
Muitos idosos chineses não param e não se constrangem pelo fator idade. Aprendem sobre drones, inteligência artificial e edição de vídeos.
A Agência de Notícias chinesa Xinhua mostrou como os grisalhos querem acompanhar os tempos. Aprender a manusear um smartphone foi o primeiro passo. Ultrapassado este, o pessoal da melhor idade quer saber mais e mais. Não para de estudar e aprender.
Há na China Universidades para aposentados, que oferecem cursos de produção de vídeo, fotografia com drones e inteligência artificial. As aulas são disputadíssimas.
A China tinha mais de 323 mlhões de pessoas com mais de 60 anos em 2025, o equivalente a 23% de sua população total. Porém, apenas 53,7% dessa faixa etária utilizava-se da internet, enquanto a média nacional total era de 80,1%.
Só na Universidade para idosos de Ningxia, mais de 3.600 pessoas se inscreveram nos cursos de tecnologia, incluindo aí aplicações de Inteligência Artificial, produção e edicação de vídeo e tecnologia para casas inteligentes e comércio eletrônico. Muitos desses cursos se esgotam em minutos após a abertura das inscritções.
O 15º Plano Quinquenal chinês (l226-2030) estabelece a expansão da educação para idosos e o desenvolvimento de mais universidades para essa faixa etária.
As aulas proporcionam não só o aprendizado de novas habilidades práticas para o dia a dia, mas oportunidades de crescimento pessoal e interação social.
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