A Bahia é terra de todos os Santos, todas as fés, em um sincretismo praticado na Ásia, na África e nas Américas, mas tão repudiado por quem defende religião e tem pouca religiosidade.
A Bahia abrigou nossa primeira capital pela metade do tempo da existência de um Brasil europeizado. Mas lá também é a terra de povos originários que acolheram e depois resistiram à invasão portuguesa e que bradaram por uma independência autêntica, distante dos reis de Portugal e da explorção do povo.
Foi terra de revoltas, revoluções e brasilidade. Terra de herois brasileiros, de literatura, de cinema e de arte. Essência da mistura de fés e de etnias tão típicas do Brasil.
E foi lá, na praiana Itacaré, que turistas sionistas israelenses tentaram intimidar a população e destruir um mural de outro povo originário, os palestinos.
No dia 30 de outubro sionistas israelenses tentaram vandalizar um mural erguido por moradores de Itacaré que contava com mensagens de solidariedade ao povo palestino.
Um antigo casarão era costumeiramente alugado por turistas israelenses e serviu de mural artístico em homenagem ao povo da Palestina e que servia de alerta ao racismo praticado pelos turistas israelenses.
No dia da ação sionista, a cidade tinha um evento cultural na praça, uma feira de livros. Sete turistas sionistas se incomodaram e tentaram vandalizar o mural artístico, mas foram barrados pela população local.
Um grupo de israelenses alugava o casarão e promovia naquele espaço ideias supremacistas, racistas e sionistas, utilizando-se do dinheirodo turismo para tentar manipular a população local.
Segundo o Jornal Brasil de Fato, o proprietário do casarão havia autorizado a intervenção artística, e posteriormente solicitou aos manifestantes que retirassem as mensagens pró-palestina das paredes, após ser pressionado por empresários locais.
Você pode ler a matéria na íntegra diretamente no jornal Brasil de Fato.

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