A DIFÍCIL VIDA DE SER UMA JOVEM MULHER EM TERRITÓRIO OCUPADO OU SOB CONSTANTE INVASÃO PELO EXÉRCITO DE ISRAEL
Além disso, ser mulher não é fácil em nenhum lugar do mundo, menos ainda se você morar na Palestina, porque será alvo de ações ilegais de soldados israelenses, como prisões de madrugada e sem qualquer ordem judicial, como ocorreu com Sama, na Cisjordânia, território palestino.
Bem, a história que pretendo relatar é a de Sama Safi, uma estudante palestino-americana de psicologia de apenas 20 anos, detida por soldados israelenses em sua casa na Cisjordânia, território palestino que também está sendo repetidamente invadido por colonos e forças israelenses.
Ela foi presa sem mandado e não se tem quaisquer notícias de reclamação pelo governo dos Estados Unidos. E assim é a vida de qualquer mulher palestina (ou libanesa) que resida em Israel, em Gaza, na Cisjordânia ou no sul do Líbano.
Leia a matéria completa no jornal The Guardian (clique ao lado para ir ao site e ler a matéria na íntegra) ou veja trechos da notícia logo abaixo.
Uma mulher palestina-americana foi detida sem acusação pelo exército israelense.
Sama Safi, estudante de psicologia da Universidade de Birzeit, na Cisjordânia ocupada, não foi acusada de nenhum crime. Um porta-voz das forças armadas israelenses afirmou que ela e outras três mulheres detidas na mesma época foram presas “após promoverem atividades terroristas hostis e outras atividades relacionadas ao terrorismo”.
Diversos legisladores dos EUA pediram a libertação de Safi e sua família alertou que ela tem uma doença crônica que exige tratamento regular.
Uma das outras estudantes detidas da Universidade de Birzeit é membro da seleção palestina feminina de futebol; outra jogadora da equipe também foi detida, mas libertada no início desta semana. As quatro estudantes estão detidas em um centro de detenção e interrogatório israelense em Jerusalém, notório por seu histórico de abusos.
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