As mulheres têm conquistado muitos direitos no ocidente. Foi com Getúlio Vargas que as mulheres puderam exercer o direito ao voto. E hoje, passado mais de setenta anos, temos uma presidenta mulher. Hoje as mulheres apresentam jornais, são editoras, são líderes partidárias e comandam as forças armadas (presidenta Dilma).
No Oriente Médio, porém, a coisa é diferente. Em alguns países há maior ou menor liberdade aos membros do sexo feminino. E tudo depende da vinculação da política à religião e da interpretação que se dá ao Alcorão. Para os talebans as mulheres não podem sair às ruas nem estudar. Recebem chibatadas, pedradas e muitas vezes são proibidas de ter contato com os filhos. É o radicalismo religioso impondo visão deturpada e perigosa a uma parcela mais fragilizada (mulheres). No Líbano, Síria, Egito, Jordânia e Tunísia as mulheres ainda podem ir em muitos lugares sem lenços protegendo a cabeça. Em outros países daquela mesma regiaõ, porém, as mulheres não podem sequer dirigir (Arábia Saudita). É a Arábia Saudita que detém uma visão mais retrógada em relação aos direitos das mulheres.
Com tanta opressão e submissão, não me causaria estranheza se o próximo Messias, em que muitas religiões acreditam, viesse do Oriente Médio e sob o sexo feminino. E é nessas condições de submissão e opressão que surgem os Messias. Foi assim com Jesus Cristo e tantos outros Messias para tantas religiões.
Seria engraçado ver a reação de algumas pessoas. Afinal, o que achariam as religiões disso? Poderá ser uma mulher em carne e osso a libertadora das almas dos homens e que será capaz de trazer a harmonia e a paz a todos os cantos? Estarão, os homens, preparados para isso?