Trump está pondo em risco o seu mandato e a própria segurança estratégica dos Estados Unidos com essa guerra contra o Irã.
A impopularidade de Trump é crescente entre a população estadunidense e os militares daquele país. Impeachment e a perda de cadeiras no senado e na Câmara poderá se tornar realidade até novembro.
A ação mal planejada e mal calculada está pondo em risco a manutenção das bases dos Estados Unidos no Oriente Médio e a própria segurança estratégica para ter a capacidade de conter um eventual ataque de uma potência militar como por exemplo a Rússia ou a China.
A melhor saída para Donald Trump é declarar vitória e sair rapidinho do Oriente Médio. Largar Israel à própria sorte seria, nesse momento, declarar o fim do estado sionista. Porém, a pressão do fortissimo lobby israelense não permitirá a implementação dessa ideia. Mais porta aviões estão sendo enviados para combater o Irã, 1 dos Estados Unidos, 1 da Grã-Bretanha e 1 da França, em claro sinal de que já perderam as pistas das bases da Jordânia e dos países do Golfo.
A manutenção da guerra para a defesa de Israel pode colocar os Estados Unidos em claro sinal de perigo. E numa situação tão grave dessas, pondo em risco a existência dos Estados Unidos, não se pode descartar a hipótese de os militares exigirem o afastamento do incompetente ministro da guerra e a saída imediata da guerra, sob pena de um golpe militar.
Embora nunca tenha ocorrido um golpe dos militares, não se pode descartar tal hipótese nessa situação inédita dos Estados Unidos, em que o país põe em risco sua própria segurança existencial em prol de outro país, no caso Israel.
Caso Trump opte espontaneamente por sair, provocará a ira dos sionistas e, por consequência obviamente, sério risco à sua carreira política e à sua própria vida.
Trump está sem saída e os Estados Unidos caminham juntos, sem qualquer preocupação a respeito por parte de Netanyahu, o qual se torna uma pessoa non grata por parte significativa da população e por ala importante dos militares dos Estados Unidos.
O maior império cometeu seu maior erro, acreditar em Israel sem traçar seus próprios planos de combate e de riscos.