A APARENTE OPÇÃO DOS BRASILEIROS PELO CAMINHO REPLETO DE DORES.


Escrevo este texto por causa das últimas pesquisas de intenção de voto. É muito triste ver o Brasil não ser amado pelo seu povo.

Um país que acolheu e integrou imigrantes não foi capaz de convencer os descendentes destes de todas as qualidades de nosso país.

Um país que nos propicia abundância de água doce, minério, terras raras, tório, petróleo, pecuária e agricultura, praias, mar, belezas naturais e muito sol... não foi capaz de convencer os brasileiros a amá-lo.

Um país humilde, mas que desenvolve grande tecnologia em áreas específicas, com um sistema de saúde exemplar para o mundo, com muitas injustiças e insegurança, sim, ainda assim é um país único, que nos acolhe de braços abertos, como o Cristo Redentor simboliza.

Talvez o país, não por culpa dele, mas nossa, não acolha pessoas em situação de rua e outros grupos minoritários, mas tem potencial de sobra para isso. Há injustiças, sim, mas é possível mudar esse panorama mediante nossa participação efetiva, não vociferando ódio, mas apresentando propostas, pondo a mão na massa em prol do povo e do país. 

Muitas pessoas, ao invés de prestigiar a data da independência da nossa Nação, preferem ouvir entreguista que recebeu - segundo diz foi para o filme sobre o seu pai, mas não comprova - mais de cento e trinta milhões de reais do banqueiro Vorcaro, e que absolutamente nada propõe ou faz pelo país, mas que prega ódio a pessoas, instituições e a divisão absoluta da Nação. E ainda têm a disfaçatez de erguer um boneco enorme de um presidente de uma Nação estrangeira que sanciona o país com tarifas altíssimas em pleno dia da independência. A quem ele serve? Ele serve ao bolso dele. Às chamadas rachadinhas, segundo denunciaram, aos interesses de lobbies poderosos, ao dinheiro de banqueiro, face às dificuldades enfrentadas, segundo a mensagem de voz, e das Nações que prometem poder e também punição aos seus antagonistas. Alguém ainda tem alguma mínima dúvida?

Entreguistas me enojam profundamente! São desleais com a Nação e o seu povo. Só se prestam a buscar seus interesses pessoais, seja com outra nação, seja até com o demônio, se for necessário.

Não sou Lulista nem petista. Desde adolescente sou um nacionalista raiz que nunca se entregou às seduções do império e às falas sedutoras de ódio ao país. Amo profundamente o Brasil e não desconheço as enormes injustiças e desvios que campeiam por aí, mas isso não é culpa do país, e nós podemos fazer a diferença, botando a mão na massa, fazendo, e apresentando propostas e cobrando previdências. Se a cidadania nos concede direitos, ela também apresenta ônus, responsabilidades. E não é votando com ódio, contra o país, que este irá melhorar para nós.

Hoje, em um momento crítico com a maior ameaça que o nosso país já sofreu nos últimos 80 anos, o único candidato respeitado internacionalmente capaz de enfrentar o truculento Trump é o presidente Lula. Ele pode ter alguns defeitos, como todos têm, sem exceção, mas jamais se mostrou entreguista.

Nesse momento temos que votar em quem seja capaz de defender o país, os interesses e os bens do povo brasileiro. Temos que mandar, de vez, os entreguistas para o esgoto da história.

Entreguismo significa entregar nossas riquezas a outro país, a preço de banana, pouco fazendo pela tecnolocia e pela defesa do país. 

Não gostaria de dizer isso, mas não vejo boas coisas reservadas ao nosso país, caso a extrema direita volte ao poder. E não falo só em aumento de desemprego, aumento do custo de vida e da alimentação, em especial ou a entrega de nossas riquezas. Para mim é como se entregassemos um filho. Inadmissível. Isso é o que a razão me indica por dedução.  No aspecto Espiritual, tenho um entendimento particular desde 2014, com a seca que assolou São Paulo e as inúmeras manifestações populares, de que as catástrofes ambientais têm correlação de forças com a ascensão da extrema direita no nosso país, como se fosse uma punição da Natureza. 

O Brasil já poderia estar cumprindo o seu papel de potência ocidental que, ao lado de outras nações lideraria o planeta em um mundo multipolar, garantindo a paz, a estabilidade e a Justiça às Nações!

Mas nós escolhemos o nosso futuro. O caminho de dor é apenas uma opção.

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