NINGUÉM AGUENTA MAIS TANTA VIOLÊNCIA GRATUITA E TANTO ÓDIO POR MOTIVAÇÕES POLÍTICAS!

A agressão deliberada a um idoso de 69 anos em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, somente porque usava um crucifixo e uma mochila com propaganda da candidata petista Benedita da Silva causa náuseas.

Segundo a versão da vítima, Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, um homem que vinha atrás dele gritava "É Bolsonaro, é Bolsonaro" e logo depois, ao chegar no prédio em que mora, foi cercado e agredido por duas mulheres jovens e fortes, possivelmente lutadoras. O outro homem se aproveitou e também o agrediu. O porteiro do prédio a tudo assistiu e nada fez. Nem chamou a polícia, nem pediu para que parassem a agressão e nem abriu o portão para que o Sr. Mauro pudesse fugir da pancadaria.

De repente apareceu um outro homem alto que pediu para que parassem a agressão, quando os agressores sairam devagar e rindo e o idoso pode ingressar no prédio.

Além disso, segundo a vítima, teria havido negativa de atendimento no IML e no próprio Distrito Policial. A questão somente teria sido resolvida com a ida do Sr. Mauro à Corregedoria da Polícia Civil, que determinou o atendimento do idoso.

A omissão de socorro do porteiro deve ser investigada, assim como eventuais crimes e infrações funcionais que poderiam ter sido praticadas pelos servidores do IML e do Distrito Policial, além, obviamente, da tentativa de homicídio que pode ter sido praticada pelas três pessoas referidas pelo Sr. Mauro. À polícia cabe pedir, com urgência, as imagens das câmeras do prédio e da rua, se existentes, além de ouvir, inicialmente em depoimento, o porteiro e outras pessoas que possa localizar como testemunhas presenciais, tanto para apurar a autoria como a materialidade delitivas.

O caso requer prioridade em razão da idade da vítima, e a esta cabe também, se lhe aprouver, ingressar com ação de danos morais e materiais no âmbito cível.

O fato é deplorável e não podemos aceitar que isso se repita. Fatos semelhantes ocorreram às vésperas das eleições de 2022 e durante o mandato do último ex-presidente da República. Ninguém aguenta mais tanta violência gratuita e tanto ódio. 

Os agressores não são cidadãos de bem; são criminosos. O porteiro, se realmente foi omisso, também é criminoso. E os servidores públicos que sem amparo legal negaram atendimento não merecem trabalhar para o Estado e a população e devem responder por isso. E lembremos que lugar de criminoso é na cadeia e, se louco, recluso para tratamento.

O Brasil precisa de paz social para que possa resolver seus problemas internos e crescer economicamente para beneficiar a todos.

Tais fatos são absolutamente inaceitáveis, tanto por parte dos agressores quanto dos que omitiram socorro e negaram atendimento à vítima. A eles os processos cabíveis, seja administrativo, seja processual de âmbito cível ou penal.

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