E se houver uma guerra provocada pelos Estados Unidos, qual será a nossa capacidade de defesa?
Considerando a nossa realidade hoje, no continente, só se for guerra de guerrilha. Nos mares? Nenhuma. Nos ares? Também quase zero.
Como não somos ricos, temos que nos preparar para uma guerra assimétrica, ou seja, utilizando outros meios e métodos que não os utilizados pelo nosso agressor. O Irã fez isso e está resistindo bravamente, causando grandes danos aos Estados Unidos e a Israel.
Hoje, temos a Embraer e a Avibras, de volta. Capacidade não nos falta. O que falta é projeto de país e programas de defesa que considerem o nosso tamanho, a nossa baixa capacidade de financiamento e as nossas necessidades e prioridades.
O Brasil não pode deixar potências estrangeiras montarem bases ou terem livre acesso a países do continente sul americano. Temos que ter uma grande base aeronaval em Fernando de Noronha, com caças, navios de guerra e drones aéreos, aquáticos e subaquáticos, além de mísseis. No continente, devemos ter mísseis e bases de lançamento espalhados por todo o país, além de velozes drones. Nossos mísseis tem que ter alcance máximo de, no mínimo, 4 mil quilômetros, a fim de evitar que qualquer país tente impor um bloqueio naval, o que afundaria o nosso comércio.
Com isso, e desde que bem treinados, teríamos capacidade de defender o nosso país.
Armas atômicas poderiam reforçar a nossa defesa e o poder dissuasório, sendo importantes como armas para evitar ataques e provocações de países inimigos.

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