam e sabem, os Estados Unidos entraram na guerra por pressão do forte lobby sionista e pelo pedido reiterado de Netanyahu, que viajava mensalmente para se encontrar com o Trump, a fim de convencê-lo a atacar o Irã.

Netanuyahu quer a supremacia geopolítica na região. Irã é o alvo principal. Depois vêm Turquia e Arábia Saudita, nessa ordem.

Netanyahu e Trump, sem conhecer a cultura persa e o pensamento dos governantes e do povo iraniano, imaginaram que, decapitando as lideranças políticas e militares do Irã, conseguiriram implementar a mudança de regime. Ledo engano. Grande sinal de burrice. Péssimos estrategistas, que sequer se dão ao trabalho básico de estudar o seu inimigo.

Com a morte de cerca de 50 líderes políticos e militares, e o assassinato a sangue frio de mais de 170 meninas entre 6 e 12 anos, e suas professoras, que estavam em uma escola no sul do Irã (isso sem se falar na outra que se situava ao norte de Irã), a reação da Guarda Revolucionária Iraniana foi imediata, bombardeou Israel e todas as bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, destruindo pistas aéreas, bases navais, edifícios e radares caríssimos. Com isso, os iranianos obrigaram os Estados Unidos a usarem pistas mais distantes ou dos porta-aviões, que também se afastaram ainda mais, com medo de serem afundados.

Base do Reino Unido em Chipre, usada pelos Estados Unidos, também foi parcialmente atingida.

Muito embora a propaganda ocidental e sionista na grande mídia camufle a verdade, os céus do Irã não estão livres. A prova é de que 3 aviões militares dos Estados Unidos, no Kwait, foram atingidos por uma bateria anti-aérea S-300 do Irã, como alardeia a Guarda Revolucionária Iraniana e um influente analista de geopolítica estadunidense e ex-agente da CIA.

Os iranianos quase deram um xeque-mate em poucos minutos de jogo, assustando Netanyahu e Trump.

Para quem analisa geopolítica, a ação do Irã foi surreal, surpreendente e perfeita. Uma única pequena Nação pobre e sancionada conseguiu assustar duramente os Estados Unidos, Israel e todos os governos fantoches que os apoiam (Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kwait, Arábia Saudita) ao mesmo tempo Só falta, agora, colocar Trump de joelhos, como se fosse para pedir perdão pelo o que fez com as meninas do Irã, nessa guerra, e também do mundo, na tenebrosa ilha da pedofilia de Epstein.
  
Para os religiosos, dá para ter uma noção de quem representaria hipoteticamente o bem e o mal segundo o tradicional ensinamento zoroastrista-judaico-cristão-islâmico, não é mesmo?

Não se sabe a quantidade de mísseis e de drones que o Irã possui, nem por quanto tempo suportará lançar mais de uma centena de mísseis por dia, mas se sabe que as baterias de defesa de Israel não suportarão mais de 10 dias de guerra. Se o Irã tiver mísseis e drones suficientes, poderá causar não só a rendição total israelense, mas uma derrota estratégica para os Estados Unidos, que verão o mais importante aliado sem condições de proteger o seu território, além de perder todas as suas bases no Oriente Médio.

O ético Irã não suportou a crueldade com um líder religioso de idade avançada e com mais de uma centena de pequeninas meninas inocentes, nem tampóuco a artimanha dos Estados Unidos de, mais uma vez, simular negociar para enganar o inimigo, enquanto estava preparando atacar. Porém, como se percebe, o Irã imaginou que os Estados Unidos, mais uma vez, poderiam ser desleais, e se preparou para o contra-ataque rápido e feroz, mesmo sem o comando militar vivo.

Ao fim da guerra, acabe ela como ocorrer, Trump terá que enfrentar não só as barras da Justiça, mas uma oposição crescente e raivosa no Congresso e nas ruas. Não foi só a população em geral que foi manipulada. Fiéis eleitores de Trump que não queriam mais guerras também se sentiram traídos pelas suas ações totalmente diferentes de suas promessas. Trump arranja mais inimigos do que é capaz de lidar, e isso pode significar o fim dos Estados Unidos como conhecemos. Sim, entendo ser provável a ocorrência de uma guerra civil, e se isso se efetivar terá como consequência uma guerra de secessão, de separação, com a divisão dos Estados Unidos em diversos Estados pequenos, podendo haver até mesmo intervenção da França, Reino Unido, México e Rússia em busca de territórios que já lhes pertenceram.

