QUEM É O AUTOR DESSE BLOG?

ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

DOUTRINA DONROE E OUTRAS ZONAS DE INFLUÊNCIA E O IRÃ

Os Estados Unidos, há 200 anos, divulgaram a doutrina Monroe ao mundo, ou seja, que. Europa não poderia mais manter posses ou colônias nas Américas. 

Isso não foi seguido e até hoje potências europeias detém territórios no continente americano, seja a Dinamarca, a Holanda, a França ou a Gra Bretanha. 

Potências como Rússia e China, porém, entenderam o antigo recado e exercem influência mais econômica que geopolítica em alguns países da região de domínio direto dos Estados Unidos.

Trump rebatizou a doutrina Monroe para Donroe e admite a possibilidade de tomadas de território e de bens na região, como pretende fazer na Groenlândia e já fez em parte na Venezuela. 

Contudo, mesmo contando que as Américas são sua zona de influência, os Estados Unidos continuam a influenciar militar e geopolíticamente todos os outros continentes, mesmo nas zonas de influência chinesa e russa, como vimos em Taiwan e na Ucrânia e até no Irã, um dos pilares estratégicos da China, como já foi explicado em artigo publicado neste blog.

Enquanto os Estados Unidos puderem mandar sossegadamente nas Américas e continuar a interferir livremente em outros continentes, como faz há tempos, Rússia e China correrão sérios riscos, seja de perder parceiros estratégicos, seja de serem colocados grupos terroristas e agentes infiltrados em seus territórios ou em suas fronteiras, mina do sua integridade territorial e a paz política e social. 

Colaborar com o Irã contra as ações de Israel e dos Estados Unidos não é apenas conveniente à China e à Rússia, mas essencial à sobrevivência de ambos. A queda do Irã propiciará a proximidade dos territórios de seus países, além de implicar a perda de importante é estratégico parceiro econômico e militar. 

Por mais que a República Islâmica do Irã seja uma potência tecnológica e militar, ela não é capaz de resistir sozinha a ataques massivos e.continuos dos Estados Unidos e de Israel. Ela pode provocar grandes estragos em Israel e em bases militares estadunidenses, mas precisa da ajuda tecnológica, militar e de inteligência dessas potências. Analistas dizem que as inteligências de Omã, Turquia e Paquistão estão auxiliando o Irã no que concerne ao ingresso ilegal de terroristas curdos e azeres em seu território, facilitado por ações da CIA, Mossad e MI6.

Se o Irã vier a ser atacado novamente em breve, teremos grandes surpresas nas reações de grandes países da região,.normalmente neutros ou mais próximos do ocidente. 

A obstinação de Israel em destruir o Irã poderá provocar um sério revés às suas recentes vitórias geopolíticas e estratégicas na Síria, Líbano e África. 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA

CHINA | MUSEU MARÍTIMO DA ROTA DA SEDA

 

Todo museu nos remete ao passado, à compreensão do presente ou até a uma hipótese de futuro.

O Museu Marítimo da Rota da Seda, localizado em Yangjiang, província de Guangdong, sul da China, é grandioso e visa contar uma história que começou há 800 anos pelo mar.

Com mais de 17.500 metros quadrados, inaugurado em 2004, é focado em arqueologia subaquática.

Lá você verá um salão com janelas transparentes, chamado de Palácio de Cristal, que permite os visitantes verem de perto a escavação de um navio da Dinastia Song (de 960 a 1279 Depois de Cristo), conhecido como Nanhai 1.

Mas há inúmeros outros navios antigos, como o Nan'ao 1 da dinastia Ming, que durou de 1368 a 1644 Depois de Cristo.

Os itens em exibição mudam frequentemente à medida que novas relíquias são descobertas uma a uma. O museu abriga inúmeras peças de porcelana e uma preciosa estátua de jade de Guanyin, conhecida como a Deusa da Misericórdia. Um escudo de madeira com garras é outro item exclusivo do museu. 

As porcelanas eram o principal item de exportação da China pela rota marítima da Seda.

(dica do MUNDO CURIOSO, da parceira VAMOS TV)

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

OS GRANDES BLOCOS NÃO IMPEDEM QUE A 3ª GUERRA MUNDIAL SE APROXIME GRADATIVAMENTE

E O BRASIL?


O neoliberalismo muito alguns poucos e permitiu a devastação de muitos com a miséria e a degradação financeira, social e moral.

Os Estados Unidos se afastam do neoliberalismo que ajudaram a criar e a sedimentar pelo mundo afora. Em seu lugar adotam um nacionalismo intervencionista através de um governo absolutamente totalitário. 

O Brasil, por pressão estadunidense, adota o neoliberalismo desde a década de 1990, ainda no governo Collor. Com isso adveio a desindustrialização brutal e a perda de empregos mais qualificados. Collor foi um desastre para a economia, mas parece que o Brasil ainda não descobriu isso. Alguns governos brasileiros foram mais neoliberais, como Collor, Fernando Henrique, Temer e Bolsonaro. Outros governantes foram um pouco menos, como Lula. A ex-presidente Dilma é a que mais tentou se afastastar dessa doença do neoliberalismo, adotando uma política nacional desenvolvimentista, e foi alvo de difamação, espionagem estadunidense e de uma revolução colorida que culminou com o seu impeachment sem uma causa jurídicamente permitida para o afastamento. Ela foi vítima por ser mulher, por ser nacionalista e por ser herdeira da política econômica adotada por Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, João Goulart e Ernesto Geisel, que permitiram que o Brasil crescesse como ninguém de 1930 a 1980.

