A empresa contratada teria sido a ELYTRON, que teria ofertado o mapeamento de eleitores, a criação de contas falsas, a divulgação de fatos inverídicos e fake news para desacreditar rivais. A campanha de Flávio Bolsonaro negou a contratação.
Um ex- consultor da empresa procurou o Intercept Brasil e denunciou aos repórteres Laís Martins, Leandro Becker e Eduardo Goulart, dizendo que Flávio Bolsonaro teria pago 600 mil reais à empresa de cibersegurança, que buscou vender fora o país um sistema de inteligência artificial capaz de manipular as eleições de forma ilegal. O PL teria pago outros R$ 131,9 mil.
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