Cuba é um país espetacular pela sua história. A pequena ilha foi capaz de ajudar diversos países africanos, como Argélia, Angola e Moçambique, dentre outros, na luta pela sua independência.
Cuba é antes de mais nada anti-imperialista. Tornou-se "comunista" para receber o apoio da União Soviética contra o gigante imperial que a cerca, os Estados Unidos.
Com o fim da União Soviética, Cuba teve que se reinventar, permitindo certas empresas multinacionais e a produção pelo pequeno empresariado local. Hoje, recebe certa ajuda chinesa.
Mas a pequena ilha caribenha, sancionada há 60 anos, embora tenha saúde e educação excelentes, depende de energia externa e carece da capacidade de produção de bens essenciais.
O Nero Trump, desviando da derrota homérica no Irã, desvia de assunto e já fala em invadir Cuba.
Cuba, hoje, não tem condições de resistir mas nunca se recusou a conversar.
Trump pratica a erosão do "soft power" estadunidense e isola-se em seu castelo de cartas.
Os estadunidenses não aguentam mais o governo Trump que erode o poder dos Estados Unidos e administra o país como um imperador autocrático.
A tensão aumenta no seio social dos Estados Unidos, senso campo propício para uma guerra civil.
Daí a pergunta. Mesmo sob pressão, Cuba levará a revolução para os próprios Estados Unidos?

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