Sou um humanista, e não tenho dúvidas disso.
Quando pré-adolescente, elaborava jornais e revistas e desenhava histórias em quadrinhos. Quando adulto, optei pela área de humanas e cursei direito e jornalismo.
No direito iniciei trabalhando para empresas e depois rumei para a defesa dos hipossuficientes economicamente. Atualmente defendo os interesses da administração pública.
No jornalismo o máximo que consegui fazer é escrever neste blog. E ainda fiz cursos de cinema documentário, que é a minha paixão concomitante ao direito.
Já fui mais apaixonado pela arte de defender. Hoje estou um pouco descrente, não na Justiça, mas nos homens.
Imagino que o direito exija mais luta, mais defesa de teses e mais paixão pela humanidade. Sem isso, a atividade jurídica torna-se um marasmo e burocracia pura.
Sempre acreditei que o Direito pode mudar a sociedade e revolucionar pacificamente a política, mas de forma homeopática. Hoje, contudo, vejo que o Direito poderia fazer exatamente isso, desde que os homens assim quisessem e permitissem, caso contrário o Direito apenas serviria para manter o "status quo", tudo o que a humanidade, a sociedade, o direito, o bom administrador e os seres críticos não podem admitir.