Os Estados Unidos há tempos dizem combater a droga como política externa. Em alguns momentos alternam esse discurso com a fala de que visam implementar ou fortalecer a democracia ou defender os direitos humanos.
Na verdade, aonde põem as mãos os Estados Unidos proliferam a droga. Devem ter aprendido com os ingleses na China há 200 anos.
Foi assim que fizeram ao invadir a Líbia, que hoje é exportadora de droga para a Europa (clique aqui para ler), com o Afeganistão (clique aqui para ler) e com a Síria e Iraque que passaram a produzir drogas após a intervenção dos Estados Unidos, principalmente captagon. Na América Latina, bastou os Estados Unidos passarem a atuar com dinheiro, inteligência e tropas na Colômbia nos anos 2000 para a produção mudar radicalmente e se ampliar drasticamente (clique aqui para ler). Com a ampliação da parceria dos Estados Unidos em toda a América Latina (Escudo das Américas) a produção deve se intensificar, ampliar e atingir mais destinos nos próximos anos.
O país que mais combate eficazmente o uso e o tráfico de drogas, embora sancionado e pobre e também alvo de ataques verbais e sancionatórios pelos Estados Unidos, é Cuba.
O Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho devem ser combatidos de frente, mas com inteligência e de acordo com as premissas brasileiras, sem um país estrangeiro defendendo seus próprios interesses geopolíticos e com poder de intervir com inteligência e militarmente no Brasil.
A lavagem de dinheiro se tornou uma regra nos Estados Unidos, que é o país que mas lava dinheiro sujo no mundo, como aponta a jurista e ex-magistrada federal Luciana Bauer. Inclusive, intencionalmente ou não, uma das empresas de Trump lavou dinheiro sujo para um cartel de drogas mexicano.
Se não foi publicado, em breve sairá um artigo em que destaco que as pretensões dos bilionários dos Estados Unidos, em especial os ligados às BigTechs e ao crime organizado, é o enfraquecimento dos Estados-Nações, onde possam atuar com maior liberdade e tenham uma grande massa de pessoas que possam trabalhar com menos direitos. Direitos Sociais, legislações eficazes, intervenção na economia e regulamentações são os grandes inimigos desses grupos. Se os Estados Unidos se tornarem uma nação miserável para eles não importa, desde que mantenham as fontes de renda e o seu capital, que pode mudar de lugar quando quiserem.
O Brasil, por ter tantas riquezas minerais e água doce é o alvo desses grupos, hoje representado por Donald Trum, Marco Rubio e a família Bolsonaro.
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