A extrema direita que cresce a cada dia no continente americano, na europa, e nos países mais ao oriente e ocidentalizados, como Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Israel, Austrália e Nova Zelândia, nada  mais é do que fruto direto do neoliberalismo. Herdeira do fascismo, a extrema direita atual também é fruto do capitalismo, da crise econômica e da sede colonialista e imperialista que ainda domina os ditos países do ocidente estendido.

Trump já dava sinal do autoritarismo em seu primeiro mandato. Nesse segundo ele perdeu qualquer vergonha e medo e adota políticas autoritárias sem que o Poder Judiciário ou o Poder Legislativo consigam freá-lo. Sua política externa não é muito diferente da adotada pelos políticos que sucedeu, mas é mais violenta na forma e na fala. Destituiu o presidente da Síria em minutos, assim como o fez com Maduro na Venezuela. Porém, não resolveu o problema na Síria nem no nosso vizinho sul americano. Como sempre, os Estados Unidos não resolvem problemas, mas os criam desnecessariamente.

Embora tenha sustentado que não promoveria novas guerras, para conseguir o que quer ele ameaça e extorque, utilizando sua forças armadas para tanto. Foi o que fez na Venezuela e é o que tenta fazer com a Dinamarca e o Irã.

Os europeus se sentem descartados não só na guerra Russo-ucraniana, mas também pela pretensão de Trump de incorporar para si a enorme ilha da Groenlândia.

Com medo do isolamento, os europeus rapidamente aprovaram o acordo econômico com o Mercosul, numa parceria de mais de 700 milhões de pessoas. Essa parceria é ótima para a indústria europeia e para o agronegócio brasileiro, mas péssima, absolutamente catastrófica, para a já sufocada indústria brasileira.

Como ainda demorará anos para a implantação do acordo econômico, cabe ao governo brasileiro, nesse meio tempo, redefinir rumos, estratégias e fortalecimento para o setor industrial, de preferência envolvendo universidades e escolas técnicas para o desenvolvimento de novas tecnologias e descobertas industriais. No meu ponto de vista, isso deveria ser absolutamente prioritário, desde já, inclusive com proteção constitucional.

O Brasil, ao mesmo tempo que se liga ao bloco europeu, também está conectado aos países do sul global no BRICS, o que é excelente para uma política econômica e diplomática pragmática, de resultados. Sem se vincular a um bloco, o Brasil consegue se relacionar com todos, comercializando e dialogando.

Em um mundo cada vez mais agressivo, da lei do mais forte, os países tendem a investir em armamentos, e o Brasil não pode ficar de fora, a fim de preservar seus interesses e sua soberania. Com poucos recursos, e com risco de sanções pelo lado ocidental, ao Brasil não convém comprar armamentos do bloco ocidental, e tampouco da Rússia ou China. Ao Brasil cabe desenvolver uma indústria armamentista nacional capaz de produzir mísseis, drones, veículos de transporte, tanques, navios e submarinos baratos e eficientes. Caso não consiga desenvolver tão rapidamente per si, deverá fazer parcerias com países do sul global, como Indonésia, México, África do Sul e Índia, com transferência de tecnologia. O que não pode haver é a dependência de tecnologia de países com interesses diametralmente diversos.

Os Estados Unidos, Israel e Rússia estão em conflitos armados. Outros países se envolvem direta ou indiretamente. Europa, Ásia, África e América do Sul são alvos de guerras. A guerra está cada vez mais próxima do Brasil.

A falta de diálogo, hoje, é um prenúncio do aumento de conflitos e de formação de blocos, até como forma de proteção dos países. 

O mundo está se dividindo em dois ou três blocos. Os Estados Unidos se isolam cada vez mais, inclusive se afastando de parceiros ocidentais como a Coreia do Sul e os países europeus, estes últimos sempre vassalos, sedentos por ganhar com o imperialismo e o neocolonialismo que os Estados Unidos possam permitir.

A questão da Groenlândia e a sua solução indicará o destino dos europeus, se ao lado dos estadunidenses, se isolados ou se mais próximos da China. a Grã-Bretanha deve ser a exceção e permanecer fiel aos Estados Unidos.

Japão, Grã-Bretanha, Austrália, Filipinas, Israel, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Azerbaijão, Armênia e Nova Zelândia tendem a seguir os Estados Unidos.  

Ao lado da China devem estar a Rússia, Paquistão, Irã, Coreia do Norte, Cuba, Iraque e muitos países africanos e asiáticos. 

Ao Brasil seria conveniente a formação de um terceiro bloco, aberto ao diálogo entre os dois primeiros, e assumir a liderança, ao lado da Índia, África do Sul, Indonésia, México, Argélia, Uruguai, alguns países africanos e do sudeste asiático.

A Coreia do Sul se aproxima rapidamente da China. Não se sabe, porém, qual destino adotarão Arábia Saudita, Egito, Catar, Bahrein.

Os blocos começam a permitir a sua visualização.

Ao Brasil caberá garantir a liberdade de navegação no Atlântico Sul, ao lado da África do Sul. Para isso se faz urgente a fabricação de, ao menos, mais de uma dezena de submarinos de propulsão nuclear.

Também não se pode tergiversar sobre a questão nuclear. Ou ela deve ser proibida para todos ou, na hipótese contrária, deverá o Brasil estudar a possibilidade de produzir armamentos nucleares e meios adequados para a sua utilização. O Brasil não pode movimentar peças olhando para o passado, mas sim para o futuro, tentando defender suas riquezas, sua soberania e o seu povo.

