GRITO DA SERENIDADE

Perante a injustiça eu não me calo nem me ajoelho.
Frente à injustiça brado um grito de serenidade, em busca da paz.
Com a injustiça eu sei que não advém a verdade, mas os medos e os fracassos daqueles que momentaneamente detém um certo tipo de poder.
À injustiça não se presta qualquer tipo de homenagem, restando tão somente o silêncio da vergonha, que é o que faço.
Silenciar não é calar-se, mas indignar-se com a voz possível a enfrentar o monstro da insensatez. E o silêncio é ouvido por aqueles que se rebelam e sentido por aqueles que ainda têm dignidade e carregam consigo o sentimento de humanidade.
É o grito da serenidade.

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