Bastou para o mundo virtual dominar, as livrarias físicas desapareceram e os ditadores e os imbecis dominaram esse mundo surreal.
Parece que acordamos em um mundo distópico, onde os bons, as crianças e as mulheres são as principais vítimas.
A verdadeira Fé passou a ser criticada e o ódio passou a ser referência de comportamento.
Critica-se o padre que distribui alimentos a quem dele precisa e adora-se os que pregam a discriminação, a superioridade e a ganância.
Como reflexo disso, fortalece-se o neoliberalismo na América Latina.
Os bilionários ganham bilhões ao dia, enquanto aumenta-se o número de miseráveis e diminui-se a classe média mundialmente, com exceção à China e aí sudeste asiático.
Os espiritualistas creem que há algo de errado no mundo Espiritual, com reflexos no mundo material.
Os ateus passaram a ter uma crença mais forte na inexistência de um Deus.
Os que se dizem crentes em Cristo, mas o fazem da boca pra fora, valorizam o ter, o poder e as relações espúrias, tudo o que Jesus condenava.
Nesse mundo distópico, ler permite enxergar possibilidades, passado e futuro, mas quem lê? As pessoas preferem restar presas em um mundo altamente materialista, mais próximo do inferno, do que em um mundo das idéias e dos ideais.
A inversão de valores não surpreende aqueles que sabem da fase e do destino da humanidade.
É nesse mundo distópico, do materialismo excessivo, e dos infernos pessoais e coletivos, que mostramos aos outros e aos Céus quem de fato somos. É a revelação citada na Bíblia e que antecede a uma grande e larga evolução da humanidade. É uma espécie de caos que antecede uma vida mais verdadeira e mais próxima do Eu verdadeiro de cada um.