A hipocrisia deveria ficar restrita à cobertura jornalística do passado. A transparência e a verdade, hoje, deveriam ser o objetivo. Os brasileiros têm o direito de saber o que acontece, de fato, no mundo econômico e geopolítico atual, e também discutir todas as alternativas existentes para o Brasil.

Cyro Saadeh é advogado público, jornalista, documentarista, escritor e apresentador do programa Vamos Falar de Geopolítica no Canal VAMOS TV, no YouTube.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

BRASIL, ESTRATÉGICO PARA O MUNDO MULTIPOLAR EM FORMAÇÃO

Os Estados Unidos não estão apenas evidencia do serem imperialistas a quem ainda não conseguia enxergar. Eles estão se afastando de parceiros estratégicos,.como os europeus, canadenses, mexicanos, japoneses e sul coreanos e mantêm-se firmes apenas com o nanico Israel. 

Trump está propiciando que muitos líderes europeus agora pensem em conversar com a Rússia e em se aproximar da China. Coreia do Sul se aproxima da China graças à política burra de Trump. 

Mas, afinal, o que está acontecendo com os Estados Unidos? 

Esse país sempre foi uma máquina de guerra. Tem mais de oitocentas bases militares por todo o planeta. Tem mais de uma dezenas de porta-aviões, tem o melhor e mais caro serviço de inteligência do mundo e as mais superfaturadas armas de todo o globo. 

Não sou eu quem diz, mas diversos cientistas políticos:  os Estados Unidos são governados por uma elite financeira e econômica, dividida entre republicanos e democratas. O país trabalha para esses grupos e não para a população, que sofre a falta de hospitais públicos e a absoluta ausência do Estado.

Com a ascensão da China, os milionários estadunidenses ainda ganham muito dinheiro, mas o país, em si, nem tanto. E, como podemos ver, os EUA estão enfrentando uma decadência social, econômica e moral. Apenas as suas forças armadas e a sua inteligência continuam sendo as melhores do mundo.

E o vaidoso Trump, que gosta de mostrar força, tem abusado do poderio militar para pressionar inimigos e aliados. Se por um lado isso demonstra força, por outro evidencia o desespero pela decadência. E isso agrava o isolamento.

Para Trump, os Estados Unidos têm a capacidade de enfrentar vários países ao mesmo tempo. Sim, tem, mas não todos os paises ao mesmo tempo. Rússia e China, hoje, juntas, se igualam ou superam o poderio estadunidense. 
 
Esse desvario de Trump está preparando o país para uma ditadura e um regime de exceção. E está preparando suas forças armadas para uma guerra kamikaze,  com poucos aliados. Israel e países extremistas de direita, como Japão e diversos governos da América Latina, estarão ao lado de Trump.

O Brasil e o México estarão praticamente isolados nessa área de forte pressão e precisarão traçar estratégias e parcerias para poderem sobreviver e evitarem serem esmagados.

A China já deve saber do papel estratégico e fundamental do Brasil (maior país ao hemisfério sul, a principal economia da América Latina e com vasta saída para o Atlântico Sul, além de ser o principal fornecedor de alimentos e minérios) para o mundo multipolar em formação. Só os brasileiros que ainda não perceberam e continuam com discursos que apenas dividem o país, facilitando a vida do imperialismo e dos eternos entreguistas oportunistas.

Por isso, e como já anteciparam os relatórios da ABIN, o Brasil é o alvo preferido e estratégico da extrema direita mundial. Nos preparemos. Os combates serão ininterruptos e as tentativas de golpes e de revolução colorida também.

domingo, 18 de janeiro de 2026

DESCULPE INFORMAR, MAS O FILME QUE VOCÊ TANTO GOSTAVA NA ADOLESCÊNCIA ERA SÓ UMA FICÇÃO. O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS SE APROXIMA MAIS DE UM TERROR MACABRO .

Quem conhece história sabe que os Estados Unidos sempre foram autoritários, incentivaram golpes de Estado, invadiram países e sequestraram presidentes. Isso não é novidade, por mais que surpreenda alguns.

O que há de diferente é a forma em que isso está sendo exposto.

Embora tente imitar presidentes anteriores, tentando sustentar que a intenção inicial era a de combater o tráfico de drogas, Trump expõe às claras que o interesse é pelo petroleo. E mais. Também o é geopolítico.

Trump é um cara bruto e expõe a brutalidade de forma assustadora. Os presidentes anteriores amenizaram o clima e sustentavam que a briga ou era por democracia, direitos humanos ou contra corrupção e o tráfico de drogas.

Os Estados Unidos, como se viu pela execução da cidadã estadunidense pelo ICE, a milícia trumpista contratada para combater a imigração ilegal, não respeita os direitos civis ou direitos humanos. É o país que mais consome drogas em todo o globo. Tem uma democracia frágil e que está sendo testada diariamente por Trump. É também (não se assuste) o país mais corrupto do mundo. A prova disso é o preço das armas estadunidenses, três ou quatro vezes mais caras que outras de mesmo nível tecnológico, como esclarece Robinson Farinazzo, ex-militar e comandante da Marinha Brasileira. 

Trump é mais bruto e isso assusta e tem que assustar, mesmo. Ele cria intrigas com países aliados a todo instante. Quer a Groenlândia e não esconde que pode usar força militar para isso. Impõe taxas absurdas a países amigos e humilha aliados em público. Está levando a Europa a um declínio econômico e industrial que pode ser avassalador e isolar ainda mais os Estados Unidos, que podem até resistir economicamente, mas militarmente estariam isolados.