Trump errou feio e pagará um preço muito alto. Os Estados Unidos não decaem lentamente como se imaginava, mas desmoronam política, social e militarmente.

Numa guerra não se é possível prever quem sairá vencedor nem as consequências efetivas dela. Sei que só tenho uma certeza, a de que o mundo sairá geopoliticamente radicalmente diferente de quando entrou nessa guerra.

AINDA HÁ QUEM RESPEITE A ÉTICA NAS GUERRAS, MAS ATÉ QUANDO?

Temos visto pouca ética por parte dos países mais fortes militarmente. Na maior parte das vezes, praticam crimes bárbaros, como fizeram os nazistas na segunda guerra mundial, os Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki e em tantos outros lugares em quase todos os continentes habitados, e Israel ao longo do conflito com os palestinos. 

Usam serviços de inteligência não para por fim às guerras, mas para causar maiores danos e dores ao inimigo, através de assassinatos de autoridades militares e até civis, pouco se importando se há crianças e mulheres próximas. 

Escolas com meninas são alvejadas, matando todas elas, 171, além das professoras.

O certo seria não haver guerras, dores ou caos, mas a humanidade ainda escolhe esse caminho para insuflar seu ego, desumanizando o outro. 

Hoje, países éticos, nesse aspecto, são o Brasil, Cuba e tantos outros. Mas em conflitos o Irã se sobressai na ética. Não os inicia, comunica o que fará e usa apenas a força necessária e se recusa a ter armas atômicas, para evitar causar dores ainda maiores às humanidade. 

Mas sob risco de um ataque devastador, até onde irá a ética daquele que, mesmo nas guerras, ousou respeitar a humanidade, como fez o imperador Ciro milênios atrás? 

Este texto foi escrito antes do início da guerra e foi editado para acrescer o necessário parágrafo do ataque israelense e estadunidense a duas escolas de meninas de 6 a 12 anos, matando 171 alunas em apenas uma escola. Esse é o ocidente que Estados Unidos e Israel dizem representar.

terça-feira, 3 de março de 2026

QUEM PARA O MAL CAUSADO PELOS EUA? SUA POPULAÇÃO?

Se alguém tinha dívidas de que os Estados Unidos representavam o mal, basta olhar a realidade ao seu redor.

Você podia ter uma imagem de um país democrático, libertador e promissor, mas isso nos anos 60, 70 e 80, devido à grande campanha promovida pelas músicas, cinema e deturpação de notícias promovidas pelas agências de notícias.

Hoje, com a globalização e a internet, basta ler, se atualizar e ver ao redor, que não dá mais para esconder a perversidade do maior império que já existiu na face da terra. 

O pior é que os Estados Unidos praticam contra a sua própria população o que fazem no mundo afora.

Um país que jogou bombas atômicas em cidades ultra povoadas. Um país que não hesitou em utilizar agente laranja contra população civil de países atacados. Um país que montou campos de tortura e de execuções em outros países. Um país que fuzilou civis e crianças. Um país que pratica escuta ilegais de presidentes e empresas, inclusive de países aliados. Um país que promove golpes e revoluções coloridas no mundo inteiro. Um país que aplica sanções e boicotes a países empobrecidos, causando a fome na população civil. Um país que bombardeia e mata lideranças em todo o globo. Um país que usa ameaça, e não diplomacia, para conseguir vantagens indevidas. Estes são os Estados Unidos, mas não só.

Os Estados Unidos utilizaram as drogas como arma contra países inimigos, não agem eficazmente contra as organizações de drogas dentro dos próprios Estados Unidos, já que algumas delas teriam ligações com grupos de exilados que possuem força política interna. Não se preocupam com a saúde da população, carecendo esta de atendimento gratuito. Aumento considerável de dependentes de drogas. Aumento de pessoas em situação de rua. Empobrecimento da classe média. Desindustrialização. Enquanto isso, surgem bilionários e trilionários, o que não existia antes dos anos 90, e que engrandecem astronomicamente sua riqueza a cada segundo, minuto e dia. 

