INTERFERÊNCIA DE TRUMP NO BRASIL NÃO É NOVIDADE, MAS DEVEMOS, MAIS DO QUE NUNCA, NOS PREVENIR. A GUERRA PODE NÃO SE CONCRETIZAR, MAS ESTÁ NO AR!
Não é de hoje que este Blog alerta para interferência dos Estados Unidos no Brasil, seja através de ações de inteligência, uso direcionado dos algoritmos de suas Big Techs em favor de candidatos brasileiros submetidos às vontades do império, apoio verbal, financiamento indireto e até a intervenção militar.
Muitas dessas situações, se comprovadas, podem anular as eleições se o beneficiário vier a ser eleito. No entanto, para isso dependemos do Tribunal Superior Eleitoral, hoje composto por dois Ministros indicados por Bolsonaro e que, pelo histórico de seus julgamentos, se mantêm fiéis a ele, mesmo nos cargos de autoridades máximas do Judiciário brasileiro.
Para agravar a situação, no dia de hoje Trump disse expressamente se preocupar com as eleições no Brasil e que deseja interferir nelas.
Na verdade, a interferência dos Estados Unidos já ocorre desde o início do mandato de Trump, seja pelas declarações do então responsável pela embaixada (não era embaixador) contra o governo brasileiro, seja através das tarifas anteriormente impostas em 2025, seja pelas penalidades aplicadas a autoridades brasileiras, seja pela declaração de que o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho são organizações terroristas (o que permitiria a intervenção policial, militar e de inteligência em solo brasileiro). Além disso, os EUA estão instalando bases no Paraguai e Argentina, países vizinhos, estando muito próximos de Itaipu, onde ao menos em tese poderia haver um atentado articulado pela inteligência estadunidense. Embora muitos analistas militares digam que o alvo prioritário dos EUA seria a Amazônia, ouso dizer que aparenta ser na tríplice fronteira, a fim de acarretar danos sérios à economia, com a falta de energia em grande área do país, criando pânico e prejudicando o governo e, ao mesmo tempo, visando implicar a colônia árabe existente na região como causadora do atentado e de estar ligada ao Hezbollah libanês. Como já disse há tempos, a ABIN e as inteligências militares têm que estar em alerta máximo, inclusive na Tríplice Fronteira, além de nossas longas fronteiras e nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus, além do Distrito Federal. Com um só ataque eles tentariam provocar danos econômicos e eleitorais ao governo brasileiro e, ao imputar ao Hezbollah o ataque, tentar justificar a atuação de forças estadunidenses no lado brasileiro da fronteira e obter ganhos geopolíticos a favor de Israel, tentando taxar o Hezbollah de terrorista.
Os EUA de hoje (e não só de hoje, na verdade) não têm pudor, não tem ética e considerando essa realidade, não se pode descuidar da possibilidade de promoverem atentados com vítimas civis, a fim de criar pânico. Não estou falando que ocorrerá, mas que é uma possibilidade que não podemos descartar.
Você pode não associar a magia do futebol a essa situação, mas pode ser justamente ela a maior arma brasileira contra Trump e sua trupe.
Você já deve ter notado que diversos países estão torcendo direta, indireta e incansavelmente pelo Brasil na Copa do Mundo. Muitos com festas, desfiles e paradas de veículos, sempre com muitas bandeiras do Brasil e camisetas canarinho.
Como disse em recente texto, o Brasil é forte em "soft power", só perdendo para os Estados Unidos. E a tradição do nosso futebol é a nossa maior arma de conquista de corações, mentes e almas. E temos que saber usar isso quando necessário.
Não duvide que assim que o Brasil estiver em risco haja manifestações em muitos (muitos, mesmo) países, com muitos populares vestidos com a camiseta da seleção e a bonita Bandeira do Brasil. A pressão popular pode ocorrer também em muitas cidades dentro dos próprios Estados Unidos, em especial em Washington, Los Angeles e Nova Iorque, através de brasileiros e muitos simpatizantes. Por isso, não só a ABIN e as ingeligências de nossas forças devem estar em alerta, mas o Itamaraty principalmente, para já articular desde já eventuais movimentos e ações que se façam necessários e possam intimidar o governo dos Estados Unidos e também, e principalmente, políticos brasileiros entreguistas e capachos do solado estadunidense.
Trump só funciona através da força. No nosso caso a força não seria militar. Seria dos povos, de quase todos eles. Não duvido e você não deveria duvidar disso. Se o governo já se articular para essa necessidade, se prevenir e conseguir distribuir no momento adeaquado as camisetas da seleção e da bandeira do Brasil em suas embaixadas e Consulados, o Brasil poderá ter um apoio muito forte.
Obviamente já deveríamos ter adquirido drones modernos e mísseis de médio e longo alcance da Rússia, China e Irã. Seria um investimento moderado e com grande eficiência na defesa. Na Amazônia os Estados Unidos podem bombardear, mas jamais invadirão nem a conquistarão, pois o nosso Exército Brasileiro é o melhor em combate na selva. Nossos soldados que lá se fixam são treinados como verdadeiros guerreiros espartanos. Porém, não temos defesa anti-aérea e um ataque poderia causar sérios danos não só em bases militares, mas na estrutura civil. Temos que preservar nossos portos e nossas rotas comerciais. Para isso teriamos que já possuir uma quantidade razoável de submarinos com propulsão nuclear. Contudo, drones e mísseis de longo alcance, se adquiridos a tempo, podem minimizar essa falta.
Defender o Brasil ainda é possível, mas precisamos correr contra o tempo e nos prevenirmos.
Com toda essa ingerência e pressão estadunidense já passou da hora de haver lei permitindo a atuação de nossa ABIN fora do território brasileiro, seja em contra-informação, conturbando a inteligência estadunidense, seja para a prisão e transporte para o Brasil de traidores que residem nos Estados Unidos. Seria a jogada de mestre do governo que demonstraria a necessária força e ousadia que assustaria os Estados Unidos, e deixaria Trump e seus asseclas irados. A outra saída é se utilizar de pessoal já localizado em território estadunidense para essa importante missão de risco.
Temos que usar todas as armas e recursos possíveis para defender o nosso país. Os Estados Unidos não são cordiais nem razoáveis quando se fala em intervenções. Usam de todos os recursos, incluindo tortura, armas ilegais, vítimas civis e maldade.
Abro espaço, agora, para a Espiritualidade que carrego e que nunca deixo de expressar, mesmo em textos extremamente densos como este. Temos que, com ética e retidão, utilizar todas as forças necessárias para a defesa dessa terra, as vidas de nossos irmãozinhos e deste povo. Somos grandes e bons, e conosco não está o espírito tenebroso das guerras, mas os Espíritos da Verdade, da Compaixão e da Cura, que reúnem uma força e defesa descomunal, se desejarmos, e assim, se também quisermos, podemos ajudar a curar a humanidade desse mal que se chama império estadunidense. Não se esqueçam de que o nosso inimigo é o mais perigoso que a humanidade já assistiu. Mas desde a criação do mundo nós não estamos sós! Essa é a Terra da Luz e da necessária humildade que ajudará a iluminar a humanidade para uma vida mais verdadeira e repleta de fraternidade.
Mas lembre-se, embora possa não acontecer (o que se espera), a guerra está no ar!
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