André Mendonça, Ministro do STF, imita cada vez mais o lavajatismo. Sua proximidade com algumas autoridades da Polícia Federal e as suas ações que prescindem de manifestação da Procuradoria Geral da República deveria preocupar todos os que são zelosos pelo devido processo legal e pela democracia.
Hoje, quando explodiu um escândalo de corrupção envolvendo Flávio Bolsonaro, André Mendonça solta uma bomba tentando constranger o Ministro Alexandre de Moraes, o Procurador Geral da República e o Diretor Geral da Polícia Federal.
Como esse blogueiro já havia avisado em um vídeo publicado há 6 meses, escândalo envolvendo Ministros do Supremo Tribunal Federal seria cavado através de ações da inteligência estadunidense. Mas, pera aí, você deve estar se dizendo, como assim, se foi o André Mendonça que divulgou? A ação da CIA não se dá por ela, com carimbo descrevendo sua atuação. Se dá por intermediários, muitos deles possivelmente incrustrados em cargos públicos. Cabe à ABIN, como prioridade, pesquisar todos os que prestam serviço no gabinete de André Mendonça. André Mendonça se deslumbrou, assim como o fez Sérgio Moro.
Todo cuidado, agora, é pouco! André Mendonça agiu desrespeitando protocolos e procedimentos do STF. Suas determinações, portanto, são nulas! Cabe ao plenário do STF decidir o que fazer em relação ao processos hoje em poder de André Mendonça, às determinações de André Mendonça e aos excessos praticados por esse mesmo ministro.
Abaixo você lerá um importante artigo escrito por dois respeitadíssimos juristas brasileiros. Luciana Bauer é professora, foi juíza federal e trabalhou (fisicamente) proximo de Sérgio Moro e é crítica contumaz do lavajatismo, dos seus excessos e desvios.
A íntegra você pode ler no GGN, clicando aqui.
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