Trump visou humilhar a Venezuela e a América Latina como um todo ao sequestrar o presidente daquele país.
Ele quis dar um claro recado de que a América Latina foi, é e continuará a ser o grande quintal dos Estados Unidos.
Porém, não se limitando ao continente americano, Trump foi à Ásia para iniciar a guerra contra o Irã, abandonando as negociações então existentes. Aí ele foi humilhado. Os EUA perderam quase todas as bases do Oriente Médio, mais de uma dezenas de aviões de combate e reabastecimento, foi compelido a retirar seus dois porta-aviões da região e viu o preço do petróleo disparar. Foi compelido a retirar as sanções para a exportação do petróleo russo, tentou atrair japoneses, sul-coreanos e europeus para a guerra, mas só teve o aceite da impotente Argentina do presidente que pensa ser astro de rock e da Ucrânia já bastante destruída na guerra contra a Rússia.
Ao soberbo imperador do Ocidente restará retirar-se, alegando vitória, ou invadir o solo iraniano. Se adotar a primeira opção, consolidará a humilhação, mas mitigará um pouco os danos econômicos. Se tentar a invasão, poderá vencer ou, ao contrário, perder muitos soldados e equipamentos valiosos, selando de vez o fim dos Estados Unidos como potência hegemônica.
O declínio já está às claras e o desespero do imperador megalomaníaco ao constatar o império decadente já é evidente.
Os Estados Unidos tender a usar cada vez mais a força, e assim se afundarão vez mais rápido.
Como dissemos há dois meses em outro artigo, antes da guerra contra o Irã ter início, o risco desta ser a última guerra dos Estados Unidos como o conhecemos é grande.

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