Contra ele, somente a ONU poderia ter alguma força. Porém, a ONU está desacreditada e os EUA têm poder de veto. 

Talvez a população dos Estados Unidos conseguisse frear o mal que o país promove interna e externamente, mas teria que se deparar com congressistas vendidos a poderosos lobbies, e milícias armadas formadas pelo governo federal. Seria uma guerra civil, cuidadosamente provocada por Trump para, com isso, enterrar o que resta de democracia e aumentar seus poderes já imperiais.

Quem conseguiria parar o país que alimenta a fome, as guerras, a miséria, os golpes, a intimidação e as drogas?

segunda-feira, 2 de março de 2026

GUERRA EUA, ISRAEL E EUROPEUS CONTRA O IRÃ

Trump não esperava por uma reação tão forte do Irã. Ao mesmo tempo, não imaginava que essa guerra seria tão impopular, com apenas cerca de 25% do eleitorado estadunidense a aprovando.

Trump tem que se preservar. Uma saída possível é esperar uma semana de guerra e retirar-se do conflito, dizendo que a troca de liderança iraniana para uma pró-ocidente será questão de tempo, deixando o abacaxi, essa guerra, inteiramente para Netanyahu. 

Foi Netanyahu que convenceu Trump a entrar e muito possivelmente tenha ocultado de propósito, ao lado de generais estadunidenses incompetentes, o que o ataque a uma escola infantil e à liderança religiosa do país ocasionaria.

Trump ainda pode sair do atoleiro o quanto antes, mas gravemente ferido, com a perda das bases estadunidenses no Oriente Médio. Netanyahu, não. Talvez tenha ele mesmo propiciado que Israel vire escombros inabitáveis, numa grande extensão da pequenina Gaza.

Não se sabe quantos drones e mísseis o Irã ainda possui e qual a sua capacidade de produção diária. Daí não sabemos quantos dias de poder de fogo o Irã ainda tem. E ainda lhe resta a missão de lutar contra grupos terroristas curdos, azeres e baluchis, o que já está fazendo em suas fronteiras ao oeste e ao leste do país. O certo, porém, é que Israel não conseguirá lutar sozinho por mais de uma ou duas semanas. 

Se engana quem pensa que países europeus estão entrando na guerra para lutar abertamente contra o Irã. Poderão fazê-lo, mas a sua missão vital é proteger a arrogante Israel de Netanyahu.

Os países do Golfo, monarquias teocráticas, possivelmente pararão para pensar se entram em guerra contra o Irã, pois poderão provocar manifestações e rebeliões internas de sua população xiita e parte da sunita. Os Emirados Árabes Unidos, possivelmente, serão uma exceção e devido às suas fortes alianças com EUA e Israel deverão se alinhar aos países do grupo ocidental. 

Devemos observar as reações da Rússia e da China caso o Irã demonstre perder a capacidade ofensiva.

O Irã é parceiro econômico e militar estratégico russo e o terceiro pilar estratégico chinês na Ásia. É um muro de contenção, de proteção geográfica, ao sul da Rússia tanto para a própria Rússia, no Cáucaso, como para a China. E representa para esses países um importante aliado para que o terrorismo financiado pelo ocidente não se infiltre com facilidade pelas fronteiras da Ásia Central.

Outro ator internacional que poderá manifestar certo grau de apoio será a pequena Coreia do Norte, que vê o Irã como grande e vital agente anti-imperialista.

Sem o Irã, China e Rússia se enfraquecerão e se colocarão como peças fragilizadas no xadrez geopolítico.

O Brasil, ao lado de Espanha e Turquia, poderá se colocar como importante agente para buscar uma solução pacifica a esse conflito absolutamente desnecessário e possivelmente devastador para a economia mundial. 

TRUMP E O FIM DE UMA ERA

Há quem pense que Trump é um grande líder e um ótimo estrategista. Ledo engano, pois é péssimo!

O que ameniza as decisões desastrosas é que o serviço de inteligência dos EUA e aliados é  muito bom, isso sem dizer no profissionalismo das Forças Armadas dos EUA. 

Ele mandou atacar o Irã e também o sul do Iraque e só iniciou os bombardeios após Israel, seu grande aliado, ter iniciado a guerra e destruído os palácios dos líderes iranianos e também duas escolas infantis, matando por sadismo e crueldade mais de cem crianças. 

