A DIFÍCIL VIDA DE SER UMA JOVEM MULHER EM TERRITÓRIO OCUPADO OU SOB CONSTANTE INVASÃO PELO EXÉRCITO DE ISRAEL

Nem todo cidadão americano é igual e gera as mesmas preocupações ao governo de seu país. Se for negro, latino americano, islâmico ou descendente de árabes, será - informalmente - um cidadão de segunda classe. Israel por sua vez, já trata palestinos como cidadãos de segunda classe, com base em leis, ou seja, formal e nada discretamente. Os dois países seguem a cartilha nazista de segregação, perseguição e sabemos como acabou a história, ao menos aquela contada. O nazismo, infelizmente, sobreviveu e parece ter conquistado a mente de muitos políticos e líderes ocidentais, inclusive aqui no Brasil, com muitas células nazistas ativas no bonito estado de Santa Catarina.

Além disso, ser mulher não é fácil em nenhum lugar do mundo, menos ainda se você morar na Palestina, porque será alvo de ações ilegais de soldados israelenses, como prisões de madrugada e sem qualquer ordem judicial, como ocorreu com Sama, na Cisjordânia, território palestino.

Bem, a história que pretendo relatar é a de Sama Safi, uma estudante palestino-americana de psicologia de apenas 20 anos, detida por soldados israelenses em sua casa na Cisjordânia, território palestino que também está sendo repetidamente invadido por colonos e forças israelenses.

Ela foi presa sem mandado e não se tem quaisquer notícias de reclamação pelo governo dos Estados Unidos. E assim é a vida de qualquer mulher palestina (ou libanesa) que resida em Israel, em Gaza, na Cisjordânia ou no sul do Líbano.

Leia a matéria completa no jornal The Guardian (clique ao lado para ir ao site e ler a matéria na íntegra) ou veja trechos da notícia logo abaixo.

Uma mulher palestina-americana foi detida sem acusação pelo exército israelense.

(...)
Uma jovem palestino-americana de 20 anos está detida em um centro de detenção militar israelense há quase duas semanas, depois que soldados israelenses invadiram a casa de sua família em uma operação realizada antes do amanhecer do dia 2 de junho.

Sama Safi, estudante de psicologia da Universidade de Birzeit, na Cisjordânia ocupada, não foi acusada de nenhum crime. Um porta-voz das forças armadas israelenses afirmou que ela e outras três mulheres detidas na mesma época foram presas “após promoverem atividades terroristas hostis e outras atividades relacionadas ao terrorismo”.

Diversos legisladores dos EUA pediram a libertação de Safi e sua família alertou que ela tem uma doença crônica que exige tratamento regular.

Uma das outras estudantes detidas da Universidade de Birzeit é membro da seleção palestina feminina de futebol; outra jogadora da equipe também foi detida, mas libertada no início desta semana. As quatro estudantes estão detidas em um centro de detenção e interrogatório israelense em Jerusalém, notório por seu histórico de abusos.

(...)

Comentários