UM ALERTA NECESSÁRIO A ISRAEL. O ANTISSEMITISMO É CRESCENTE


O mal que Israel faz ao judaísmo não tem limite. 

O sionismo judaico pressionou pela criação do Estado de Israel, sem definir local, no final do século XIX. 

À época, a maioria dos judeus era contrária, o que mudou após o final da Segunda Guerra Mundial. Daí para a criação de Israel passaram-se apenas 3 anos e o local escolhido foi a Palestina histórica, plenamente habitada por uma maioria árabe islâmica, mas em menor grau cristã e menor ainda judaica.

Hoje, Israel é dominado por um governo extremista de direita e belicista que deu causa ao apartheid palestino e ao primeiro genocídio transmitido ao vivo em redes sociais e televisão e que matou na última guerra em Gaza mais de 80 mil palestinos, 4% da população palestina da pequena faixa na costa mediterrânea.

Não bastasse isso, militares israelenses em férias são acusados de causarem transtornos no litoral baiano, aqui no Brasil, e na Patagônia da Argentina, onde moradores locais relatam excessos e agressões que partem desses membros das forças armadas de Israel.

O belicismo e a barbárie tiveram como consequência não só a diminuição do apoio a Israel pela população dos Estados Unidos, mas também e principalmente o aumento do antissemitismo, ou seja, atos hostis contra os judeus, professem ou não a religião judaica.

O que é preocupante para muitos, não causa qualquer alarde entre os governantes de Israel, talvez por arrogância, já que ainda manipulam os dirigentes das nações da Europa, Canadá e Estados Unidos, Israel é um risco atual não só às Nações do Oriente Médio e suas populações, mas aos judeus de todo o mundo.

O sionismo radical, hoje, clama não só pela hegemonia econômica e militar de Israel no oeste da Ásia, hoje, sendo um perigo não só ao Irã, mas também à Turquia e Arábia Saudita, nessa ordem. mas visam à conquista da Grande Israel que, embora tenha sido prevista brevemente pela Bíblia, nunca teve provada a sua existência, e que abrangeria praticamente todo o Oriente Médio, coincidentemente riquíssimo em petróleo e gás.

Alguns chamam Israel de assentamento do imperialismo e de o maior porta-aviões dos Estados Unidos. 

Israel causa mal a muitos, e devido aos seus excessos e impunidade pode causar o maior mal aos próprios judeus de todo o mundo. Lembro que a religião judaica foi base da formação do Cristianismo e do próprio Islamismo e que há muito em comum aos que professam as três maiores religiões ocidentais e que nem todo sionista é judeu e que nem todo judeu é sionista. Há muitos judeus abertamente antissionistas, como o foi Freud, como o são o estadunidense residente no Brasil Noam Chomsky e o brasileiro Breno Altman, além de muitos outros.

Já passou da hora dos judeus moderados se manifestarem sobre Israel, seus excessos e desvios. O silêncio pode causar ainda mais mal a muitos não judeus e judeus.

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