Trump se meteu em uma guerra que não é sua, colocando a vida de soldados estadunidenses e impostos pagos pelos contribuintes dos Estados Unidos a serviço dos interesses de Israel. Como resposta, viu suas bases no Oriente Médio serem atacadas, com a promessa iraniana de que serão inteiramente destruídas. Além disso, um navio militar dos EUA foi atingido, além de 1 porta-aviões, e, segundo os iranianos, 200 militares estadunidenses teriam sido mortos. Os estadunidenses se silenciam quanto às suas embarcações e dizem que sofreram 3 baixas.

Quando os navios aportarem e os caixões chegarem aos EUA, Trump perderá parte significativa do pequeno apoio que ainda lhe resta. Iniciou uma guerra sem o aval do Congresso e sem defender os interesses próprios dos EUA. 

Pior. Geopoliticamente está enfraquecendo os EUA, Com menos aliados e mais guerras e ainda correndo o risco de ficar sem bases no Oriente Médio, ele corrói a força militar e estratégica dos EUA. Se depender apenas da população árabe e muçulmana, as bases não serão reconstruídas, embora os governantes da maior parte, senão a totalidade, das monarquias árabes, seja submissa ao poder imperial.

O legado de Trump será o de caos interno e mundial. E é o caos que precede ao movimento de renascimento. É difícil poder pontuar, mas ele parece  marcar o fim de uma triste Era. Se assim for, que passe rápido e que chegue logo essa nova Era.

domingo, 1 de março de 2026

MÍDIAS SOCIAIS, O MUNDO PARALELO. MUNDO DIGITAL EXCLUDENTE

De início foram os muros uma tentativa de criação de um mundo restrito. Depois vieram os condomínios fechados, posteriormente os shopping centers e, hoje, as mídias sociais.

Embora pareçam ser democráticas e abertas a todos, as mídias sociais são excludentes. Excluem os que não se adaptam à dita modernidade e seus acessos digitais e aqueles que não tem acesso à internet e seu mundo eugenista por absoluta falta de condição econômica.

A mídia social funciona como um processo de seleção dos melhores, dos aptos a fazerem parte do mundo virtual. 

Sendo uma bolha, as mídias sociais criam mundos perfeitos. Rostos bonitos. Sorrisos. Mundo de consumo. Locais turísticos deslumbrantes. O mundo das mídias sociais se resume a isso.

Pessoas em situação de rua, dependentes de drogas, vítimas de violação de direitos civis e de direitos humanos não são co-partícipes da bolha, mas objeto de julgamentos por autodenominados influenciadores digitais e pretensos comentaristas.

A mídia social facilita a aplicação nua e crua da eugenia. A ela só tem acesso quem passa pela seleção por cor, comportamento social, condições econômicas etc.

O mundo das mídias sociais é perfeito e tem uma ética própria.

Jesus, que convivia com os pobres e os excluídos no mundo real, passa a não ser aceito ou a ser reconfigurado, midiatizado, para que passe a ser um participe do mundo eugenista das mídias sociais. Jesus, assim, para boa parte dos pseudo cristãos, passa a defender armas e sucesso financeiro, ao invés do amor, compaixão e fraternidade. 

A realidade fática passa a ser deturpada. No mundo das mídias sociais não se tem mais respeito pela verdade e pelos excluídos. 

Para a nova geração, viver com sucesso é aparentar ter sucesso nas mídias sociais. Sorrir, se expor e mostrar pratos bem montados não é apenas ingenuidade ou carência de atenção, é, sim, muitas vezes, a tentativa de mostrar uma boa vida e um sucesso muito distante da vida real. 

A eugenia não está apenas nas mídias sociais, mas os seus efeitos estão se incorporando na mente das pessoas. 

A realidade trazida e defendida nas mídias sociais, antagônica ao mundo real, é moldada por preconceitos, ignorância e má-fé. É retrato da eugenia surgida nos Estados Unidos e adotada pelos nazistas. 

Mas não é só esse o mal trazido pela internet e pelas mídias sociais. Há, além do ódio, da superficialidade e da segregação, o aniquilamento da cidadania.

