UM BRASIL GRANDE SEMPRE TRAÍDO POR PARTE DE SUA ELITE E ETERNO ALVO DOS EUA

Em 1822, enquanto os Estados Unidos engatinhavam e tinham 4.600.000,00 kms2, o Brasil possuia uma área quase tão grande quanto a que tem hoje, com 8.300.000,00 km2. Eramos gigantescos, enquanto os Estados Unidos engatinhavam e tinham que conquistar territórios com guerras ou compras para se parecerem territorialmente com os Estados Unidos de hoje.

Ainda no Império, em meados do século XIX, a marinha brasileira já era uma das maiores de todo o globo, perdendo apenas para potências navais europeias como Reino Unido, Rússia e França. Tinhamos uma marinha de guerra muito superior à dos Estados Unidos e também da China.

Os Estados Unidos apenas passaram a ter território maior que o Brasil em 1848 e uma marinha de guerra mas poderosa do mundo no final da Segunda Guerra Mundial.

A única diferença é que os Estados Unidos, ainda no Século XIX, passaram a proteger sua indústria nascente, enquanto o Brasil era essencialmente dependente do setor agrário, parecido com hoje em dia.

Hoje, os Estados Unidos têm um PIB equivalente a 10 vezes o do Brasil e é a maior potência econômica e militar do globo, através de ações colonialistas e imperialistas, provocando guerras, aplicando sanções, intervindo direta e indiretamente na política interna de outras nações.

Como resultado disso, Estados Unidos e Israel estão entre os países que mais seriam odiados em todo o globo, segundo pesquisa divulgada pelo site World Population Review.

Ao contrário, o Brasil é motivo de respeito e sorrisos pelo mundo afora. Povos de toda a ásia, em especial os árabes, e da África torcem pela nossa seleção brasileira. Uma pessoa desavisada pode imaginar que são brasileiros comemorando, mas não, são libaneses, sírios, palestinos, indianos, paquistaneses...

Os Estados Unidos pressionaram para o Brasil não ter bombas nucleares, agem para que o nosso submarino movido a propulsão nuclear nunca seja construído e intervêm diretamente quando um governo de viés nacionalista é eleito e toma medidas para o efetivo e contínuo crescimento econômico brasileiro.

Nós podemos não representar o maior perigo para os Estados Unidos, mas desde sempre eles agiram para que o Brasil nunca se tornasse uma potência industrial e econômica e nunca possuisse capacidade tecnológia própria ou de alto nível. Foram e são o maior inimigo do Brasil.

Talvez seja difícil para alguns entenderem que os Estados Unidos representam o maior perigo para o Brasil, muito por conta dos filmes, das músicas, da propaganda do estilo de vida estadunidense que conquistou mentes desde o final da segunda guerra mundial, mas o fato é que nenhum outro país age contra o Brasil como o faz os Estados Unidos. Ao contrário, a China expande o seu comércio e propicia parcerias tecnológicas, o mesmo fazendo alguns países eurpeus, como Suécia, Espanha e França. 

Dessa forma, nossas Forças Armadas não podem depender de armamentos ou de tecnologia estadunidense por uma razão óbvia. Em caso de guerra eles cortam o fornecimento de peças de reposição e de serviços de manutenção e ainda utilizam a tecnologia embarcada contra o Brasil. Por isso precisamos desenvolver nossa própria indústria militar ou em parceria, com transferência de tecnologia, não podendo depender de quaisquer peças dos Estados Unidos ou de países membros da OTAN, que por pressão dos Estados Unidos também poderiam vir a cortar o fornecimento de peças de reposição ou até a transferência de tecnologia havida, bem como repassar detalhes tecnológicos dos equipamentos aos estadunidenses, prejudicando nossas ações militares defensivas.

Mas o pior é ter uma elite alinhada ao império que atua contra os interesses do Brasil. Já passou da hora da legislação prever pena máxima, severa, contra os traidores da pátria. Sim, contra traidor da pátria não pode haver a mínima tolerância. É o crime mais grave que pode haver e que atinge cada um dos brasileiros que trabalham, investem e se dedicam pelo Brasil. Se querem trair o Brasil, que vão para outro país e tentem a sorte no estrangeiro, deixando nossas riquezas para quem ama efetivamente o país.

A carta do chamado interventor estadunidense na América Latina, Marco Rúbio, dirigida a Flávio Bolsonaro impressiona pela capacidade deste ser entreguista, traidor e vendilhão. Ele propôs uma equipe de transição a serviço dos Estados Unidos. Como? Ele pratica atos abomináveis contra o Brasil e os brasileiros e ainda tem gente que o apoia, como assim? São co-participes no crime de lesa-pátria ou são tão alucinados que não sabem o que defendem? Um ser deste tipo seria, logo após um brevíssimo processo judicial, executado em praça pública em qualquer outro país do mundo. Não dá para tolerar traidor da pátria e menos ainda que um ser deste tipo seja candidato à presidência da República. O povo tem que rejeitar o seu nome, seja votando em outro candidato de direita (que são vários) ou de centro ou centro-esquerda (que Lula e Alckmin representam). O importante é garantir a nossa soberania em primeiro lugar e também a nossa democracia.

O Brasil já foi grande e continua a ser um grande país, mas não temos mais tempo a perder. Precisamos crescer e ocupar o nosso lugar de direito. Para isso há que haver um pacto de nossa elite e da população em geral com o Brasil. Aos traidores, a expulsão, com proibição de retorno, e automática perda de bens existentes no país ou fora dele. Para mim essas seriam as penas adequadas a serem previstas na própria Constituição Federal.

* imagens: MARINHA DO BRASIL

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