Na Bélgica os estudantes também protestam contra a crise na educação.
Na até então poderosa Alemanha, manifestantes reclamam contra medidas econômicas e cortes sociais.
Na Itália as manifestações ocorrem por diversas cidades, também contra os cortes na educação e o custo de vida.
Na Espanha os manifestantes pedem eleições antecipadas.
Em Portugal milhares de manifestantes protestaram em Lisboa contra o custo de vida e a crise na habitação.
Na Grécia há protestos contra medidas econômicas e crise no serviço público.
Na Albânia os manifestantes reclamam dos custos da educação e da corrupção no governo.
Na Áustria, os protestos são contra o custo de vida e por reivindicações de trabalhadores.
Na Irlanda as manifestações são contra o alto índice inflacionário e custos com habitação.
Isso é consequência da participação da Europa na guerra da Ucrânia contra a Rússia e os altos custos envolvidos na manutenção deste conflito desde fevereiro e 2022. Além disso, a Europa enfrenta uma grave crise energética, já que o gás russo, que era abundante e barato, deixou de ser comprado pelos europeus, implicando em aumento nos custos para as indústrias e o povo em geral. Não bastasse isso, Donald Trump exigiu a elevação dos gastos dos membros da OTAN com a área militar de 2% para 5% do PIB, o que fatalmente acarretará cortes de despesas em outras áreas, em especial nos programas sociais.
Daí o início da grave crise que parece que irá assolar a Europa por longos anos, se nada mudar em relação à Rússia e aos gastos envolvidos na manutenção da guerra.

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