Os Estados-Nação, com raras exceções, acolheram as grandes mídias sociais dos Estados Unidos e se submeteram não apenas ao seu poderio econômico, político e geopolítico, mas à segregação econômica e social. Pior, foram adotando atendimentos on-line, procedimentos a serem adotados no campo da internet, de forma a excluir, também por isso, pessoas sem condições intelectuais, motoras ou econômicas.

A cidadania, que não era integral, como deveria ser, passa a ser cada vez menos acolhida pelo Estado. Os excluídos da cidadania aumentam vertiginosamente nos mundo virtual. Idosos, pessoas em situação de rua, pessoas sem condições financeiras, passam a ser excluídos de serviços públicos por não terem condições de acesso ao mundo virtual.

A eugenia das mídias sociais é agravada pelo falta de acesso a todos à cidadania no mundo digital implantado pelos Municipios, Estados e União.

O mundo belo, visto e idealizado por muitos, esconde a podridão da desumanização, da não percepção, da segregação e da impossibilidade de acesso à cidadania. 

Da forma que está, será o fim dos Estados como conhecemos e a criação de uma massa acrítica que sublima a segregação e o ódio.

Apenas com mídias sociais locais e controladas pela sociedade, e não por mega grupos empresariais, e com amplo e ilimitado a acesso a todos ao mundo virtual, é que se propiciará acesso à cidadania. 

O Estado, portanto, tem papel fundamental na regulamentação, seja para evitar a prática impune de condutas criminosas, seja para garantir que algoritmos não criem terror social, seja ainda, na ampliação da informatização dos serviços, para garantir pleno e amplo acesso a todos, com efetivo fortalecimento da cidadania. 

Um mundo melhor é possível, mas não da forma como vem sendo conduzido pelo império, suas Big Techs e governos neoliberais.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

OS EUA ATACARÃO O IRÃ?

Frotas estadunidenses voltadas ao Irã. Centenas de caças, 50 mil soldados de prontidão, 100 aviões de reabastecimento, equipes especializadas em terrenos montanhosos, equipes com equipamentos de escuta altamente potente, enormes drones que permitem comunicações e levam internet. Tudo isso a um preço exorbitante, mas o que faz Trump esperar?

Trump está sob pressão de Netanyahu e do lobby sionista, mas sabe do risco que corre se atacar o Irã. Milhares de soldados estadunidenses mortos, navios afundados e perdas de equipamentos e aeronaves estão no cálculo do risco envolvido. A impopularidade, como consequência, aumentará.

Então Trump está com medo? Não. Trump está esperando que as ações de inteligência surtam efeitos. Elas terão a capacidade de minimizar os riscos envolvidos nessa guerra.

E serão essas ações que darão início à guerra. Trump espera que as forças iranianas sejam obrigadas a dividir a atenção. Aí, possivelmente, haverá o ataque massivo, talvez impiedoso, vindo dos mares, ar, e do sul, norte e oeste do território iraniano. 

O leste iraniano, porém, também estará em risco, com a guerra entre o Afeganistão e o Paquistão. Os baluchis podem se aproveitar disso e promover atentados e ataques às forças iranianas.

Israel não inicia a guerraporque teve uma péssima experiência na guerra dos 12 dias, com mísseis iranianos atingindo locais estratégicos. Israel possivelmente participe do ataque quando o Irã já estiver fragilizado e não puder repetir o que fez há 8 meses.

Mas quais ações de inteligência são essas a que me referi?

Infiltração de terroristas e separatistas treinados e armados em território iraniano, dentre eles curdos, azeris, baluchis e membros do ISIS, por quase todos os lados da enorme fronteira iraniana. Agitação "popular" iniciada por agentes da CIA, MI6 e Mossad. Ataques internos a forças de segurança e autoridades iranianas, incluindo veículos, prédios públicos e quartéis militares. Ataques à infraestrutura, como represas, centrais elétricas, estradas e refinarias.

Depois que o caos for criado, aí possivelmente terá início a guerra convencional. Os EUA e Israel não querem correr riscos de iniciar o confronto abertamente e sofrer grandes baixas e perdas. 

O Irã deve estar em alerta máximo e qualquer movimentação estranha das forças inimigas deve levar a um fortíssimo ataque preventivo, o que não é esperado nem por Israel nem pelos EUA.

