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ANTES DE MAIS NADA, UM BRASILEIRO QUE AMA O BRASIL E PENSA DIUTURNAMENTE EM UM BRASIL MAIOR E MELHOR PARA TODOS OS BRASILEIROS. FORMADO EM DIREITO, TRABALHA COM O DIREITO PÚBLICO. TAMBÉM É JORNALISTA, ESCRITOR E DOCUMENTARISTA. É, ACIMA DE TUDO, UM PENSADOR DE BRASIL.

sábado, 7 de março de 2026

EDITORIAL DO ESTADÃO, DE CHORAR PELO O QUE CHAMAM DE JORNALISMO

O Estadão, então com outro nome, já foi ousado. Chegou a colocar como correspondente de guerra aqui no Brasil, em Canudos, na Bahia, ninguém menos que o genial e revolucionário Euclydes da Cunha, jornalista, escritor e engenheiro, autor de Os Sertões, muito lido e pesquisado na Alemanha e considerado um dos maiores escritores brasileiros.

Mas isso foi há mais de 100 anos.

De lá para cá o Estadão apequenou-se. Trabalhou contra as políticas nacionalistas e desenvolvimentistas de Getúlio Vargas e apoiou a ditadura de 1964, para logo depois se "insurgir" contra a censura colocando receitas de bolo nas matérias vetadas pelo governo militar. Apoiou, sem respeitar o direito e a ética, a famosa operação estadunidense chamada aqui de Lava-Jato que arruinou carreiras políticas e enormes empresas de engenharia. Lula e Dila foram alvos políticos. Esta sofreu um controverso processo de impeachment e aquele conseguiu sair das cinzas e se reeleger presidente do Brasil pela terceira vez. A nossa Petrobrás, alvo prioritário, sobreviveu e se reergueu. 

Hoje, muitos poucos leem o Estadão. É um jornal sem influência e que serve aos seus riquíssimos donos, conglomerados financeiros.

Mas esse jornal ousa dizer, com a soberba dos colonialistas e a vergonha dos lambe-botas dos imperialistas, que ninguém chorará pelo Irã, vergonhosamente atacado pelos Estados Unidos e Israel, que assassinaram mais de 171 meninas pequenas em uma escola ao sul do Irã, e o líder religioso, além de políticos e líderes militares em Teerã. Enquanto fingiam negociar, agiram de má fé e atacaram um dos negociadores. 

Talvez aquilo que já foi um jornal tenha "razão" por outra razão. Talvez ninguém chore pelo Irã porque todos estarão a chorar de felicidade pelo início da derrocada estadunidense, que levará consigo os perversos feitos de 500 anos de supremacia ocidental, que trouxe o pior do capitalismo, o colonialismo, a escravidão de africanos, o neo imperialismo, a supremacia branca, o apartheid, o fascismo, o nazismo e o sionismo, além das duas grandes guerras mundiais, tudo a ser enterrado com o império mais sangrento que a humanidade presenciou. 

Ou, talvez, o mundo, ao invés de chorar, comemore a integridade moral e espiritual do Irã, e sua coragem de herói dos povos oprimidos, capaz de enfrentar o império de peito aberto. 

O Irã não precisa dos sentimentos dos falsos e dos vis, nem as lágrimas dos que não se comovem pela dor dos povos excluídos, marginalizados e sofridos. O Irã tem mais de 2.600 anos de civilização, muitos deles vividos como império, não do mal, como fizeram os europeus e os Estados Unidos em seus 500 anos de domínio e escuridão espiritual, mas de tolerância.

Que venham mais 2.600 anos de civilização persa e de seus feitos históricos.

Que o Grande Brasil se permita crescer, brilhar e ter o seu lugar aguardado e de merecido destaque geopolítico e econômico, na proteção da natureza, dos povos e da honradez.

Os Estados Unidos estarão no rodapé da longa jornada da história da humanidade. O Estadão, porém, sempre subserviente às forças imperialistas, talvez não seja mais lembrado no Brasil a curto prazo.

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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