Trump conseguiu, através de suas ações absurdas, a façanha de aproximar a Coréia do Sul da China e a Arábia Saudita do Irã.

Trump devasta o bom senso e as relações de civilidade, mas é menos hipócrita que outros presidentes. Ele evidencia o diuturno autoritarismo dos Estados Unidos. Sua brutalidade é um perigo ao mundo, mas também ao próprio império. Ele acirra ânimos internos e sua arbitrariedade desvelada propicia a união de opositores. Em um país em que a população anda armada, a gasolina já foi jogada sobre o território estadunidense e o pavio está aceso. Falta pouco para eclodir uma questão social e até mesmo uma guerra civil. O desmoronamento parece estar prestes a ocorrer.

A sabedoria chinesa impõe a paciência e o respeito pelo tempo. Talvez eles já tivessem antevisto a iminente ruína interna e por isso jamais foram para um confronto aberto. 

Os Estados Unidos dos seriados e filmes era uma ficção, um engodo, uma manipulação. Eles sempre foram eugenistas, violentos e cruéis.

É bom realçar o óbvio. A população estadunidense, porém, não se confunde com o seu governo. Aquela é ingênua e solidária. Esse é manipulador e sórdido.

sábado, 17 de janeiro de 2026

QUANDO HISTÓRIA, CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE SE ENCONTRAM

Iguais solicitam, pedem. Chefes e autoridades convocam. O destino determina.

Sempre amei esse Brasil tão grande e diversificado. Já viajei por quase todos os Estados, exceto Tocantins, Acre, Amapá, Roraima e Rondônia, os quais ainda pretendo conhecer.

Infelizmente não tenho tido oportunidades de fazer viagens já faz mais de um ano. A última que fiz, se não me engano, foi pra Amazônia. Magnífica. Amei. Descobertas atrás de descobertas, sejam culturais, da natureza, de sabores, seja da própria história. 

A história do Brasil é riquíssima, mas pouco e mal divulgada. E um dos meus objetivos era (não sei se ainda tenho energia pra isso) produzir uma série de documentários históricos. Há muito o que falar da gente e da história do Brasil.

Mas a determinação que parece ter sido feita a mim não é bem sobre documentários propriamente históricos. Não posso dar detalhes aqui. Mas tem tudo a ver com o Brasil e o seu futuro. E isso virará um livro que pretende misturar muita história, ciência e talvez um pouco de Espiritualidade, pois creio que Espiritualidade é a base para a compreensão ou aceitação do Mundo, e ela (Espiritualidade) não está distante de nós, mas dentro, sendo a conexão que fazemos com o nosso Eu profundo e dele diretamente com o Universo, com muitas das coisas e muitos dos seres, materializados ou não.

Penso que os ocidentais se equivocam ao querer conhecer o mundo com olhos desapegados da sensibilidade maior da Espiritualidade. Quando olhamos pensando e sentindo o outro, com fraternidade e empatia, como a Espiritualidade determina, um Portal de descobertas se abre e o conhecimento, as descobertas científicas e as percepções se intensificam. Passamos a ver o que era invisivel. Será que por isso o Amor, em seu sentido mais amplo, é o objetivo e fim de muitas das velhas religiões? O amor em seu sentido amplo nos conecta ao outro? Embora empatia não seja propriamente amor, o fato é que para se sentir empatia é necessário sentir amor pelo outro, o que mais falta nos tempos modernos, onde os retrocessos social, cultural, comportamental e espiritual parecem nos cercar e sufocar.

O livro falará um pouco e muito da história e da ciência ligada à Espiritualidade como forma de descobertas.

Será um livro sobre Ciência, Espiritualidade e Fé, recheado de fatos históricos aqui no Brasil.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

IRÃ, A VOZ DISTOANTE DESSE ANALISTA

Todos os analistas, sem exceção, falam que o Irã será atacado pelos Estados Unidos.

Se for por ações de inteligência, ele o é há 47 anos, ininterruptamente, com seguidos atentados terroristas e atos de desestabilização do governo e da sociedade, como que está ocorrendo em solo persa neste instante.

Esses analistas internacionais e brasileiros falam, na verdade, em ataque militar aéreo e talvez em solo, quando citam ataques.

Trump não gosta de guerras longas e ele teve êxito na Venezuela e, conjuntamente com o Biden, também na Síria. Mudou os líderes e, na Síria, mudou radicalmente o regime, afastando-o do Irã e prejudicando o abastecimento do Hezbollah no Líbano.

O serviço de inteligência tem sido muito exitoso no governo Trump, mais do que os militares propriamente ditos. 

A única resistência a isso tem sido o Irã, que tem sobrevivido a seguidas e pesadas investidas dos Estados Unidos.

Sou uma voz distoante, que acha que não haverá um ataque por ora, considerando certos aspectos. Embora haja o esvaziamento de bases militares estadunidenses próximas ao Irã e o deslocamento de porta-aviões para a região, as ações da China de bloqueio de sinal da starlink em todo o longo território iraniano foi um claro sinal e alerta aos Estados Unidos de que a China, ainda que indiretamente, está e estará ao lado do Irã, o que é um sério obstáculo às pretensões bélicas estadunidenses.

A ação chinesa traçou uma longa linha vermelha.

A China tem uma das maiores forças militares do globo e a sua inteligência, a mais discreta de todas, atua como todos os serviços de inteligência deveriam fazer, com firmeza e discrição. 