Essa guerra, se tiver inicio, deve mudar a geopolítica regional e talvez até mesmo a mundial. Muitas mortes e muita destruição por todos os lados é algo inevitável.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

IMPRENSA, SERVIDORES E EX-AGENTES POLÍTICOS A SERVIÇO DA CIA

Não se pode normalizar o acesso ilegal a dados de qualquer contribuinte, autoridade ou não. 

Também não se pode normalizar difamação calculada em manchetes de notícias.

Tampouco se pode aceitar venda de dados sigilosos do Estado brasileiro.

Mas isso tem ocorrido. Quem o faz são pessoas vendidas ou ao crime organizado que quer manipular e vender essas informações ou a outra espécie de crime organizado, constituído por agências de inteligência de outros países, que quer facilitar o enfraquecimento das instituições brasileiras e até a troca de governo, e assim poder extrair maiores lucros, às custas da diminuição de emprego e empobrecimento dos brasileiros.

Não se pode brincar nesse momento. O que está em jogo, de uma forma ou outra, é o Brasil!

Assim, o rigor da lei deve ser aplicado a todos os que tramaram contra o Brasil, estejam aqui ou no exterior.

Só não se pode ser inocente. Há uma parte da imprensa, de uns poucos servidores e de ex-agentes políticos a serviço de outro país.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

NEOLIBERALISMO, A RAIZ DO ANIQUILAMENTO DA DEMOCRACIA E DOS ESTADOS-NAÇÃO

Enquanto a massa de manobra se divide entre direita e esquerda, o império se beneficia com candidatos que propõem a venda de empresas brasileiras, a desconsideração com as indústrias nacionais, a falta de investimento nas universidades públicas e a consequente baixa em novidades para o setor industrial, o baixo investimento em tecnologia, a falta de estratégia de longo prazo para a indústria de defesa e a falta de cuidado com os nossos minerais, a nossa agricultura, as nossas terras raras, a nossa água hidromineral e potável e os nossos minerais radioativos. 

O Brasil é um país riquíssimo, mas que precisa saber cuidar de tudo o que têm e que  pode levá-lo a galgar uma posição de destaque internacional. 

Políticas neoliberais anacrônicas, vendidas como se fossem a solução, geram dividas sociais a longo prazo, o enfraquecimento do poder decisório do Poder Público, o enriquecimento do mercado e a entrega de setores vitais do Brasil às grandes potências econômicas. É a ruína não admitida e camuflada por governos entreguistas.

A questão não é nem deveria ser se somos de esquerda ou de direita conforme o nosso ódio. A questão deve ser, sempre, o que realmente protege o Brasil e lhe traz condições de progresso que beneficie seu povo a médio e longo prazo.

Se assim pensarmos, nos preocuparmos efetivamente com o país e, assim, reavivar-se-á o nacionalismo e o nacional desenvolvimentismo.

O neoliberalismo é a entrega das riquezas ao mercado. É a substituição marginal da democracia pelos interesses defendidos pelos poderosos lobbies internos e externos. É o fim do Estado-Nação. É também o fim da classe média.

No neoliberalismo só restarão os dezenas de hiper ricos e os bilhões de miseráveis. 

É a forma mais cruel de concentração de riquezas e de poder. É uma nova forma de feudalismo misturado com escravidão generalizada e aristocracia (onde uma pequena elite de servidores mantém privilégios).

Estamos vendo os resultados do neoliberalismo provocados principalmente pelos dois governos anteriores. 

Ou defendemos os interesses do Brasil, ou em breve não haverá mais Nação, mas apenas uma vasta terra devastada pela exploração inconsequente do império, com pessoas sem escolaridade e o mínimo de dignidade, onde apenas um ou outro, sempre oportunista, terá condições de amealhar poucos recursos, em detrimento da massa. Esses poucos, conhecidos como oportunistas, são os traidores da pátria, os entreguistas, os sem caráter e lealdade. São lacaios do império e nunca foram brasileiros de verdade. Ser brasileiro estará apenas na lembrança dos livros de história. Os que hoje são brasileiros se tornarão apátridas, sem Estado, sem proteção alguma e sem leis que os protejam. As leis vigentes serão as do império, onde essas pessoas são consideradas meros objetos.

Mesmo assim, talvez chamem a isso de democracia e o império de país libertador. E muitos escravizados aplaudam o sistema desumano. 

