Os que pregam a liberdade são os que defendem o aprisionamento provocado por todos os tentáculos do imperialismo.
Para eles, os Estados Unidos soariam como defensor da liberdade.
Mas qual liberdade?
A liberdade dos povos subjugados? A liberdade dos povos exterminados? A liberdade dos povos explorados? A liberdade de bombardear qualquer país a qualquer tempo? A liberdade de se apropriar de terras e recursos de paises alheios? Que liberdade?
A liberdade interna? A de permitir desfiles nazistas, mas proibir manifestações solidárias ao povo palestino? A de reprimir qualquer manifestação popular contra o governo? A de assassinar civis sem qualquer desculpa baseada em lei? A de permitir que pessoas passem frio e fome nas ruas? A de permitir que as pessoas se droguem e se viciem sem tratamento garantido? A de permitir que as pessoas adoeçam sem a garantia de tratamento médico?
Eles não defendem a liberdade dos povos, nem do seu próprio. Eles defendem apenas os interesses de quem financia a eleições dos que governam. As chamadas big Techs, as petrolíferas, as indústrias bélicas são as que lucram. Mas quem governa, de fato, ditando ações, ainda que com prejuízo aos próprios Estados Unidos, são os sionistas, representado pelo primeiro ministro israelense. Eles financiam com muitos recursos a maior parte dos candidatos, os quais, eleitos, se vinculam às determinações de Israel.
Os Estados Unidos sufocam a liberdade de outros povos e do seu próprio, mas pessoas sem informação ou de má-fé dizem que são eles (Estados Unidos) os defensores da liberdade mundial.
Essa ação, um tanto quanto irônica e sádica ao mesmo tempo, é um misto de ignorância, insensibilidade com os fatos que ocorrem à sua volta e de medo do desconhecido.