O ser humano busca a liberdade,
inerente à natureza, mas as criações que fez, criativa e revolucionariamente, ao
longo da história, o prendem a um conservadorismo primário. É assim na política
e nas religiões, que não acompanham os longos avanços científicos e sociais,
mas regridem, de tempos em tempos, a um verbalismo excludente recheado de ódios,
em busca não de uma sociedade mais avançada e pacífica, amparada por um Deus inclusivo e amoroso, mas atrás do reflexo de um Deus ultrapassado, imaginariamente vingativo
e sanguinário que tem alguns poucos preferidos, independentemente da elevação moral.

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