TERROR COMO ARMA DO IMPÉRIO

Não são o Irã, a Coreia do Norte, a Síria, a Libia o Iraque, o Líbano, a China e a Rússia países terroristas nem são eles quem os financia. Esses países foram e são todos eles vítimas do terrorismo criado e financiado pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Israel e alguns países do golfo.

A Libia, o Iraque e a Síria sofrem diária e  profundamente com o terrorismo criado pelos Estados Unidos. Até o Donald Trump afirma que foram os Estados Unidos que criaram o ISIS (Estado Islâmico).

A Rússia, logo após o início da guerra com a Ucrânia, viu aumentar, e muito o número de atentados terroristas e de tentativas, com prisão de mais de uma centena de células terroristas, como aponta matéria publicada na RT. Clique aqui para ler. (https://www.rt.com/russia/602085-russia-terrorism-crimes-surge/)

Esses grupos agem para tirar do poder políticos nacionalistas e anti-imperialistas, para dividir povos, para criar tensão interna, para propiciar ao império acesso a poços petrolíferos e para agir diretamente como proxys na defesa dos interesses ocidentais (Líbia, Síria...). Ao mesmo tempo, se localizam próximo de potências asiáticas (Cinha, Indiane Rússia). Não é difícil descobrir quem os financia. Basta rastrear as armas, os veículos, os locais de treinamento e a origem dos chamados "voluntários". Falta vontade e coragem dos organismos internacionais.

Curiosamente, Israel e os Estados Unidos e seus pontos de interesse não têm sofrido atentados por esses grupos. Coincidência ou revelação clara e indubitável de quem são os seus maiores patrocinadores?

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