Não vou falar aqui do politico Lula ou Bolsonaro. Vou falar da importância do voto pelo Brasil, ainda que fale circunstancialmente de ou outro.
Não vou falar aqui da importância da democracia, da ética, da verdade, dos direitos sociais e do programa político para o voto. Vou falar aqui tão somente da importância de votar em quem defende e vá continuar a defender a soberania do Brasil, soberania esta que é do povo brasileiro.
Sem um Brasil altivo, a política, a economia e as liberdades não serão boas a ninguém. Seríamos, mais uma vez, transformados em colônia, como o foi recentemente convertida a Venezuela, onde os Estados Unidos ururpam daquela as suas riquezas, seu minério, seu ouro, seu petróleo.
Mais que obrigação, o compromisso em votar naquele que representa a defesa do país, de suas riquezas e de suas difíceis conquistas, é o elemento básico da nacionalidade, a lealdade com o Brasil.
A Constituição é o esqueleto que sustenta o Estado brasileiro, enquanto as instituições e o serviço público são os operários que mantêm toda essa estrutura de pé. Destruir essas bases significa destruir o país, como se fosse um pesado ataque ao Estado brasileiro. A desestrutura da Constituição e do Estado só interessa a quem nos quer colonizar e usurpar de nossas riquezas, e jamais aos brasileiros.
Nossos minérios e produtos agrícolas saíam do Brasil gerando riqueza ao colonizador e não transformando a vida do povo que aqui vivia, à época do Brasil-colônia. Com a independência, tentamos impor nossas condições, para que as exportações gerassem riqueza para o Brasil. Flávio já prometeu ao presidente dos Estados Unidos que nossas riquezas minerárias seriam exportadas preferencial e prioritariamente para eles, sem considerar o preço que pagariam, se é que pagariam, e deixando a pesada poluição ambiental, inclusie nas águas fluviais, para o Brasil. Flávio prometeu alinhar-se politicamente com os Estados Unidos, sem manter a tradicional independência do Itamaraty. Ele prometeu até que os Estados Unidos participariam do governo de transição aqui no Brasil, como se ditassem determinações políticas internas.
O Brasil não é extensão territorial dos Estados Unidos. Somos o 5º maior país do mundo e a 10ª maior economia do planeta. Tinhamos que exigir respeito e proteger nossa soberania, e não entregar-nos como pretende fazer o candidato Bolsonaro.
O Brasil é nosso, dos brasileiros, e de mais ninguém. Nós que apresentamos as condições do que é nosso! Em defesa do Brasil eu vou votar naquele que representa a defesa do país e peço que pense a respeito. A lealdade não é com o presidenciável, o seu partido ou suas ideias econômicas. A lealdade é com o país! Quando a soberania do país está em jogo, temos que passar por cima de todas as diferenças e votar na defesa do Brasil!

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