O Brasil é o segundo país em número de contaminados e de mortos pelo COVID-19.
Os números ainda impressionam, pois a percentagem de mortos, em relação aos casos confirmados, é superior ao dos demais países
E a manutenção em um mesmo patamar por tanto tempo deveria preocupar as autoridades e servir de alerta para a necessidade de alteração das medidas que vêm sendo adotadas.
Afinal, o que não está dando certo no Brasil?
Estamos há mais de 4 meses em um processo de afastamento social nem com tanto afastamento nem com tanta proximidade. Enquanto alguns levam a sério, outros ainda preferem correr pelas ruas sem qualquer equipamento de proteção (leia-se máscaras) e se reencontrar com amigos em restaurantes, bares e nas praias. E esse jeito brasileiro de não cumprir regras, de se achar um ser superior aos outros e de não levar a sério nada, absolutamente nada, está causando, ao mesmo tempo, um maior número de óbitos do que seria o normal e a prorrogação da pandemia em um estágio ainda preocupante.
Os nossos idosos e os demais integrantes do grande grupo de risco são as maiores vítimas em potencial, e a nossa economia e os nosso empregos também!
Ou o Brasil leva a sério a pandemia de uma vez por todas ou essa política de eterno afrouxamento fará perdurar ou até agravar os efeitos perversos nos números de óbitos, de ocupação de leitos, de fechamento de comércio e indústria e de desempregados.
Não é momento de abertura de nada, absolutamente nada. Temos que ser sérios ao menos por um período, a fim de diminuir com intensidade os números do COVID-19, que perduram altos já faz meses.
Estamos em uma guerra. Uma guerra pela vida. E estamos perdendo feio. Parte da culpa é da população desleixada e descomprometida. Mas parte da culpa também é de nossas lideranças políticas, mais preocupadas com a repercussão da aprovação das medidas do que com os efeitos concretos daquelas ações que deveriam ser adotadas.
Levemos a sério. A luta é pela vida, pela sanidade mental e pelo emprego. O Brasil precisa resolver esse problema de uma vez por todas, e rápido.
Estarmos à frente da Índia e China, os mais populosos do mundo, em números de contaminados e de mortos deveria ser motivo de preocupação. Estarmos em um patamar elevado de contaminados e mortos por tantos meses também deveria servir de alerta. Mas não. Vivemos o mundo do faz de conta. Vidas e empregos não importam. O que merece atenção é a popularidade das medidas, apenas isso!
A história não nos perdoará!
Esses números abaixo foram extraídos do google.