Concordo com Escobar quando diz que se os EUA levarem adiante esse plano, haverá um massacre com muitos mortos estadunidenses, em razão da dimensão territorial do Irã, da sua geoforma, e da região desértica que dificulta a obtenção e o próprio abastecimento de água e alimento para os militares.
O coronel do exército dos EUA aposentado Lawrence Wilkerson complementa dizendo que há alta possibilidade de Israel atacar o Irã com mísseis com artefatos nucleares lançados de submarinos movidos a diesel.
Um ataque com armas nucleares caracterizaria crime de guerra e Netanyahu enfrentaria mais problemas com a Justiça internacional e com a opinião pública mundial.
E se esse ataque realmente vier a ocorrer, Israel corre o risco de receber ataques simultâneos de milhares de drones e milhares de mísseis vindos do Irã, Líbano e Iêmen.
Netanyahu e Trump não têm limites e não se pode duvidar da possibilidade dessas ações.
Ao mesmo tempo há sinais de que os Estados Unidos podem adotar ações agressivas contra Cuba, seja bombardeio ou tentativa de invasão da ilha, segundo o mesmo Coronel Lawrence Wilkerson, que foi assessor especial da Secretaria de Estados nos EUA.
Uma guerra tão próxima do território continental estadunidense não é um bom sinal e pode colocar a população de Estados próximos a Cuba, em especial da Flórida, em risco de sofrer bombardeios por mísseis em contra-ataques, mas não duvido da ignorância do Secretário da Guerra, do Secretário de Estado e do atual presidente dos Estados Unidos.
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