Não me refiro às bandeiras falsas carregadas pelos nada patriotas nem àquelas dos Estados Unidos e de Israel em comícios do extremista Flávio Bolsonaro. Refiro-me a um possível atentado falso arquitetado e implementado pela inteligência estadunidense em Brasília ou em outra capital aqui no Brasil.
Ontem, os Estados Unidos emitiram nota informando que todos os Consulados e a Embaixada dos Estados Unidos estariam fechados a partir de hoje por questão de "segurança". Alegam que teria havido uma tentativa de ataque (frustrado) ao Supremo Tribunal Federal e uma ameaça a uma de suas representações aqui no Brasil.
Contudo, as notas de recomendação para viajantes não foi alterada pelo governo dos Estados Unidos, continuando no nível de alerta 2.
A situação de fechamnento generalizado provocada pela Secretaria de Estado dos Estados Unidos, comandada por Marco Rubio, causou estranheza aos órgãos de inteligência brasileiros e ao Itamaraty. Às vésperas das eleições surgem teorias conspiratórias, considerando-se que o governo Trump investiu dinheiro para desestabilizar nossas instituições e atua ativamente no processo eleitoral (clique aqui para ler).
Os Estados Unidos trabalham com frequuência no mundo afora com o que se chama de guerra psicológica, que visa desorientar, fragilizar e incutir medo a população determinada, tentando criar situação de tumulto ou desestabilização política.
Lula exerce a presidência a 3 mandatos, ou seja, não é um novato na política. Os seus governos sempre foram caracterizados pela harmonia, não havendo históricos de desestabilização ou terrorismo. Por sua experiência, transmite segurança na condução política para grande parte da população. A única exceção foi o ato golpista de 8 de janeiro de 2023.
Ou o governo dos Estados Unidos estão tramando algo ou sabem de alguma coisa que ainda não foi transmitida ao governo brasileiro.
É sabido que os Estados Unidos estão financiando organizações, como visto acima, e agindo por sua inteligência. Mas também há a possibilidade de atuação da inteligência russa, como divulgado pela ABIN e posteriormente comunicado aos governos da Alemanha e da França (clique aqui para ler). Mas há outros países interessados e que discretamente também devem estar acompanhando de muito perto todos os movimentos que ocorrem aqui no Brasil, como México e França, dentre outros.

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