Todo brasileiro deve ter garantida a sua cidadania plena, limitada em parte apenas nas hipóteses legais, como na condenação por crime, por exemplo. Mas não é assim não vida real.
Desde o nascimento há desigualdade, que vai se agravando com o avanço do tempo que passa, a depender da classe social a que pertence.
Como esquecer da igualdade nessas condições? Mas há quem só fale em liberdade. Quem está aprisionado pela desigualdade não tem a mesma liberdade dos outros. A liberdade tão em voga é a capitalista, de capital e consumo, e não a liberdade intensa e verdadeira, defendida pelos revolucionários franceses.
Quem é limitado em direitos ou conhecimento jamais terá liberdade plena, mas sim a condicionada àquilo imposto pela sociedade.
Liberdade não é a escolha aparente, mas a consciente.
A verdadeira liberdade caminha ao lado da igualdade. Mas essas só têm razão de existir em um mundo fraterno.
No capitalismo neoliberal a regra é cada um por si, diante da lei do mais forte. E há masoquista que ame isso, como se fosse o ideal e o supra sumo da liberdade. Não. É aprisionamento mental ao consumo, se tiver condições para isso, nada mais. É o ratinho de laboratório condicionado a determinadas ações indo atrás de sua recompensa, nada mais.
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