É uma aparente desconexão, uma irracionalidade a que a massa, destituída de educação humanista e de severo senso crítico, está sempre submetida. 

Ademais, as pessoas em situação fragilizada têm uma capacidade de se colocar em outras vestes e imaginar papéis que jamais poderão encarnar, como evidenciado pelo pai ao criar falsas realidades ao filho no filme "A Vida é  Bela!", tudo para tentar apagar as dores reais, que assim se eternizam, se avolumam e consomem o que há de racionalidade e humanidade.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

IRÃ, UMA GUERRA DIFÍCIL E DEFINIDORA.

O cerco dos Estados Unidos ao Irã nos traz uma certeza, a de que os EUA estão gastando muito dinheiro para ser apenas um blefe ou pressão sobre o governo iraniano. Dois porta-aviões, 14 navios de apoio, mais de cinquenta mil militares enviados, militares remanejados das bases no Oriente Médio, principalmente da Síria para o Iraque. Mais de uma centena de caças. Militares especializados em guerras em montanhas. 

Mas isso não é tudo. Os Estados Unidos, Israel e Grã-Bretanha estão com agentes e informantes em solo persa e nos países vizinhos para promoverem atos de sabotagem, planejarem invasão e assessorando, treinando e armando terroristas do ISIS posicionados no Iraque e rebeldes do Curdistão, Azerbaijão e Baluchistão iranianos. Os primeiros ficam na divisa com o Iraque, ao oeste; os segundos ficam no nordeste iraniano; e os últimos no sudeste, na fronteira com o Paquistão. Ao mesmo tempo, a ação de inteligência se dá no meio estudantil e na oposição, insuflando manifestações.

O tempo parado não é para pensar em estratégias de ataque, mas para preparar ações de sabotagem, manifestações e guerra civil para sobrecarregar as forças de segurança iranianas, ao mesmo tempo em que quartéis e bases militares, prédios governamentais, refinarias e unidades de desenvolvimento de urânio seriam alvos prioritários. 

OS ataques por terroristas, separatistas e pelas forças dos EUA se dariam majoritariamente pelo norte, oeste, sudeste e sul do Irã.

Ao que parece, Israel também atacaria o Irã com mísseis e ataques aéreos. 

O Irã só sobreviverá se for ágil e conseguir se defender dos diversos ataques esparsos e causar muitas baixas de equipamentos e militares dos Estados Unidos logo no início, e para tanto não poderá poupar suas armas. Somente fortes baixas  de aviões e navios nos primeiros dias poderá levar os Estados Unidos a recuarem e suspenderem os ataques. 

Ao que parece, os Estados planejaram para que a guerra não dure anos, mas no máximo três ou quatro meses, e com relativas baixas para os EUA Muitas perdas iniciais podem levar o Pentágono a pedir a suspensão dos ataques, permanecendo o conflito entre os terroristas, separatistas e opositores e talvez um ou outro batalhão especial dos EUA contra as forças iranianas 

Essa guerra tem tudo para ser devastadora e definidora do futuro do Irã, de Israel e também dos Estados Unidos. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

IRÃ E GUERRA DE SECESSÃO. ESTRATÉGIA OU CONSEQUÊNCIA?

Pela importância estratégica do Irã, seja como exportador de petróleo, seja como importante aliado militar e produtor de armamentos de alta tecnologia, seja pela localização estratégica para as Novas Rotas da Seda ou seja, ainda, pela localização geográfica, servindo como muro de contensão, o país persa pode ser considerado um dos 3 principais pilares estratégicos da China, ao lado da Rússia e Paquistão. 

A China pouco fala se está auxiliando o Irã em inteligência, comunicações, sistemas de detecção de ameaças ou armamentos, mas há muitas notícias a respeito trazidas por analistas geopolíticos de respeito.

A Rússia também pouco fala de ajuda ao seu parceiro militar, mas faz questão de dar a entender que sim, com o envio de navio militar que já está em águas persas. 

Os Estados Unidos estão com receio do que pode advirá do início do ataque e já estão há muito tempo articulando diversas ações de inteligência no país persa.

O que é  sabido é que a CIA, o MI6 e o Mossad estariam treinando e armando separatistas curdos, azeris, e baluches, e ainda fornecendo armas e roteiros de ações a terroristas do ISIS, hoje posicionados no Iraque. 