Este blog já apontou a importância do Irã para a China, citando-o como um dos pilares estratégicos chineses, ao lado do Paquistão e Rússia. A derrubada do Irã seria uma derrota imensa não só para a rota da seda chinesa, a ao fluxo do comércio chinês, mas à sua própria estratégia de blocos de proteção, contensão e de fornecimento de energia para suas indústrias.

A China disse não em alto e bom som sem precisar dizer uma única palavra aos Estados Unidos. 

Os próximos dias serão importantes para vislumbramos o futuro do Irã e da região. 

O IRÃ ESTÁ EM GUERRA DE INTELIGÊNCIA HÁ 47 ANOS.

O Irã é uma teocracia, ou seja, adota a forma de governo com fundamento no islamismo xiita.

Muitos dizem que o Irã é de esquerda, mas não é bem assim. É um país conservador, que adota uma religião como oficial, no caso o islamismo xiita, não podendo ser caracterizado com sendo de esquerda, tendo características mais próximas da direita, muito embora seja anti-imperialista, ao lado da Coreia do Norte (de esquerda), da Rússia (de direita), da China (de esquerda), de Cuba (de esquerda) e do Vietnã (também de esquerda). 

Ao contrário do que a mídia diz, o Irã não é uma ditadura, mas uma democracia, onde o povo elege o presidente e deputados. O problema do Irã é econômico, sofrendo sanções desde 1979, quando adveio a revolução islâmica que derrubou a ditadura monárquica então existente.

O Irã tem mais mulheres que homens nas universidades e é um dos países que mais forma engenheiros em todo o planeta, o que justifica a sua capacidade de produzir tecnologia mesmo em meio às severas sanções estadunidenses. O Irã tem indústria automotiva nacional, produz satélites e os lança ao espaço, tem mísseis poderosíssimos e drones moderníssimos.

O maior setor da economia é o de serviços (51% do PIB), com destaque aos setores imobiliários e serviços especializados. O petróleo é responsável por 23% de sua riqueza, o setor mineral por 13% e a agricultura por 10%.

O Brasil vendeu 2,9 bilhões de dólares para o Irã em 2025, sendo o 31º maior importador de produtos brasileiros, estando à frente da Rússia e da África do Sul como comprador de nossos produtos. O Brasil vende muito milho, soja e açúcar para o país persa e importou apenas 84 milhões de dólares em nozes, pistache e fertilizantes. 

O Irã é capaz de resistir a ataques militares diretos de Israel e Estados Unidos e resiste bravamente a ações de inteligência da Grã Bretanha, Israel e Estados Unidos e a ações pró-ocidentais dos Emirados Árabes Unidos e Azerbaijão.

Este canal foi o primeiro em língua portuguesa a colocar o Irã como um dos pilares estratégicos da China e explicou o motivo (pela sua posição estratégica, pelas suas ações anti-imperialistas e pelos recursos naturais imprescindíveis à China). Este mesmo canal também foi o único a sustentar que o Brasil é o quarto pilar estratégico da China, seja pela posição estratégica nas Américas, por estar voltado para o Atlântico Sul, e se situar próximo à África e ser o principal fornecedor de minérios e alimentos. 

A China jamais assumirá publicamente qualquer ajuda ao Irã, mas o auxilia em ações de inteligência, de comunicação e em alta tecnologia. 

Embora a Rússia seja grande aliada, ela se opõe fervorosamente a que o Irã possa se tornar potência nuclear e possui laços econômicos e políticos muito fortes com Israel, o arqui-inimigo do Irã. 

O que está havendo hoje é uma forte ação externa para o que se denomina de tentativa de revolução colorida. Os serviços de inteligência dos Estados Unidos e Israel estão claramente envolvidos na articulação e facilitação de infiltração dos movimentos que, segundo a mídia ocidental, seriam populares. De populares têm pouco. Obviamente há manifestantes civis, mas há muitos agentes externos infiltrados, como curdos e azeris, armados e foi isso o que chamou a atenção dos serviços de inteligência omanita, turco e paquistanês que repassaram informações importantes para a inteligência iraniana. A repressão, portanto, não é contra civis, mas contra pessoas que portam armas de fogo em manifestações e que já incendiaram dezenas de prédios públicos, viaturas policiais e dos bombeiros e Mesquitas. As ações desses grupos não é em prol de mudanças políticas pacíficas, mas de derrubada do governo e de regime por meio de armas, buscando uma guerra civil.

O governo iraniano, como qualquer outro, tem seus defeitos. É acusado de ser contra as mulheres, mas possui muito mais deputadas mulheres que o Brasil, possui mais mulheres universitárias que homens universitários, permite o aborto até o 3º mês de gravidez e aceita o transexualismo e a mudança de sexo. É teocrático, mas em muitos aspectos é menos teocrático que o Brasil. Acusado de ser uma tirania, as eleições são democráticas e livres, podendo homens e mulheres eleger deputados e até o presidente da República Islâmica.

Há, sim, uma grande campanha de mídia, inclusive de esquerda, contra o Irã, divulgando fatos inverídicos e que servem unicamente aos interesses do império e do sionismo. Essa campanha ocorre há mais de 40 anos. Por isso deve-se ler com cuidado qualquer informação ocidental ou pró ocidental sobre o Irã. Prefira mídias alternativas e, mesmo assim, filtre a informação repassada. O Irã já está em guerra, de inteligência. As manifestações não são todas pacíficas, muito pelo contrário.

As guerras contra o Irã não cessam e ocorrem desde a sua revolução islâmica. O Iraque de Saddam Husseim foi uma marionete estadunidense na guerra contra o Irã. Israel e Estados Unidos atacaram diversas vezes. Mas a guerra de inteligência não teve pausa e, com ela, as tentativas de revolução colorida já duram quase meio século.

