quarta-feira, 10 de junho de 2020

O COVID-19 E OS QUE SE BENEFICIAM DELE. E AINDA HÁ OS QUE ACUSAM A CHINA DE TER PROVOCADO INTENCIONALMENTE A PANDEMIA.

Não há dúvida de que uma quarentena rigorosa (proibindo a circulação total) de 30 dias seria suficiente para por fim ao covid-19 em uma dada região, evitando que a catástrofe econômica, social e de saúde perdurasse por longos e tenebrosos meses. Porém, nenhum país aplicou uma quarentena tão rigorosa por esse período, com exceção à China na região em que teria se iniciado a pandemia, restando a contaminação pelo mundo afora. Raros são os exemplos de sucesso, onde se destacam a Nova Zelândia (que já voltou à vida normal) e ao Vietnã (em que não se registra uma única morte).

Se víssemos a pandemia como uma guerra, poderíamos afirmar que os países perdedores seriam o Brasil, a Rússia, os Estados Unidos, devido à sua incompetência no trato com a pandemia? Será?

É óbvio que qualquer vida humana importa e por isso um governo atuante e eficiente no combate ao covid-19 representa um sucesso a ser admirado. E poderíamos julgá-lo vitorioso.

Por outro lado, a pandemia tem reflexos econômicos, além de sociais e de saúde, e nisso há interesses capitalistas muito presentes e fortes. 

Afinal, se por um lado a pandemia prejudica a todos (ou a quase todos) a quem ela beneficiaria? À sociedade ou a algum país em especial? 

Não há dúvida de quem mais se beneficia com essa pandemia são as grandes indústrias farmacêuticas capazes de suprir o mundo de remédio ou vacina contra o covid-19, vendendo bilhões de unidades a pessoas e governos, enfraquecidos economicamente devido à crise econômica decorrente da pandemia. Daí se pergunta: qual o país que tem as maiores indústrias farmacêuticas do globo, capazes de produzir vacinas e remédios em larga escala?

Por outro lado, qual é o país que tem o maior número de laboratórios biológicos, capazes de produzir armas biológicas e também pandemias (por quê não? Não que ache normal ou justo, mas possível), jamais explicando os reais motivos? E espalhados por todo o mundo? 

O enfraquecimento das economias prejudicaria o comércio entre as nações, mas a produção agrícola seria a de maior destaque e valor agregado depois do fabrico de medicamentos específicos contra o covid-19. Afinal, qual é o país que mais produz e exporta produtos agrícolas em todo o mundo? 

Parece que os países mais afetados seriam os que viessem a ter o maior número de mortos, os que viessem a sofrer uma grande crise econômica interna e os que dependessem do comércio internacional e da importação de alimentos.

Se a crise econômica e de abastecimento dos países que não tem produção agrícola suficiente podem levar a um conflito internacional, qual é o único país que tem capacidade bélica de atuar em diversas regiões ao mesmo tempo, assegurando o seu poderio e a sua segurança externa e interna?

Assim, faz-se a pergunta, qual seria o país que mais se beneficiaria, a médio prazo, com a pandemia?

Se você respondeu China, está equivocado. Ela é a maior importadora de alimentos do mundo, e não produz alimentos suficiente à sua demanda interna. Além do que, as suas forças armadas, embora estejam bem equipadas, não são capazes de atuar além da região em que se encontra. Ademais, embora tenha uma grande produção farmacêutica, o seu poderio fabril não se compara ao Europeu ou Estadunidense. E os seus laboratórios biológicos encontram-se apenas em seu território.

Além do que, com o enfraquecimento do comércio mundial, a China tem muito a perder, pois é grande exportadora de manufaturados, itens muitas vezes não essenciais que podem ser temporariamente dispensados .

Os laboratórios biológicos espalhados pelo mundo pertencem a uma única superpotência, que também detém a maior força militar já vista no planeta, espalhada por todos os continentes, com exceção à Antártica. Essa mesma potência detém a maior produção agrícola do mundo e a maior indústria farmacêutica do globo.

Adivinhou qual é a resposta mais evidente? E há ainda os que acusam a China de ter provocado intencionalmente a pandemia, numa leitura superficial e restrita dos acontecimentos e das potencialidades.

Para refletir:

Para viver, sinta, sonhe e ame.
Não deseje apenas coisas materiais.
Deseje o bem e multiplique as boas ações.
Sorria, sim. Mas ame mais.

Ame a si, aos outros, a quem está próximo e distante.
Ame quem errou e quem acertou.
Não diferencie.

O amor não julga. O amor não pune. O amor aceita.
Pense nisso e aceite a vida.

Vamos brincar com as palavras?



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