PROCURADO!

Quem nasceu entre as décadas de 1950 e 1980 se cansou de ver filmes estadunidenses de caubóis onde os antigos sherifes afixavam cartazes de procura-se por toda a cidade, em busca de criminosos. Como todos os nascidos nessa época sabem, procura-se em inglês é "wanted".

O tempo passou, mas o mundo continua dividido entre mocinhos e bandidos.

E em um país onde hoje reinam a belicosidade imperialista, a beligerância gratuita, a autocracia, os excessos policiais e a corrupção descarada, muitos ainda procuram justiça.


Com esse sentimento de inconformismo com o visto concedido pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Flávio Bolsonaro, que responde a três inquéritos por irregularidades graves no Brasil, além de participar de escândalos ético (pedido de dinheiro a banqueiro investigado e posteriormente preso) e sexual, enquanto muitos imigrantes trabalhadores têm sido detidos e expulsos, ou até mortos, pelo ICE, muitos estadunidenses têm afixado cartazes de procura-se com a foto e dados de Flávio Bolsonaro.

Aqui Flávio Bolsonaro teve 59 milhões de eleitores. Lá poderá ter um número maior ainda de pessoas em busca de uma recompensa, moral, obviamente, já que dinheiro em abundância estão em poder dele e de seus protetores, Daniel Vorcaro e Willer Tomaz, o primeiro preso e o segundo com prisão decretada, assim como Donald Trump e Benjamin Netanyahu,  estes acusados de corrupção.

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