Um tempo atrás tive a oportunidade de realizar um documentário muito interessante. Versava sobre a história de um menino nordestino que se sentia menina e que, com o passar do tempo foi sofrendo mais e mais preconceito. Pressionado pela sociedade conservadora, mudou-se para o Estado de S. Paulo, onde conheceu o seu namorado. Passou um tempo e adotou duas crianças, tornou-se Mãe de Santo e realizou uma cirurgia tensa para a mudança de sexo, após autorização médica. Mudou o nome por força de decisão judicial e casou na Igreja. Os filhos e a sociedade, hoje, o tratam como uma mulher, que realmente é. Há detalhes mais interessantes e que nos fazem perceber como somos pequenos e reduzidos na capacidade de compreender o universo de possibilidades, de vontades e de necessidades imperativas do ser humano.
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