LISTA DE MINERAIS QUE DEVERÃO SER REFINADOS NO BRASIL


Através do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, o Brasil já tem uma relação de 27 mineriais que deverão ser refinados no Brasil. A finalidade do governo federal é que as riquezas naturais ajudem a potencializar nossa tecnologia, além de criar empregos qualificados e ajudar a reindustrializar o país. As terras raras ajudarão a fortalecer a nossa soberania, enquanto o governo mostra força para isso.

Esses minerais não serão exportados de forma bruta, mas apenas após passarem pelo complexo sistema de refino.

Como disse o presidente na plataforma X, o Brasil tem minerais estratégicos para garantir o futuro do planeta, seja para o fabrico de celulares, baterias de veículos elétricos, painéis solares, processadores, turbinas, radares, foguetes ou equipamentos de defesa.

Com três níveis de prioridade, a lista apresentada prioria as terras raras e outros oitos minerais.

Na primeira lista prioritária, inclusive de financiamento e incentivo público e controle público, estão: terras raras, grafita, lítio, níquel, cobalto, cobre, manganês, silício e urânio, considerados essenciais para a transição energética, fabricação de equipamentos eletrônicos, materiais de defesa e o desenvolvimento de novas tecnologias.

A segunda lista de prioridade considera minerais que reduzem a vulnerabilidade agrícola e das indústrias siderúrgicas, químicas e fabricação de equipamentos de alta tecnologia, como tungstênio, cromo, vanádio, tântalo, titânio, fostafo, potássio e enxofre.

A terceira e última lista contempla o nióbio, estanho, ferro, zinco, ouro, magnésio, molibdênio, tório, alumínio e o grupo de platina, que estarão sujeitos ao monitoramento contínuo, com menor prioridade no fomento de exploração e refino. 

O conselho realizou estudos dos Ministérios de Minas e Energia, do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, do Centro de Tecnologia Mineral e Consultorias Especializadas.

A decisão do governo é estratégica e olha para a realidade geopolítica, onde há uma disputa pelo controle de minerais essenciais para a dita economica do futuro.

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