"A petição baseia-se em quase um ano de trabalho de indivíduos e organizações agora reunidos sob o nome de Aliança dos Contribuintes Contra o Genocídio (TAAG). Inclui declarações juramentadas de médicos que trabalharam em Gaza, relatos de testemunhas oculares, depoimentos de denunciantes, vídeos e extensa documentação do apoio político, militar, diplomático e financeiro dos EUA. A entrega ocorre após uma vitória em um tribunal federal que protegeu o direito da TAAG, garantido pela Primeira Emenda, de compartilhar essas evidências com o Tribunal, depois que o governo Trump tentou bloquear a cooperação com o TPI por meio de sanções e decretos executivos".
Autoridades israelenses já descreveram essa dependência. Em setembro de 2024, um alto funcionário da Força Aérea Israelense declarou ao Haaretz que Israel teria dificuldades para sustentar a guerra por mais de alguns meses sem o armamento americano. Em outubro de 2024, o ex-diretor de inteligência do Mossad, Zohar Palti, disse ao The Washington Post: “Sem o armamento americano, Israel não pode lutar”.

Os contribuintes que viajam a Haia insistem que essa opção já não existe. Chega de impunidade para quem financia, arma, auxilia e instiga o genocídio.
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