ONU, A TRIBUNA DO DITADOR

Logo após o presidente brasileiro, Lula, discursar na ONU, rapidamente Trump subiu à Tribuna e ficou mais de meia hora se chamando de poderoso, exitoso. Ameaçou o Irã de aniquilação, e México e Cuba de franco desrespeito à soberania desses. Se orgulhou da invasão e sequestro do presidente venezuelano e culminou dizendo que Gaza está em paz conseguida por ele.

A ONU não se presta a ser palco para ditador. Fico me perguntando se não caberia ao Secretário Geral advertí-lo, logo após o término de sua fala, que por sinal desrespeitou o limite de tempo imposto a cada representante.

A ONU está mais figurativa que nunca, não age, quando tem um grande papel a ser cumprido.

E Trump ainda foi aplaudido após a fala. Durante, apenas Marco "Dumbio" o aplaudiu, talvez com medo de perder o cargo que exerce tão desastrosamente de Secretário de Estado.

A fala de Trump foi uma vergonha. Não para o ditador, que não tem senso crítico, mas para os Estados Unidos, para a ONU e para a paz e harmonia entre as Nações.

Trump tem que ser responsabilizado, ainda que seja após a perda do cargo. Não é admissível que um ditador ameace parcela de países diante da passividade de todos.

Trump não esconde mais as táticas nazistas que os Estados Unidos discretamente adotaram ao longo do tempo ou que exportaram para o nazismo ainda em formação. Eugenia, cientistas nazistas, armas nazistas, comandantes nazistas na OTAN, táticas nazistas nas guerras... Trump afronta Nações e a humanidade! E mesmo após crimes de guerra, genocídio e o terror dos nazistas, o mundo se cala na ONU diante de um anão nada estadista metido a ditador.

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