E volto a dizer, não entre o falso modismo de opinar sobre o Irã sem conhecer o mínimo de sua história e de sua realidade social e política. O Irã é um dos poucos países abertamente anti-imperialistas. Mudar o regime iranianos é numa obsessão israelense e estadunidense, e até europeia, há décadas. 

As sanções aplicadas desde 1979 permitiram que a indústria iraniana crescesse e o país investisse pesadamente em educação e tecnologia. É um dos fabricantes dos mísseis e drones mais avançados de todo o globo e produz quase a totalidade de seus equipamentos militares, incluindo aí satélites de vigilância, espuinagem e de comunicação.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

TRUMP E AMEAÇAS. A ERA DE PAZ SE AVIZINHA.

Trump age como um imperador tresloucado, que diz comandar a Venezuela à distância e que quer de qualquer jeito a enorme Groenlândia. Não bastasse isso, o imperador tresloucado imprimiu sua foto em ingressos para parques, faltando apenas construir uma estátua da liberdade com o seu rosto, notas de dólares com sua foto e dar nome a um porta-aviões. E, quem sabe, mudar o nome de Estados Unidos da América para Estados Unidos de Donald Trump.

Pois é. O que parece piada e exagero diz muito da personalidade do líder dos Estados Unidos. Seu ego e sua vaidade não têm limites.

Não bastasse o ataque à Venezuela e o sequestro de Maduro, Trump ainda determinou a apreensão de navios russos, mesmo escoltados à distância por submarinos nucleares. Por enquanto Putin não respondeu à altura.

Por outro lado, ao exigir 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela, tendo em seu poder o líder venezuelano, Trump age como um criminoso da pior estirpe contra um povo que luta por sua dignidade. Por outro lado, essa exigência visa atingir diretamente a China, que já alertou os EUA que têm contratos internacionais que a protegem.

A China não avisa o que irá fazer e se contém ao máximo. À China interessa manter o comércio mundial em pleno funcionamento. Porém, tudo há limites, e não se sabe se Trump ultrapassou a linha vermelha.

Se o Dragão chinês soltar fogo, será para queimar em definitivo e levar os líderes dos Estados Unidos ao mesmo local de onde surgiram, às chamas do tenebroso e odioso inferno.

Talvez o Dragão representante de sabedoria e força não aja por enquanto e esteja esperando a sempre conveniente pacificação.

Mas Trump promete não parar. Já disse que seu próximo objetivo é obter a Groenlândia por bem ou por mal, território que, além de possuir muita riqueza petrolífera e mineral, inclusive em terras raras, se situa em uma posição estratégica contra a Rússia e a China e a rota alternativa da rota da seda. 

A Europa que não condenou o ataque à Venezuela pode ser a próxima vítima, em especial a Dinamarca. E se Trump levar ao pé da letra que a América é para os americanos, França, Holanda e Grã Bretanha precisam tomar muito cuidado com os seus territórios no continente americano.

Analistas dizem que o longínquo Irã, na Ásia ocidental, poderá ser atacado diretamente pelos Estados Unidos e por Israel. Mesmo enfraquecido economicamente e sob protestos contra a carestia (aumento dos alimentos), Irã deverá responder à altura, cansado de ser alvo constante dos sionistas de Israel e dos Estados Unidos

2026 é um Ano que promete um novo início, mas que nos reservará muitas surpresas desagradáveis, muita tristeza, muita dor e muito sofrimento. 

O novo início advirá depois. Para isso precisamos nos manter serenos sem perder a Fé na Humanidade e a nossa Espiritualidade.

Nesse novo início a China liderará (e não será necessariamente no final de 2026 ou em 2027) e o Brasil tem um papel relevante nisso, como exemplo, por ser um país amigo, pacífico e acolhedor. A Era de Paz se avizinha.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

A PODEROSA CHINA IMPÕE RESPEITO ATÉ PARA O COWBOY VALENTÃO

Sabe aquela pessoa que com voz baixa consegue convencer os outros?

Sabe aquela pessoa que, quando chega, impõe respeito?

Sabe aquela pessoa cordial, tímida e que esconde de todos seu poder de influência?

Sabe aquela pessoa que pouco fala, mas quando diz algo, até o valentão da escola ouve e fica quieto?

Pois é. Essa pessoa pode ser transformada na China para o mundo real dos países.

A China tem uma ou duas bases fora do seu território, não provoca guerras nem humilha adversários. Pouco fala e pugna sempre pela paz. Mas quando o gigante fala, até o valentão escuta.

Os Estados Unidos, hoje, dificilmente atacarão o Irã. A starlink foi derrubada em todo o Irã, não por acaso, mas, segundo analistas internacionais, por ação discreta e silenciosa da China, visando evitar o acirramento e organização das manifestações.

A China é estratégica e evita guerras sem disparar um tiro, mas por suas ações de inteligência. Os Estados Unidos são valentões, mas não são burros e têm medo de uma ação efetiva e violenta da China.

Hoje, se não houver guerra no Irã, devemos à China, o país calmo, que pouco fala e que muito faz pela humanidade.

OS PAÍSES NA ERA DA INTERNET E DO BIG BROTHER, A REVELAÇÃO

Podemos ser críticos aos tempos atuais, e devemos sê-los, mas temos que reconhecer que o que caracteriza a atualidade é a revelação do caráter.

Hoje, tudo é exposto, inclusive algumas características de certos países.