Os EUA kjá tem drones com capacidade de levar internet a insurgentes iranianos e forças militares dos Estados Unidos.

E, segundo a BBC, desde o final de semana passado tem havido novas manifestações de estudantes contra o governo persa. 

Ao mesmo tempo em que posicionaram seus navios distante da maior parte dos mísseis iranianos, fortaleceram suas bases militares no Oriente Médio com mais aviões, mais soldados e muito mais suprimentos.

Também já estão posicionadas na área forças especializadas em guerras de montanha e as de escuta, esta última no Líbano.

Os Estados Unidos querem a guerra e estão ganhando tempo para promover, por terceiros, ações de insurgência, para criar o caos para o governo iraniano, forças militares e a população civil. 

O tempo está a favor dos EUA, mas o Irã mantém a calma própria de quem sabe o que está fazendo. 

A Rússia deve provocar os EUA, deixando-o em dúvida a respeito de sua colaboração efetiva ao Irã, mas a China, discretamente, deve auxiliar com inteligência, armas, sistemas de detecção de ameaças e de comunicações.

A surpresa para o ocidente poderá ser a reação de um ou outro país do Oriente Médio, caso ocorra a guerra contra o Irã. A maior parte submete-se às determinações imperiais.

Se vir a ocorrer o início deste conflito armado, não tenho medo de dizer que poderá ser a última guerra dos EUA como conhecemos. Não quero dizer que os EUA perderão a guerra, mas sim que poderão sofrer pesadas baixas e como consequência a isto e ao caos social e à radical divisão política a que a população estadunidense está submetida,  uma grande insurgência interna que poderá levar ao início de uma guerra civil e à secessão, com subsequente divisão em pequenas Nações. 

Chamo de população, e não povo, por um motivo simples. Embora haja um certo nacionalismo obtuso nos Estados Unidos, ainda existe por lá muito preconceito com a origem das pessoas, principalmente árabes, asiáticos, negros e latinos e uma certa fragilidade na manutenção da cidadania estadunidense por muitos desses já citados. Entendo, então, que a conceituação correta numa situação dessas é população.

Como visto, o império provoca dor. Primeiro em outros povos e logo em seguida, quase na mesma proporção, em sua própria população.

O tempo, o longo tempo, dirá.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

ATAQUES MILITARES E TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO DIVERSIONISTAS. ARMAS DOS EUA PARA APAGAREM A REALIDADE HISTÓRICA?

Os conspiracionistas dizem que grandes segredos da humanidade são guardados pela Igreja Católica e pelos maçons. 

Os conspiracionistas dizem que os grandes lideres mundiais pertencem a uma só seita e seriam, na verdade, alienígenas.

Essas teorias surgem principalmente nos Estados Unidos e ao menos aparentemente há um motivo para isso.

Há quem acredite nessas histórias, nos conspiracionistas e nos próprios Estados Unidos.

Na verdade, grandes segredos são guardados por religiões antigas e pouco conhecidas e por filósofos antigos não traduzidos. Isto está no oeste da Ásia, conhecido no ocidente como Oriente Médio. 

Iraque, Irã e Síria guardam seguidores de diversas religiões desconhecidas do ocidente e o Iraque, em especial, guarda textos filosóficos milenares não traduzidos, muitos deles destruídos pelos bombardeios dos Estados Unidos. São segredos da história da humanidade que os Estados Unidos parecem querer ocultar e até destruir por suas teorias diversionistas e pelos seus ataques de extermínio.

Mas a Verdade buscada pela Filosofia e por todas as Igrejas ancestrais virá à tona. Poderá demorar décadas ou séculos, mas de algum modo virá.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

CARNAVAL E CERVEJA. CONSCIÊNCIA?

A moda dos blocos de carnaval e de beber cerveja enquanto se movimenta ou na ausência de movimentos tem seu lado bom. Instiga as pessoas a ocuparem as ruas e a se hidratar bem, mas não da melhor forma.

As manifestações populares podem servir para conscientização, mas tenho cá minhas dúvidas se os blocos de carnaval alienam ou conscientizam. E se a cerveja hidrata realmente o corpo ou apenas os bolsos das indústrias cervejeiras. 

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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