O LULA GANHOU, E AGORA?


A vitória do presidente Lula ameniza o sofrimento dos democratas, dos nacionalistas, dos trabalhadores, dos aposentados e pensionistas e de quem milita pelos direitos humanos. Mas o governo Lula deve ir além.

O Brasil não pode se estagnar e pode e vai se agigantar.

O governo deve fortalecer nossas indústrias bélicas, de forma a ficarmos menos dependentes da tecnologia e armamentos dos países membros da OTAN.

Também deve fortalecer a participação brasileira nos BRICS, de forma a ampliar nosso comércio exterior, aumentar o PIB e solidificar o Brasil como uma das 10 maiores potências econômicas do globo.

Como questão estratégica, e desde ontem, o Brasil deve investir em lançamentos de satélites civis e militares brasileiros, inclusive com constelações satelitais para a comunicação e internet em regiões remotas, também deve priorizar um sistema de comunicação totalmente brasileiro, um sistema nacional de geolocalização por satélite, e desenvolver, através da Avibrás e Embraer, sistemas de mísseis de curto, médio e longo alcance e de drones de todos os tipos militares, inclusive navais.

Ao mesmo tempo devemos finalizar a construção do nosso submarino de propulsão nuclear e dar início a outros, para garantir o controle eficiente de nossa amazônia azul (no mar).

Mas não para aí. Ao mesmo tempo devemos conversar com a África do Sul e os demais países da África Ocidental para a construção de uma base aeronaval na ilha de Fernando de Noronha, a fim de proteger o Atlântico Sul e a livre navegação na região, sob o comando do Brasil. Isso garantiria a navegação e o comércio exterior brasileiro.

É a oportunidade de o Brasil aumentar sua significância na geopolítica internacional e sedimentar sua posição como um dos líderes da região ocidental, sem submeter-se à vontade dos Estados Unidos.

Porém, para evitar ações internas das agências internacionais vinculadas à CIA, o Brasil deve investir em formação de quadros de inteligência e contra-inteligência civil e militar. Para isso pode se valer da participação no BRICS e pedir auxílio aos países membros, com destaque à Índia, China e Rússia, além da eficiente e sigilosa inteligência iraniana.

Todas essas ações devem fortalecer nossas indústrias e fomentar o comércio exterior, aumentando nosso PIB e gerar empregos qualificados, com melhor remuneração.

Se assim o fizer, o Brasil sairá muito maior em 2030, muito mais forte política, social e economicamente, e muito mais soberano, estando a caminho de ser um dos líderes mundiais em um mundo multipolar, ao lado de Rússia, China, Estados Unidos e Índia.

E, como sempre alerto, com a decadência cada vez mais evidente dos Estados Unidos, o Brasil assumirá a liderança no mundo ocidental, mas primando pela paz, soberania dos países e o livre comércio, ajudando a enterrar de vez o colonialismo e imperialismo.

Não podemos parar. O Brasil tem pressa, e o mundo anseia por essa pressa por nossa parte.

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