Os Estados Unidos, a Rússia, o Reino Unido e a França já não conseguem ocultar o imperialismo intrínseco em suas ações.  Por mais que haja a tendência da mídia hegemônica proteger as grandes potências, as mídias sociais e as alternativas divulgam vídeos e textos comprovando as ações nada éticas de tais países.

Da mesma forma, Marrocos e Israel não conseguem esconder o colonialismo de suas ações. Que o digam os povos do Saara Ocidental e dos Territórios Palestinos, ambos ocupados por aqueles países.

Cuba, Coreia do Norte, Venezuela e Irã são taxados de ditaduras pela mídia hegemônica, enquanto os governantes da Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos nunca são chamados de ditadores por essa mesma mídia.

A maior democracia do ocidente, os Estados Unidos, sofreu uma tentativa de golpe, algo copiado aqui no Brasil, nos igualando, mas certamente nenhuma mídia chamou os Estados Unidos de República das Bananas.

O certo é que todos os países, assim como todas as pessoas, têm as suas fragilidades e nenhum, absolutamente nenhum de nós ou deles é perfeito.

O que não pode haver é em pleno século XXI, com a internet e o amplo acesso à informação, a mídia hegemônica continuar a proteger alguns campos políticos em detrimento de outros.

A revelação se tornou quase total na era da internet e do Big Brother. É a realidade copiando a ficção.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

FRANÇA, UM POSSIVEL PRÓXIMO ALVO DE TRUMP

Os Estados Unidos atacaram a Venezuela por causa do petroleo e ameaçam tomar a Groenlândia da Dinamarca. 

Nessa nova onda de movimentação dos Estados Unidos a Amazônia estará protegida?

Embora o Brasil detenha a maior parte da Amazônia (60%), diversos outros países detém parte dela em seus territórios. Um deles é a França, com a Guiana Francesa, responsável por 1% da Amazônia e rica em biotecnologia, farmacêuticos, ouro e com enorme possibilidade de ter enormes reservas de petróleo e gás, como sua vizinha Guiana e, ao lado dessa, a Venezuela.

Invadir a Amazônia brasileira não seria tarefa fácil e controlar uma área tão grande envolveria muitos militares, muitos armamentos e muitos bilhões de dólares, algo que Trump, como pragmático, rejeita.

Se os Estados Unidos de Trump tiverem desejo pela Amazônia, poderão iniciar suas tratativas forçadas com o protetorado francês, menor e de mais fácil controle, próximo da Venezuela. 

Seria surpreendente para a França ter que confrontar seu aliado desde a longínqua entrega da estátua da Liberdade, em 1886.

De acordo com a doutrina Monroe, adaptada para Donroe por Donald Trump, a América seria dos americanos, de forma que a França seria um país inimigo e invasor, assim como a Grã-Bretanha e Holanda, detentores de territórios até hoje no continente americano. 

Resta saber se o desprezo de Trump pelos europeus e sua sede por recursos naturais o incentivará a tomar posse não apenas da Groenlândia, mas de outros territórios europeus nas Américas.

Obviamente os Estados Unidos não detém condições de controlar todos esses territórios de uma só vez sem prejudicar sua presença em outros continentes, de forma que esse apossamento forçado, se vier a ocorrer, será gradual. 

De qualquer forma, isso não seria nada bom para o Brasil, e sua integridade territorial, já que se tornaria vizinho dos decadentes, mas ainda poderosos, Estados Unidos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

DESTINO DO BRASIL: ESCOLA E HOSPITAL DE ALMAS. TRATAMENTOS

O que escrevo agora não faço como escritor, analista ou jurista. O faço como espiritualista. E é assim que deve ser interpretado.

O Brasil não tem um destino comum. Composto por etnias as mais diversas, simboliza a raça humana em sua totalidade, miscigenada.

Sua história de lutas e injustiças, opressões, escravidão e misérias marcam o Brasil e a enorme parte do seu povo.

O Brasil é escola e hospital. Aqui se aprende, se trata e até se cura. Mas não é qualquer espírito que conseguirá esse êxito. Para isso é necessário humildade e resignação, características das maiores religiões e de muitos religiosos e também ateus verdadeiramente humanistas. 

Aqui se vê de perto as desigualdades, as injustiças, a política corrupta, o malandro, o oportunismo, inclusive na Fé, mas aqui também se vê a solidariedade, a compaixão e a Fé verdadeira. 

Viver aqui é uma escola. Se vê de tudo e se aprende sobre a humanidade e muitos dos Espíritos.

Mas não só! O Brasil também é um tipo de hospital, aberto a tratamentos e curas desconhecidas, designadas pelos Céus e protegidas por muitas Entidades espirituais. 

O Brasil tem o solo rico em minérios diversos, alguns fundamentais para a vida humana física e também espiritual, segundo creio. E a energia deles surpreende até o mais cético. 

Temos uma grande biodiversidade e águas que correm sobre minérios, nos trazendo grande diversidade de benefícios à saúde.

São tratamentos naturais, muitos deles comprovados faticamente, outros que necessitam de comprovação científica, mas que resolvem questões de milhares de pessoas. 

Não se esqueçam da medicina chinesa, baseada nos chás curativos, nem dos romanos, árabes e turcos, com seus banhos medicinais. Não é de hoje que elementos naturais são utilizados seriamente como formas de tratamento e até de cura. Há muita ciência nisso, ainda que não sejamos capazes de compreender.

Temos cidades-luz que guardam hospitais de Almas e corpos e que resistem à sanha privatista e neoliberal que domina com atraso o Brasil. São aparentemente centros de terapias e de banhos, mas guardam consigo o poder e o segredo dos Céus ou daquilo que denominamos de Céus. Realizam o que chamamos de milagres,. mas são cientificamente comprováveis. 

Temos águas curativas para diversas doenças. Temos solo rico em plantas que também tratam e curam tantas outras doenças. Temos regiões com climas favoráveis a diversos tratamentos e curas e também temos minérios que podem curar câncer. 

Não é novidade para ninguém que um dos tratamentos para os cânceres é por radioterapia, com alta quantidade de elemento radioativo.  A necessidade de se evitar que a doença se espalhe pelo corpo exige uma ação abrupta, com doses altas. Daí advém alguns efeitos colaterais muito sérios e até danosos.

Potências imperialistas monopolizam o fabrico desses equipamentos e tentam criar um oligopólio e até monopólio no enriquecimento dos elementos radioativos a serem usados, tudo isso a altíssimo custo. O Brasil, graças a muitos militares e cientistas brasileiros ilustres, enriquece aqui grande parte para fins medicinais. 

Mas há muito a se descobrir a respeito desses elementos. 

Se crê, hoje em dia, em uma espécie de vacinação contra o câncer, através de uma dosagem baixa e constante. 

Mas muitos novos tratamentos serão possíveis. A cada dia um novo é revelado.  É questão de tempo para que isso possa se dar em proveito dos brasileiros, do Brasil e, em seguida, de toda a humanidade.

Como brasileiro, rogo às autoridades e cientistas que patenteiem desde logo todo o processo de tratamento descoberto no Brasil, para que isso permaneça eternamente como patrimônio dos brasileiros, para que não sejamos mais uma vez explorados por oportunistas, e fique em poder de um país amistoso e gentil com todos como o é o Brasil, um exemplo hoje e sempre para a humanidade do presente e do futuro.

Obviamente, ninguém deve se submeter a qualquer tratamento alternativo sem estudar a fundo o local, as pessoas envolvidas, o método e sem consultar previamente o seu médico especialista. Com saúde não se brinca e não estou indicando tratamento algum a qualquer pessoa. Estou apenas relatando parte do que vi e da mágica deste país que irradia tratamento a cada metro quadrado. 

Saúde deve ser levada a sério e é dever dos brasileiros e das autoridades que cada descoberta permaneça aqui. Daí a necessidade de patentearmos com rapidez para que não seja concedido a ninguém o direito de explorar os brasileiros nesses tratamentos que a natureza nos revelou, revela e ainda continuará a nos surpreender.

domingo, 11 de janeiro de 2026

PERDA DE BENS, DA NACIONALIDADE E EXPULSÃO. O BRASIL MERECE RESPEITO

O que a extrema direita faria se os Estados Unidos invadissem o Brasil? Defenderiam o Brasil ou serviriam de capachos para as botas dos militares ianques?

Pelos discursos havidos, não tenho a menor dúvida de que seriam os entreguistas, os quinta colunas tão desprezíveis por todo o planeta.

O que me deixa ensandecido é vê-los impunes em meio a tanta falta de respeito pelo Brasil. Pedir que bombardeassem a Baia de Guanabara, carregar a bandeira deles (EUA)) no dia de comemoração da nossa independência e pedir o sequestro de autoridades dos diversos poderes da República não é apenas falta de educação e de respeito pelo Brasil. Representa muito o que essas pessoas são no íntimo: oportunistas e desapegadas ao país que lhes deu tudo o que têm. São desleais e não merecem o nosso respeito. Têm que perder os cargos e responder a processos imediatamente. 

O povo brasileiro vive séculos de opressão, primeiro pelo colonialismo europeu leia-se Portugal, depois pelos imperialismos britânico, francês e estadunidense, que sufocaram nossas Monarquia e República.

Se não estivéssemos tão próximos dos Estados Unidos e sob um medo descabido dos irmãos do norte, poderíamos ser uma das maiores potências do globo. Me refiro a uma das 3 ou 4 potências mundiais, em razão da nossa capacidade industrial, tecnológica e de exportação de minério, petróleo, soja e milho. Temos uma enorme capacidade de produzir e de inovar. Vide a capacidade tecnológica da Petrobrás, da Embraer, do Proálcool... Só nos faltam investimento e oportunidade, e vontade!

Mas sofremos pressão externa e também um grande entreguismo desde a época do Brasil-colônia. E esses vira-casacas nunca se cansam de passar vergonha. A eles interessam o dinheiro e o pretenso prestígio do Tio Sam. São desleais. Se o são com a pátria, imagine com a família.

Até quando seremos obrigados a suportar esses quinta colunas calados? Com o aumento constante da pressão dos Estados Unidos sobre vários países e a inércia das autoridades brasileiras contra esses péssimos cidadãos, será que a população não irá caçar cada um desses entreguistas e "colocá-los" em praça pública? É o lugar merecido, mas espero sinceramente que eles sejam presos e a legislação permita a perda da nacionalidade brasileira a cada um que demonstrar traição à Pátria. Não dá mais para suportar tantos desleais entre nós e que atrapalham a possibilidade de um Brasil melhor e mais rico para todos.

O Brasil não é mais lugar de quem não o respeita. A legislação tem que ser alterada imediatamente para permitir a imediata perda da nacionalidade e expulsão do território nacional, com a perda de bens aos traidores da pátria. É o mínimo que os herdeiros de tantos heróis nacionais, de tantos brasileiros sofridos, de tantos trabalhadores e comerciantes castigados pelas dificuldades e de pequenos empresários que enfrentaram todas as adversidades, merecem. O Brasil merece respeito! Você, como brasileiro, também! 

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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